
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela lembra muito a Lisa Simpson: intelectualizada, politicamente engajada, mas também irônica e cansada do mundo adulto. Como a Lisa, mistura pautas políticas sérias com humor, falando de imperialismo e esquerda em tom de meme, como em “agora sim vou defender o imperialismo!” e “garoto Comunismo que nao abolir o Estado, o capital, as classes e o gênero eu nao quero!”. A vibe de estudante crítica que zoa tanto a esquerda institucional quanto os radicais aparece em “idai se no segundo todos vao apoiar lula a unica coisa em q os ditos radicais se diferem é a desculpa que vao dar pra votar em lula denovo” e “o engraçado é que se alguém promover debate entre a esquerda radical os ditos comunas vao meter esse mesmo louco [...] vcs nao sao tao diferentes quanto acham”. Ao mesmo tempo, ela é sensível e introspectiva, falando de ser trans e de dor com humor autodepreciativo, como em “sabiam q nos pessoas trans somos tipo o Demolidor [...] Pra vc ver” e “adoro falar 'obrigada' pro meus pais p fazer um foreshadowing pra uma noticia q eles vao receber em alguns anos”. O gosto por música e cultura alternativa (Death Grips, JPEGMAFIA, Radiohead, etc.) e a postura de "adolescente gênio meio amargurado" encaixam perfeitamente na energia de Lisa rebelde na adolescência.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets indicam mais Extroversão (E) do que introversão: ela fala de encontros, faculdade, unB, amigos e interações públicas com naturalidade e humor, por exemplo quando comenta o reconhecimento na universidade em “pqp quando a namorada do thales chegou atras de mim falando 'morteplastica?' na unb da cei” e quando brinca sobre ser conhecida entre a “juventude hitlerista” em “deu ruim galera to conhecida entre a juventude hitlerista”. A postura é claramente Intuitiva (N): há muita ironia política, crítica ideológica e abstração, como em “o regime pós morte de lula terá de ter uma guerra civil revolucionaria ou todos seremos exterminados” e “NAO HA NADA DE LINDO EM NENHUM PASSADO”, sempre generalizando e filosofando, em vez de focar só em fatos concretos. Ela parece usar mais Sentimento (F) do que pensamento frio: reage com indignação moral a nazismo e extrema direita em “vcs odeiam nazi ate ser alguem q vcs gosta 🤷♀️ ai so pedir desculpa que todo mundo senta e mama tnc” e se envolve emocionalmente com pautas trans e Palestina, como no nick e em “mesmo q nos matem ou nos prendam, nunca nos vencerao ,, pois nunca serao capazes de nos mudar”. A preferência por Percepção (P) aparece no tom caótico, espontâneo e desorganizado: ela se descreve em oscilações de rank em jogo em “eu caio pra plat dps volto pro dima dps eu caio dnv e volto pro dima denovo”, fala de procrastinar edits em “tive uma ideia pra outra edit... mas to com preguiça de ir atras de mais clipe tnc” e vive improvisando entre piadas, política e desabafos. No conjunto, a mistura de militância emocional, humor absurdo, vida social ativa e espontaneidade forte combina melhor com o tipo ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Isa, 18. Comunismo sem meia-volta, cigarro na chuva e Danganronpa na veia. Já fui reconhecida na UnB e ainda tô processando esse bug da matrix.– @morteplastica

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e caótico, como alguém que fala de comunismo, Lula e guerra civil no mesmo feed, tipo em "o regime pós morte de lula terá de ter uma guerra civil revolucionaria ou todos seremos exterminados". A cachaça envelhecida representa o Brasil profundo, de quem manda um "nunca gostei do PT :P nunca vou gostar do PT u.u" mas vive orbitando política. O licor de violeta é pela estética trans emo-irônica, visível em coisas como "aproveitar essa minha fagote life.." e o jeito autodebochado de se descrever. O limão siciliano puxa pro ácido, lembrando tiradas tipo "vcs odeiam nazi ate ser alguem q vcs gosta 🤷♀️" e as críticas à esquerda e à direita. O xarope de pimenta com mel mistura carinho e agressividade, igual ela falando de amor, hormônios e sofrimento em tweets como "another 14 dias another dose de estrogenio". Por fim, a espuma de cerveja escura em cima é o humor sombrio e memeiro de quem diz que sacrificaria metade do povo pra rejogar Danganronpa em "eu sacrificava metade do povo brasileiro pra poder jogar a triologia de danganronpa pela primeira vez denovo", mas tudo vem coberto de risada histérica estilo "KKKKKKKKKKKKKKKK".

Sua Casa de Hogwarts
A Isa mostra um humor bem ácido, pragmático e voltado pra autopreservação, bem na linha de Slytherin. Ela fala em se sacrificar pelos próprios desejos de forma hiperbólica em frases como “eu sacrificava metade do povo brasileiro pra poder jogar a triologia de danganronpa pela primeira vez denovo”, o que mostra uma priorização extrema (ainda que irônica) dos seus interesses. A visão dela de política e de esquerda também é dura, cética e bastante estratégica, como quando diz “idai se no segundo todos vao apoiar lula a unica coisa em q os ditos radicais se diferem é a desculpa que vao dar pra votar em lula denovo” e “o regime pós morte de lula terá de ter uma guerra civil revolucionaria ou todos seremos exterminados”, revelando foco em correlação de forças e sobrevivência política. Ela também mostra ambição pessoal e confiança em si em coisas como “eu vou ser a maior main bastion do brasil!” e “demite esse estagiário e chama eu eu sou a única qualificada o suficiente pra esse cargo”, que são bem a cara da autoconfiança slytherin. Mesmo quando brinca com a própria transição ou com a relação com os pais, faz isso com uma ironia fria e calculada, como em “adoro falar 'obrigada' pro meus pais p fazer um foreshadowing pra uma noticia q eles vao receber em alguns anos”, mostrando consciência de narrativa, timing e impacto — traços típicos de alguém de Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música Get Got do Death Grips combina com a persona caótica, política e muito online da @morteplastica, que se define ouvindo o grupo: “fa clube death grips distrito federal” e “Artistas para me conhecer JPEGMAFIA DEATH GRIPS LOOPCINEMA”. A estética ruidosa, agressiva e acelerada da faixa reflete o tom dos tweets, cheios de ironia, caps lock e surtos engraçados, como em “KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK”. A sensação de paranoia política e fim de mundo presente em Death Grips conversa com posts como “o regime pós morte de lula terá de ter uma guerra civil revolucionaria ou todos seremos exterminados” e “é mais fácil imaginar o fim da esquerda do que o fim de lula”. Ao mesmo tempo, o caos íntimo e corpo-em-transformação ecoam na vivência dela, como em “another 14 dias another dose de estrogenio” e no humor autodepreciativo de “to chupando dedo fingindo que eh cigarro”. Assim, Get Got sintetiza o mix de militância, ironia, ansiedade e energia frenética que perpassa o perfil.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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morteplastica
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