
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta lembra muito a Lisa Simpson: nerd, politizada, irônica e cheia de opiniões fortes sobre cultura. A forma como fala de política e desigualdade lembra o engajamento da Lisa, por exemplo ao propor algo próximo de uma revolução cultural em “talvez uma revolução cultural do patamar daq ocorreu na china porém não de uma maneira que resulte em ditadura partidária” e ao criticar piadas com chacinas em “mds qual o cabimento de fazer piada com as chacinas frequentes em nosso país [...] homofascismo do twitter eh uma porqueira mesmo”. Também há consciência e conflito familiar, parecido com a dinâmica Lisa x Homer/Marge, como em “é muito estranho [...] minha mãe ser super consciente [...] e depois ter q ficar corrigindo as falas racistas/transfobicas dela”. O lado extremamente musical e exigente aparece em vários tweets, como o log no RYM em “meu log no RYM do dia” e o ódio a certos estilos em “não aguento mais essas merdas q o pessoal do meu bairro ouve”, o que ecoa a Lisa crítica da cultura de massa. Por fim, há um misto de sensibilidade, solidão e idealismo em coisas como “qria curar minha solidão curando a de outra pessoa” e o foco em estudar e passar em prova em “vou esmagar os estudantes do Amazonas em conseguindo brilhantemente o exame PSC”, que combina bem com a personalidade perfeccionista e ansiosa da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem introvertidos (I): apesar de serem bem ativos no Twitter, a maioria dos posts é comentário, ironia e vida interior (música, estudo, ressentimentos), e não relatos de rolês sociais; há um tom de observador ácido do mundo, como em “percebendo que tô o dia todo no twitter chega tchau” e “qria curar minha solidão curando a de outra pessoa”, o que sugere alguém mais voltado pra dentro que pra interação presencial. O eixo N (Intuição) aparece na obsessão com conceitos, estética e macroestrutura de cultura/política, em vez de detalhes concretos: eles falam de “revolução cultural” em “talvez uma revolução cultural do patamar daq ocorreu na china porém não de uma maneira que resulte em ditadura partidária” e veem álbuns e filmes quase como sistemas simbólicos, como em “quando Kate gravou The Dreaming a minha existência foi costurada nos fios do universo”. A preferência por T (Thinking) aparece na frieza e dureza argumentativa: eles são extremamente diretos, às vezes violentos, priorizando julgamento lógico/ideológico mesmo quando isso fere os outros, como em “tem q executar essa porra de viado inútil e tomar todas as posses dele e da família” (hipérbole agressiva) e em críticas a gosto musical: “isso eh crime de ódio contra a música como um todo”. O lado J (Judging) é forte no desejo de estrutura, resultado e ordem: falam de notas, rankings e metas acadêmicas com clareza, como em “en 2026, je vais écraser les étudiants d'Amazonas en réussissant brillamment l'examen PSC” e “pois vou por essas porras de sites e softwares e livros pra render”, além de julgarem com firmeza comportamentos e estéticas alheias. O conjunto forma o clássico perfil INTJ: crítico, planejador, focado em grandes sistemas (política, cultura pop, educação), emocionalmente intenso mas racional na forma de expressar juízo, com humor ácido e uma visão de mundo muito estruturada e exigente.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
16y, 1,83m, fã de darkwave, Björk e água sanitária. Estudo, reclamo de sertanejoslop e ainda arrumo tempo pra montar topsters e xingar o RYM.– @mihrALIAS

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte de propósito, porque combina com alguém que solta pérolas tipo “infeliz ano novo, que vcs adoeçam e vão se fuder” e ao mesmo tempo se derrete toda falando de música. A cachaça envelhecida é o lado bruto, dramático e meio kamikaze de quem diz “qro morrer de acidente de trânsito”, mas ainda assim segue firme. O licor de hibisco vermelho representa a estética intensa e capricorniana, ecoando o vermelho favorito e o toque artsy de posts como “gente eu acho que quando Kate gravou The Dreaming a minha existência foi costurada nos fios do universo”. O xarope de limão siciliano com sal é o azedume irônico de quem pede “um fim no sertanejoslop funkslop trapslop louvorslop” em “não aguento mais essas merdas q o pessoal do meu bairro ouve”, mas ainda ama discutir cultura pop e política. A espuma de água de coco, o tal “chantilly”, faz piada com o @ e o nome, mas traz frescor tropical, combinando com o humor caótico de “sou um viado idiota e esse eh meu tweet”. Por fim, o pó brilhante preto é a camada darkwave/eviltwt, brilhando sombriamente como em “darkwave neoclássico eh tão lindo” e no delírio de montar a própria era pop em “com base em TODOS os meus tweets e replies, monte meu album”.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil exala curiosidade intelectual e nerdice cultural: ela fala em ver A cor da romã com a avó (“gente assisti a cor da romã com a veia”), quer assistir Sátántangó em date (“ideia de date: ouvir DoD e assistir Satantango em um quarto escuro e trancado enquanto chove fora”) e faz piada de que sua existência foi “costurada nos fios do universo” quando a Kate Bush gravou The Dreaming (“gente eu acho que quando Kate gravou The Dreaming a minha existência foi costurada nos fios do universo”). Ela é obcecada por música de forma quase acadêmica, sempre logando e avaliando álbuns (“meu log no RYM do dia”, “fico gag q eu só tenho tipo 6 álbuns logados com nota péssima e 3 são dela”) e até pede para montarem um álbum inteiro baseado em todos os tweets dela (“com base em TODOS os meus tweets e replies, monte meu album”), o que mostra autoanálise e criatividade. Também há um interesse explícito em entender estruturas sociais e política de forma analítica, como quando propõe uma “revolução cultural” para explicar a exploração da população pobre (“acho q merece analise do pq gente pobre é tão moída em prol da tendência fascista mundial e arranjar alguma solução, talvez uma revolução cultural...”). Embora tenha momentos de raiva e impulsividade, o traço dominante é a mente hiperfocada, crítica e criativa – típica de Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música The Dreaming da Kate Bush combina com @mihrALIAS porque é intensa, caótica, politizada e cheia de imagens surreais, exatamente como o jeito que elu tweeta. Elu literalmente diz que “quando Kate gravou The Dreaming a minha existência foi costurada nos fios do universo”, o que é praticamente uma auto-biografia espiritual. A persona do álbum mistura consciência política, violência simbólica, crítica social e teatralidade – o mesmo clima de tweets como “melhor: acho q merece analise do pq gente pobre é tão moída em prol da tendência fascista mundial e arranjar alguma solução, talvez uma revolução cultural…” e “tem q executar essa porra de viado inútil e tomar todas as posses dele e da família”, que exageram na agressividade pra marcar posição. Além disso, o gosto por sonoridades esquisitas e dramáticas aparece em coisas como “darkwave neoclássico eh tão lindo” e a fixação em álbuns conceituais e experimentais, que conversam muito com a estética labiríntica de The Dreaming. Essa faixa resume bem um adolescente alto, ácido, politizado, obcecado por música e com senso de humor estranho que vive entre o freak, o culto e o pop.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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mihrALIAS
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