
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson, porque a usuária mistura intensidade emocional, paixão por música e forte vida intelectual, bem ao estilo da Lisa fangirl de bandas e, ao mesmo tempo, rato de biblioteca. Ela está sempre estudando e sofrendo com provas e leituras teóricas, como em “indo fazer uma prova com apenas um fichamento da hannah arendt (péssimo fichamento, por sinal) e tudo o que eu sei sobre história dos estados unidos”, o que ecoa a Lisa nerd que leva a escola muito a sério. Ao mesmo tempo, é super idealista e emotiva com seus ídolos, tipo em “a maior banda de rock de todos os tempos é o bts resta aceitar” e no amor quase religioso por Yoongi em “jurídico inca garcilaso e min yoongi amor eterno”. Ela também vive questionando o mundo, indo a shows, festivais alternativos e eventos queer na Unicamp, como em “concurso de lésbica performática unicamp pocando”, o que lembra a Lisa crítica, politizada e ligada a causas. Por fim, o tom dramático e ansioso – por exemplo em “pensando aqui como vou tirar dinheiro do cu pra ver monsta x e bts no mesmo ano” – combina com a Lisa que sente tudo intensamente e muitas vezes se vê sobrecarregada pelas próprias expectativas.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais extrovertidos (E) do que introvertidos: vivem de show em show, falam de amigos, filas, encontros e interações presenciais, como em “terça vou sair com uma pessoa que gosto muito e tô ansiosa quero passar a melhor impressão possível pra pessoa continuar gostando de mim (amigos há dez anos)” e “eu que passei o ano inteiro indo em show de rock e sendo do rock vou fechar o ano num show de forró no interior da Bahia amo viver”. A forma como falam mistura humor, exagero e conexões entre coisas (luto, shows, identidade, fandom) de modo bastante associativo e não só descritivo, o que aponta para intuição (N), por exemplo em “aquela amiga que começou a ir em shows desenfreadamente como um mecanismo pra lidar com o luto e ter a sensação de que tá aproveitando a vida…”. No eixo T/F, é bem mais forte o apelo emocional, afetivo e relacional do que qualquer argumento lógico: eles choram, surtam, fazem declarações de amor e lealdade como em “eu sempre falo isso... eu iria pra guerra por ele [...] te amo yoongi te amo jurídico inca garcilaso e min yoongi amor eterno” e “vou ver o yoongi nem que seja na marra”, mostrando um claro Feeling (F). Quanto a J/P, a vida deles parece marcada por espontaneidade, improviso e caos divertido (inclusive financeiro): falam de “tirar dinheiro do cu” para shows em “pensando aqui como vou tirar dinheiro do cu pra ver monsta x e bts no mesmo ano”, de provas feitas meio na raça em “indo fazer uma prova com apenas um fichamento da hannah arendt (péssimo fichamento, por sinal)” e de pequenas trapalhadas do dia a dia com humor em “dia dois sendo melhor amiga do gabriel [...] quebrou meu apontador e todos os lápis do meu estojo”, o que sugere fortemente Perceiving (P). Somando E, N, F e P, a combinação que melhor encaixa com o jeito apaixonado, caótico, dramático, muito social e criativo deles é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Historiadora em formação na Unicamp, yoongina roqueira: já fechei o ano com SOAD e forró na Várzea da Pedra e ainda passo prova com Arendt na raça.– @monbebemello07

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, porque essa é a garota que vai em show pra lidar com o luto e o fim do mundo, como em “aquela amiga que começou a ir em shows desenfreadamente como um mecanismo pra lidar com o luto e ter a sensação de que tá aproveitando a vida…”, então entra cachaça envelhecida como base intensa e teimosa. O licor de jabuticaba é homenagem à criança pedindo um “JABUTI LEGALIZADO” e ao humor caótico que aparece o tempo todo. O xarope de acerola com manga vem do rolê interiorano, da menina que acorda cedo, olha os bodes e “peguei acerola peguei manga falei com os papagaio”, misturando doçura e acidez. A espuma de limão siciliano traz o azedinho dramático de quem solta um “eu vou me matar vou me jogar de uma ponte eu vou comer vidro beber água sanitária” por causa de idol, mas no fundo tá só performando o caos. O glitter comestível roxo e preto sela o pacto emo-kpopper-rockeira, unindo BTS como “a maior banda de rock de todos os tempos” com o amor por SOAD, BMTH e MCR em noites de show onde, se tocar Mama, “não respondo por mim”.

Sua Casa de Hogwarts
A dona da conta é extremamente impulsiva, dramática e movida a intensidade, o que é bem característico da Gryffindor. Ela fala de ir à guerra por ídolos com zero ironia, como em “eu sempre falo isso... eu iria pra guerra por ele meus dias sempre são abençoados quando ele aparece te amo yoongi te amo jurídico inca garcilaso e min yoongi amor eterno”, e encara shows e viagens com uma disposição quase heroica, mesmo sem dinheiro: “pensando aqui como vou tirar dinheiro do cu pra ver monsta x e bts no mesmo ano”. Há também uma coragem afetiva e social, como quando ela decide que vai ver o Yoongi “nem que seja na marra” em “vou ver o yoongi nem que seja na marra” e se joga em experiências intensas, inclusive usando shows para lidar com o luto em “aquela amiga que começou a ir em shows desenfreadamente como um mecanismo pra lidar com o luto e ter a sensação de que tá aproveitando a vida...”. Ela é apaixonadamente leal às próprias paixões e não tem medo de se expor emocionalmente, como quando diz “não me chamem pra sair não me convidem pra aniversário não me chamem pra viajar” porque seu foco é seguir os shows que ama. O tom geral é de alguém que enfrenta as coisas “no peito”, vive tudo no máximo, e transforma sentimentos em grandes gestos dramáticos — isso é muito mais Gryffindor do que a ambição racional de Slytherin ou a calma trabalhadora de Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
A música Mama do My Chemical Romance combina com ela porque mistura drama, humor sombrio e clima de guerra emocional, exatamente como ela faz quando fala de shows e sentimentos extremos, tipo quando diz que de hoje até novembro vai ser atormentada pelas piores memórias de guerra “de hoje até novembro vou ser atormentada pelas piores memórias de guerra que alguém pode ter”. Ela mesma já avisou o surto que vai ser quando o MCR tocar essa música, mostrando o quanto esse som é parte da identidade dela “assim que eu perceber que o mcr tá tocando mama não respondo por mim minha maquiagem vai borrar…”. A bio “if we live fast, let us die young” conversa direto com a estética meio apocalíptica e teatral da faixa. Além disso, ela vive intensamente música, luto e shows como forma de sobreviver ao caos, o que combina com a atmosfera catártica e exagerada de Mama, onde tudo é sofrimento mas também espetáculo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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monbebemello07
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