
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária lembra muito a Lisa Simpson: intelectualizada, crítica e politizada, mas também dramática e autodepreciativa. Há um senso forte de justiça social e de revolta com conservadorismo e desigualdade, como quando fala em “gente urgente parar essa onda conservadora que está se criando entre os jovens” e em “então quer dizer que se é pobre não pode ter prazer???”, o que combina com o lado ativista da Lisa. Ela é claramente engajada com estudos e carreira em saúde, reclamando de rotinas pesadas como “cabimento nenhum ter ambulatório de 7 às 12h [...] noturno de 19 às 7h e enfermaria de 7 às 12h”, o que ecoa a disciplina e o perfeccionismo da Lisa. Ao mesmo tempo, tem humor ácido, existencial e emocionalmente intenso, em coisas como “a vida é um grande circo e eu sou a principal palhaça..” e “indo fazer outro copão lamento hj é a milene que tá no comando da central”, que lembram o jeito dela lidar com frustração. A mistura de consciência política, sensibilidade, burnout acadêmico e ironia coloca essa conta muito mais perto da Lisa do que de qualquer outro personagem principal.

Seu tipo de personalidade MBTI
Tudo indica que @milenainchains seja E em vez de I: ela vive comentando interações sociais, festas, álcool e maconha, falando de estar chapada e em rolês com amigos, como em “23h da noite de um sábado: lembendo corrimão de rua compartilhando fumáveis com 10 pessoas diferentes…” e “eu e ru chapados potencialmente bêbados resolvendo um compilado de provas…”, o que mostra alta energia voltada para o mundo externo. A preferência por N aparece na forma extremamente associativa, irônica e cheia de abstrações políticas e culturais: ela não descreve só fatos, mas constrói críticas e leituras de contexto, como em “jesuuuus sertanejo universitário a coisa mais deprimente conservadora abusiva gaslighting que existe…” e na reflexão sobre classe e prazer em “então quer dizer que o proletário não tem direito de reclamar da hiperinflação sobre brinquedos e apetrechos sexuais???”. A dominância de F é clara pela ênfase em indignação moral, empatia e valores, como em “queria ver se essa querida juíza agiria com tamanha racionalidade se o adolescente inocente ASSASSINADO fosse o filho dela 🥰” e “of conheço uma pessoa da mdufs que defende a mesma coisa… é o velho pacto de defesa mútua que existe entre homens…”, sempre julgando situações pelo impacto humano e ético. A preferência por P se vê na vida caótica, improvisada e pouco estruturada: ela vive reclamando de horários, rodízios, transporte e plantões, demonstrando zero apreço por rotina rígida, como em “quero nem ver o filme de terror que vai ser quarta que vem cabimento nenhum ter ambulatório de 7 às 12h… noturno de 19 às 7h e enfermaria de 7 às 12h 🥰🥰🥰” e “queria muito ter uns 300 reais pra pagar todos os próximos plantões que ainda me faltam concluir…”. O tom geral é de energia alta, humor caótico, idealismo político e intensidade emocional, o que se encaixa muito bem no perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
futura psiquiatra em formação, sobrevivente de plantões, ônibus atrasado e gastroenterologia; já diagnostiquei meu burnout 3x e sigo marcando consulta– @milenainchains

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e caótico, tipo plantão em semana de rodízio desgraçado, porque se inspira nessa vibe aqui: “quero caçar todos que falaram que gastro era o melhor estágio da cm pqp cada segundo que eu passo nesse lugar mais eu sinto raiva do internato do colegiado de tudo e todos da medufes”. A cachaça envelhecida representa a militância cansada, meio ríspida mas cheia de história, que aparece quando ela solta um “então quer dizer que se é pobre não pode ter prazer???”. O licor de café é o estágio eterno, as noites mal dormidas e as manhãs de ambulatório depois de plantar até às 7h: “cabimento nenhum ter ambulatório de 7 às 12h, reunião de 12 às 13h, ambulatório de 14 às sabe se lá que horas, noturno de 19 às 7h e enfermaria de 7 às 12h”. O gengibre picante é o ranço afiado, a língua solta que manda meio mundo tomar no cu, tipo quando ela diz “jesus já quase mandei uns 10 gastroenterologistas (e aspirantes a) tomar no cu hj”. O maracujá azedinho é o equilíbrio entre tesão pela vida e pura raiva, bem a energia de “álcool droga desgraçada quase 6 anos de uso e ainda dá náusea quando bebo um pouquinho mais a tolerância é uma mentira”. E a espuma de água de coco é o momento sensível, chapado e contemplativo, olhando pra parede sem pensar em nada: “nossa dei uma 🌸💦 que fiquei catatônica por uns 5 minutos imóvel olhando pra parede sem um o pensamento na cabeça”.

Sua Casa de Hogwarts
Os traços mais marcantes dela são impulsividade, coragem de comprar briga e zero medo de se indispor, típicos de Grifinória. Ela reage com fúria muito aberta a injustiças e figuras de poder, como quando escreve sobre a juíza do caso do adolescente morto (“queria ver se essa querida juíza agiria com tamanha racionalidade se o adolescente inocente ASSASSINADO fosse o filho dela 🥰”) e sobre jovens conservadores (“gente urgente parar essa onda conservadora que está se criando entre os jovens”). A agressividade franca e pouco diplomática aparece em vários momentos, como ao falar de colegas ricos e egoístas (“espero que todos MORRAM precocemente antes de mim de preferência”) ou de homens machistas (“sempre um duo de homem querendo desmerecer toda e qualquer mulher [...] demonização da autonomia feminina”). Ela encara uma rotina de internato pesadíssima com um tom meio dramático-heroico, se colocando quase como mártir de plantão (“ALGUMA atrocidade eu vou ter que cometer hoje [...] mas não tem nem 1h de plantão e já tô querendo evadir” e “cabimento nenhum ter ambulatório de 7 às 12h [...] noturno de 19 às 7h e enfermaria de 7 às 12h”), o que lembra o complexo de heroína exausta, bem do espírito grifinório. Embora haja inteligência, humor ácido e senso crítico, o que domina é a reação emocional intensa, o impulso de confronto e a postura de “peito aberto” diante de problemas – combinação muito mais alinhada à Grifinória do que às outras casas.

Seu filme

Sua música
A música Fuck You da Lily Allen combina com o jeito ácido, politizado e debochado dela. Ela vive xingando figuras de poder e gente reacionária, como quando fala da juíza no caso do adolescente: “queria ver se essa querida juíza agiria com tamanha racionalidade se o adolescente inocente ASSASSINADO fosse o filho dela 🥰” e quando se revolta com a onda conservadora entre jovens: “gente urgente parar essa onda conservadora que está se criando entre os jovens”. O tom é sempre de crítica social misturada com bom humor e palavrão, igual à ironia agressiva da Lily, tipo quando ela comenta transporte e privilégio: “deve ser tudo mt fácil mesmo pra esse bando de filho de papai que faz residência (...) nossa espero que todos MORRAM precocemente antes de mim de preferência” e “ódio mortal que me sobe toda vez que lembro que transporte público não é gratuito”. Além disso, ela se mostra sensível e sobrecarregada, mas encara tudo na base da revolta engraçada, como em “quero caçar todos que falaram que gastro era o melhor estágio da cm pqp cada segundo que eu passo nesse lugar mais eu sinto raiva do internato do colegiado de tudo e todos da medufes” e “a vida é um grande circo e eu sou a principal palhaça..”, o que combina muito com a mistura de vulnerabilidade e afronta da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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milenainchains
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