
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @misandriaa parece se encaixar melhor na Lisa Simpson: inteligente, crítica e muito consciente de injustiças, especialmente em relação a gênero e política, como em “incrível como nenhum homem consegue respeitar minimamente uma mulher nessa edição” e “HAHAHAHAHA quem diria que os cidadãos de bem a favor da vida seriam tão coniventes com o assassinato de pessoas negras e periféricas…”. Ao mesmo tempo, ela mostra um emocional muito intenso, com crises existenciais e ideação suicida, coisa que lembra a fase mais melancólica e pressionada da Lisa, em tweets como “a minha situação financeira me motiva ainda mais ao suicidio” e “se eu não conseguir sair daqui minha única opção vai ser me matar”. Ela também vive conflito familiar, principalmente com a mãe, algo que a Lisa sente com a família em vários episódios, refletido em “o fato de eu ter que conviver com a minha mãe me gera 3x mais depressão” e “pq eu tenho que morar com a mulher mais insuportável do mundo”. Ao mesmo tempo, há afeto profundo pelas pessoas que ama, como em “eu não seria nada sem meu irmão ele me da forças pra continuar lutando pelo que eu acredito”, o que também é muito Lisa. Apesar do humor ácido, da autodepreciação e das tretas com homens, ela mantém um certo idealismo e vontade de que as coisas deem certo, como em “apesar de tudo as coisas estão dando certo pra mim esse ano to muito feliz”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela aparenta ser mais Extrovertida (E) do que introvertida: fala muito de festas, shows e socialização, como em “quando sao 19h de uma sexta e vc ja ta bebada”, “to com ansiedade pro show do cleiton rasta” e “falaram q eu estava servindo muito cunt ontem vestida de chucky 👄”, além de comentar de forma aberta e engraçada sobre a própria vida. A preferência por Intuição (N) aparece nas reflexões sobre mudanças e vida, como em “perceber o quanto eu mudei nesses últimos anos é assustador” e nas críticas sociais em “HAHAHAHAHA quem diria que os cidadãos de bem a favor da vida seriam tão coniventes com o assassinato de pessoas negras e periféricas…”, indo além do concreto imediato. O lado Feeling (F) é forte: ela reage com base em valores e emoções, tanto em temas pessoais – “a minha situação financeira me motiva ainda mais ao suicidio”, “eu não seria nada sem meu irmão ele me da forças pra continuar lutando pelo que eu acredito” – quanto em indignações morais, como “incrível como nenhum homem consegue respeitar minimamente uma mulher nessa edição”. A tendência Perceiving (P) aparece na vida meio caótica e espontânea: beber em dia aleatório em “acabou a maconha então vou ter que me embebedar numa segunda”, arrependimento impulsivo em “pq q eu fui assinar um ano de academia meu deus” e dificuldades com organização em “nao aguento mais tomar multa nao quero mais dirigir”. O conjunto de humor, emocionalidade intensa, sociabilidade, impulsividade e reflexões sobre sentido de vida combina mais com um perfil ENFP do que com tipos mais estruturados (J) ou mais frios/analíticos (T).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
21, goiana, sobrevivente de RU e ônibus lotado. Ex-alcoólatra de rolê, atual universitária cansada. Uma vez fui xingada por uma criança de 3 anos.– @misandriaa

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida forte é a base porque ela vive entre ressaca, celibato e decisões duvidosas em festa, tipo quando diz “quando sao 19h de uma sexta e vc ja ta bebada” e depois “o celibato ta custando minha sanidade mental”. O xarope de maracujá azedinho-doce representa o misto de drama e fofura dela, que sente falta de gente e de lugares, como em “q sdd do rj” e “sdds da minha namorada”. O licor de café bem amargo é a insônia mental e o peso existencial, ecoando desabafos como “se eu não conseguir sair daqui minha única opção vai ser me matar” e “seria mais facil se eu so desistisse”. O espumante rosé baratinho entra pra simbolizar a gata quebrada que ainda tenta comemorar a vida, tipo quando fala “eu nunca estive tão comprometida financeiramente e essa é a causa do meu colapso” mas também “apesar de tudo as coisas estão dando certo pra mim esse ano to muito feliz”. A borda de sal rosa com pimenta é o tempero misândrico e militante, lembrando momentos em que ela detona macho e hipocrisia como em “incrível como nenhum homem consegue respeitar minimamente uma mulher nessa edição” e “HAHAHAHAHA quem diria que os cidadãos de bem a favor da vida seriam tão coniventes com o assassinato de pessoas negras e periféricas…”. No fim, o drink fica forte, levemente doce, bem ácido e perigoso: exatamente o que alguém que twitta “eu sou a porra do meu problema” beberia rindo da própria desgraça no bloquinho que perdeu, como em “eu queria ter ido no bloquinho do calvin harris”.

Sua Casa de Hogwarts
Gabi demonstra um padrão forte de impulsividade, coragem emocional e enfrentamento de situações difíceis de peito aberto, o que é bem característico da Gryffindor. Ela fala de forma aberta e crua sobre sofrimento psíquico e ideação suicida, como em “se eu não conseguir sair daqui minha única opção vai ser me matar” e “a minha situação financeira me motiva ainda mais ao suicidio”, o que mostra uma disposição de encarar e expor vulnerabilidades que muitos esconderiam. Ao mesmo tempo, ela se posiciona com veemência em questões de injustiça e violência, como em “HAHAHAHAHA quem diria que os cidadãos de bem a favor da vida seriam tão coniventes com o assassinato de pessoas negras e periféricas…” e “incrível como nenhum homem consegue respeitar minimamente uma mulher nessa edição”, assumindo um tom combativo típico dos leões. Há também um ar de impulsividade e vida no limite em coisas como beber e se jogar em situações complicadas, vide “quando sao 19h de uma sexta e vc ja ta bebada” e “acabou a maconha então vou ter que me embebedar numa segunda”. Apesar de sinais de lealdade e afeto, como em “eu não seria nada sem meu irmão ele me da forças pra continuar lutando pelo que eu acredito”, o traço dominante é a coragem meio caótica, explosiva e combativa, que encaixa melhor em Gryffindor do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música thank u, next combina com a forma como a gabi transforma caos emocional, exs e decepções em autocrítica ácida e aprendizado. Ela vive falando de relações frustradas e gente que a feriu, como em “nunca mais me envolvo com ninguém nessa merda” e “o fato de eu ter que conviver com a minha mãe me gera 3x mais depressão”, o que ecoa o tom de encerramento de ciclos da música. Ao mesmo tempo, mantém uma confiança debochada, chamando atenção pra própria beleza em “é muito difícil ser uma mulher linda” e rindo do próprio caos em “eu sou a porra do meu problema”. A letra da Ariana fala de passar por relações ruins, aprender com cada uma e seguir em frente — bem o clima de quem diz “perceber o quanto eu mudei nesses últimos anos é assustador”, mas continua indo pra show, bloquinho e festa pra sobreviver ao drama, como em “eu queria ter ido no bloquinho do calvin harris” e “quando sao 19h de uma sexta e vc ja ta bebada”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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misandriaa
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