
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson, mas em uma versão bem mais ácida e desencantada. Assim como a Lisa, ele tem forte relação com arte e cultura, falando de cinema, anime, livros e música, como em “anime horrível péssimo muito ruim” e nos gostos em “jogo fav: sudoku ? anime fav: katanagatari filme fav: le mépris... banda fav: som imaginário... livro fav: história do olho”. A inteligência autodeclarada e o desdém pelos outros lembram muito a postura da Lisa diante da mediocridade em Springfield, como em “eu posso ser a pessoa mais inteligente do mundo mesmo porque a concorrência tá fraquíssima” e “mais fácil vocês falarem que são só burros mesmo”. Ao mesmo tempo, ele demonstra sensibilidade e certa melancolia em “vou indo dormir triste porque estou SÓ vivendo” e “ainda muito triste”, algo muito presente na Lisa quando ela se sente deslocada. A mistura de crítica social, irritação com burrice alheia e amor genuíno por arte e conhecimento faz dele uma versão cínica da Lisa, mais adulta e debochada.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles passam uma vibe bem mais introvertida (I) do que extrovertida: falam muito de estarem só, cansados ou apenas existindo, como em “vou indo dormir triste porque estou SÓ vivendo”, e de atividades solitárias como ouvir música e ver filmes, além de não buscar validação social direta, mas sim comentar o mundo com ironia. A preferência por intuição (N) aparece no humor abstrato e nas ideias meio viajadas, como em “e se a água fosse filmes e se a gente ingerisse filmes igual água”, na piada meta com repetição de tweets “eu tenho a ABSOLUTA certeza que esse tweet já passou na minha timeline com as mesmas respostas”, e no jeito de filosofar sobre hipocrisia já na bio. O eixo pensamento (T) é bem forte: ele costuma xingar, criticar e chamar os outros de burros com frieza lógica, tipo “é só uma foto tnc vocês nem tem vergonha de serem burros” e “mais fácil vocês falarem que são só burros mesmo”, além de comentar cinema e cultura com tom racional, às vezes até esnobe. No P (perceiving), ele é claramente espontâneo e caótico: fala de agendar tweet e talvez estar dormindo ou morto “agendei esse tweet e muito possível estou dormindo nesse horário... ou morto né quem sabe”, quer cometer um crime “pra ser preso e não precisar fazer porra nenhuma na cadeia”, vive reclamando de dinheiro e de tênis caro sem plano nenhum, e vai improvisando o dia (“indo fazer almoço mutuals querem almoçar o que hoje”). A mistura de ironia, autodepreciação, humor conceitual e interesse por arte/música/cinema, somada à falta de organização explícita e à preferência por analisar e criticar em vez de se envolver emocionalmente, combina bastante com um perfil INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Crítico de filme caro, tênis mais caro ainda e muriçoca barata. Uma vez sonhei com o Guts e acordei pedindo Pix. BR, Sudoku e ironia em tempo integral.– @montedecafife

Seu coquetel exclusivo
Uma base de cachaça envelhecida representa o lado fiel porém traiçoeiro do bio, essa brasilidade meio torta que reclama de tudo mas segue firme: “sou bastante fiel e sou bastante traiçoeiro, sou bastante amargo e sou muito doce”. O licor de pera entra pela auto-descrição fofa e caótica de gostos, onde a fruta favorita é pera, como no tweet de perfil: “fruta fav: pera ?”. O xarope de pequi é homenagem ao rolê raiz, quando ele comenta da vida no mato e dos corres: “fui caçar pequi me atolei na lama e banhei de chuva #dialindo #gratidao”. O suco de limão tahiti traz a acidez necessária pra quem vive chamando os outros de burros: “é só uma foto tnc vocês nem tem vergonha de serem burros” e “po galera vocês são burros”. Por cima, uma espuma de café com um tiquinho de sal mistura amargor e energia, igual aos surtos existenciais e financeiros tipo “me enviem pix por favor” e o desejo de ser dramaticamente preso pra não fazer nada: “quero fazer um crime para ser preso e não precisar fazer porra nenhuma na cadeia”. O resultado é um drink forte, doce-amargo, meio culto, meio caótico, perfeito pra alguém que quer ao mesmo tempo ver Godard, reclamar de tênis caro e dizer “eu posso ser a pessoa mais inteligente do mundo mesmo porque a concorrência tá fraquíssima”.

Sua Casa de Hogwarts
O usuário mostra um interesse muito forte por arte, cinema, música e literatura, o que aponta para um traço típico de Corvinal. Ele lista com carinho seus favoritos em várias categorias em “eu gostos jogo fav: sudoku ? anime fav: katanagatari filme fav: le mépris comida fav: macarrão ? mangá fav: & ? banda fav: som imaginário ? cantora fav: polachek ? cantor fav: milton nascimento série fav: fruta fav: pera ? livro fav: história do olho >.<” e comenta com entusiasmo textos sobre cinema em “a coisa mais linda que já li sobre rohmer tnc”, o que revela mente curiosa e voltada a referências cult. Ele também critica a falta de profundidade intelectual dos outros em vários momentos, como em “eu posso ser a pessoa mais inteligente do mundo mesmo porque a concorrência tá fraquíssima” e “é só uma foto tnc vocês nem tem vergonha de serem burros”, reforçando um certo orgulho do próprio intelecto, muito alinhado à vaidade intelectual corvina. Há um humor ácido e analítico quando fala de debates sobre cinema nacional em “é cada pataquada que a gente lê nesse rito de glorificação de filmes nacionais que não aceitam por nada uma opinião divergente – que majoritariamente parte de um público que nem assistiu ao filme”, mostrando postura crítica e reflexão argumentativa. Até suas interações cotidianas giram em torno de trocar recomendações e comentar música e cultura, como em “meu zap com a julia é tipo escutando tal música agora viu e você já escutou isso nossa tim maia bom demais e aquele álbum lá já escutou nuuu e essa música aqui que linda nossa tal cantor é pedrada demais”, o que reforça a imagem de alguém movido a curiosidade, referências e conversa intelectual. A ironia constante e o apego a gostos específicos, além da sensibilidade artística, casam muito melhor com Corvinal do que com a ambição calculista de Sonserina, o heroísmo de Grifinória ou o foco em trabalho e acolhimento típico de Lufa-Lufa.

Seu filme

Sua música
A melhor música para o @montedecafife é Mas que Nada, do Jorge Ben Jor, porque junta bom humor, ironia e um certo caos leve que combina muito com o jeito que ele fala de tudo. Ele oscila entre o amargo e o doce na bio ("sou bastante fiel e sou bastante traiçoeiro, sou bastante amargo e sou muito doce"), o que lembra o clima descontraído e ao mesmo tempo ácido da música. O tom de deboche carinhoso aparece quando ele chama os outros de burros, como em "é só uma foto tnc vocês nem tem vergonha de serem burros" e "po galera vocês são burros", algo que caberia fácil na malemolência irônica do Ben Jor. Ao mesmo tempo ele é muito afetivo com cultura pop, tipo quando fala de anime ruim em "anime horrível péssimo muito ruim" ou quando quer ser a voz de uma cantora em "quero ser a voz da caroline polachek", o que combina com a musicalidade cheia de referências e paixão pela música de Jorge Ben. E existe também esse clima de viver na pindaíba, mas rindo, como em "me enviem pix por favor" e "indo pro semáforo pedir uns trocados querem algo mutuals?", que combina com a batida alegre de Mas que Nada escondendo uma vida meio ferrada, mas dançante.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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montedecafife
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