
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil mistura muita ironia, politização e crise existencial de jovem inteligente, o que aproxima bastante da Lisa. A pessoa é extremamente opinativa em política e sociedade, como quando fala de Lula, Petro e crítica a direita em vários momentos, por exemplo em “O Petro tem algo que vocês nunca vão ter: coragem.” e em “Primeiro a direita tem que passar no vestibular então kkkkkk”, algo bem Lisa denunciando injustiças. Ao mesmo tempo, tem um traço forte de ansiedade, autoanálise e sensação de inadequação social, como em “Será que eu estraguei uma amizade que eu esperava durar anos em umas 3 semanas e nem tô sabendo? Ou eu tô sendo paranóico?” e “A cada mensagem que eu mando eu penso se a pessoa começou a me odiar ou não. Tenho que parar com isso”, que lembram a insegurança emocional da Lisa. O gosto por arte mais “de nicho” e cult, tipo Silent Hill, Higurashi, Xenosaga e o desprezo por cultura de massa rasa, como em “Desculpa, eu me acho superior a quem vê isso aqui sim”, ecoa a postura meio esnobe-intelectual da Lisa em relação ao mundo ao redor. Por fim, há um idealismo ferrado de esperança no próprio futuro apesar da depressão, visível em “Todos vão ver, eu vou me formar esse ano, eu vou ter um trabalho legal, uma namorada linda...”, que é muito parecido com a forma como a Lisa sonha com um mundo melhor enquanto sofre com a realidade.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser bem mais voltados para o mundo interno do que para interação social, falando de longas experiências solitárias com jogos e VNs como Higurashi (“Terminei Higurashi depois de 130 horas e um turbilhão de emoções que mudou minha vida”) e comentando inseguranças sociais, como em “A cada mensagem que eu mando eu penso se a pessoa começou a me odiar ou não”, o que combina mais com I do que com E. A forma como argumentam é fortemente abstrata e conceitual, analisando fenômenos culturais e políticos em nível de ideia, por exemplo ao falar de racismo ambiental (“Racismo ambiental é um fenômeno tão bem documentado e estudado...”) ou da estética de movimentos de direita (“Parte que mais me irrita no Missão... é ter essa estética bosta”), o que aponta para N mais do que S. O tom costuma ser lógico, cortante e pouco preocupado em ser agradável, chamando pessoas de burras (“Pô galera, vocês são muito burros”) e rebatendo argumentos com racionalizações estruturadas, como ao falar da esquerda, Lula e Petro (“O Petro tem algo que vocês nunca vão ter: coragem...”), sugerindo predominância de T em vez de F, apesar de mostrarem emoções e frustrações. Em relação a J/P, eles demonstram tendência a estruturar opiniões em textos longos planejados (“Vou fazer um texto gigante sobre como Sh2 Remake é uma bosta e o F é melhor. Me aguardem”) e estabelecem metas e ‘projetinhos’ claros para o futuro (“Projetinho de 2026, volto aqui ano que vem (eu espero) falar o que deu certo”), o que é bem característico de J. Ao mesmo tempo em que são autocríticos e falam de períodos depressivos (“Sinto que vou entrar em outro período depressivo nesta merda”), mantêm uma visão de longo prazo sobre carreira, estudo e vida pessoal (“Todos vão ver, eu vou me formar esse ano, eu vou ter um trabalho legal, uma namorada linda...”), algo típico do planejamento estratégico associado a INTJ. Somando introspecção, foco em ideias abstratas, argumentação fria e estruturada e desejo de organizar o futuro, o tipo que melhor se encaixa é INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Crítico de jogo deprimido, fã de Silent Hill, pós-punk e política. Já defendi Xenosaga no TCC e ainda acho que o remake errado sempre ganha.– @muintoruim

Seu coquetel exclusivo
Cachaça forte e envelhecida representa o lado brasileiro, politizado e sem papas na língua de alguém que escreve coisas como “Pô galera, vocês são muito burros” e defende Lula e Petro em vários momentos. O licor de café bem amargo encarna o pessimismo crônico e a autoironia de posts como “Sinto que vou entrar em outro período depressivo nesta merda” e “Só quero um emprego meu Deus”. O suco de limão siciliano traz a acidez dos rant sobre cultura pop e política, como quando ele diz que o Grammy é tipo um Oscar onde “um filme da Marvel ganha do Nolan” em “Esse é o Grammy”. O xarope de açúcar mascavo é a parte doce e vulnerável que aparece quando fala de futuro e afeto, como em “Todos vão ver, eu vou me formar esse ano, eu vou ter um trabalho legal, uma namorada linda…” ou quando reconhece que fim de ano é deprimente mas “fica feliz por todos que conseguem aproveitar” em “Final de ano daqui pra frente vai ser cada vez mais deprimente”. A espuma de gengibre com carvão ativado é o toque experimental, meio sombrio gamer/otaku (Silent Hill, Xenosaga, Higurashi) de alguém que agradece Ryukishi07 em “Terminei Higurashi depois de 130 horas e um turbilhão de emoções que mudou minha vida” e xinga remakes em “Vou fazer um texto gigante sobre como Sh2 Remake é uma bosta e o F é melhor”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte dele é a combinação de intelectualização, exigência estética e curiosidade obsessiva, típica da Corvinal. Ele demonstra constante interesse em obras complexas, como quando fala de Silent Hill e promete um texto enorme e analítico sobre o remake: “Penei pra colocar 16 mil caracteres no meu TCC, em 5 mintos xingando Sh2 remake já to em 3.5k” e “Vou fazer um texto gigante sobre como Sh2 Remake é uma bosta e o F é melhor. Me aguardem”. Ele valoriza fortemente repertório cultural e despreza quem não tem, como quando critica o uso de IA pela falta de bagagem: “quem usa IA não tem o mínimo de repertório cultural”, ou quando desdenha entretenimento raso: “Desculpa, eu me acho superior a quem vê isso aqui sim”. Há um orgulho claro em ser “cinéfilo de videogame” e em tratar jogo como arte, cobrando profundidade intelectual dos outros: “Os 'Cinéfilos de videogame' estão certos… não vem larpar… querendo opinar pra cima de uma forma de arte que você não respeitar e não entende”. Além disso, ele encara literatura, jogos e anime de forma reflexiva e transformadora, como em Higurashi: “Terminei Higurashi depois de 130 horas e um turbilhão de emoções que mudou minha vida”, reforçando a imagem de alguém que busca sentido e conhecimento nas obras que consome — marca registrada de um Corvino.

Seu filme

Sua música
A música Creep combina bem com o tom autoirônico, depressivo e de deslocamento que aparece várias vezes no perfil. Eles dizem coisas como “Sinto que vou entrar em outro período depressivo nesta merda” e “Final de ano daqui pra frente vai ser cada vez mais deprimente. Mas fico feliz por todos que conseguem aproveitar”, o que remete diretamente ao sentimento de inadequação da letra. Ao mesmo tempo, há um misto de arrogância defensiva e insegurança social em posts como “Pô galera, vocês são muito burros” e “A cada mensagem que eu mando eu penso se a pessoa começou a me odiar ou não. Tenho que parar com isso”, bem no espírito de alguém que se sente "estranho" mas também superior. O jeito agressivo e niilista de comentar política e cultura pop, como em “Deus por favor queime a casa de todos os envolvidos em um remake de Rule of Rose se for verdade”, ecoa o lado autodestrutivo e desesperado da música. No geral, Creep captura essa mistura de misantropia, humor ácido, baixa autoestima e paixão obsessiva por arte e cultura que domina a timeline deles.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 19 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
muintoruim
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom