
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Haru lembra muito a Lisa Simpson: é abertamente nerd, sensível, politizada e vive num ambiente meio caótico. Ela gosta de estudo e tem um olhar crítico pra educação, como quando comenta Paulo Freire e a estrutura da escola brasileira em “Engraçado ver gente falando que é mentira... segundo Paulo Freire, uma educação de +”, algo que combina bastante com a Lisa intelectual e politizada. Ao mesmo tempo, tem crises existenciais e um humor autodepreciativo, tipo em “oi gente posso me matar ss ou nn” e “Absolutamente TODAS as minhas escolhas ontem foram péssimas decisões”, o que lembra a fase adolescente e hiperconsciente da Lisa. Ela é muito apegada a arte, livros e anime/jogos — vide “Preciso de recomendação de livro (sem ser romance ou fantasia) 🥺” e “The Minish Cap é lindo demais pqp...” — tal como a Lisa com saxofone, leitura e causas culturais. Por fim, a sensação de ser meio deslocada, com poucos que realmente entendem seu mundo interno, aparece em coisas como “Posto muitas coisas em um curto período de tempo e logo em seguida sumo por meses... + só respondo minha mãe”, o que ecoa bastante a solidão emocional da Lisa dentro da própria família e sociedade.

Seu tipo de personalidade MBTI
A dimensão I aparece forte: apesar de ter amigos e sair (Ahoy, KKKRY, etc.), ela enfatiza sumir das redes e ter um círculo bem limitado, como em “Posto muitas coisas em um curto período de tempo e logo em seguida sumo por meses + não fico on em nenhuma rede social + quer me ver vem aqui em casa + só respondo minha mãe”. Há predomínio de N em reflexões abstratas, metáforas e viagens conceituais como “2050 sempre foi mais perto do que 2000 porque o tempo não volta, o ontem foi há milhões de anos atrás” e o fascínio por mídias sobre "garotas estranhas como algum deus ou entidade superior" em “Eu adoro mídias que retratam garotas estranhas como algum deus ou entidade superior, literalmente minha coisa favorita”. A preferência por F transparece no foco em sentimentos, vínculos e empatia: ela fala da solidão de uma criatura rejeitada em “Você renega sua criação [...] em algo eternamente solitário > A solidão consome a criatura que você criou e, em seguida, rejeitou”, do desejo de “ter posse do coração do meu amor” em “Sou igual a Mary Shelley, quero ter posse do coração do meu amor” e da vontade de ser lembrada por meio de marcações pessoais em livros em “Eles não sabem mas eu grifo frases de livros que compro no sebo pra quando terminar de ler alguém pegar e ver o que eu gostei”. A letra P aparece na espontaneidade caótica, decisões impulsivas e falta de estrutura rígida: ela assume escolhas péssimas e impulsivas em “Absolutamente TODAS as minhas escolhas ontem foram péssimas decisões”, fala em “retiro espiritual” por impulso no Oscar em “vou fazer um retiro espiritual vai se foder academia, vai sw foder oscar” e mostra um estilo de vida muito mais reativo que planejado. Somando introversão, idealismo, intensidade emocional e modo de vida flexível, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Blumenau, livros riscados pra desconhecidos, anime no Nintendo e prints guardados por meses. Estudo, reclamo de streaming e sobrevivo de brechó.– @N3KORU

Seu coquetel exclusivo
Cachaça artesanal é a base forte e meio caótica, como quem solta um "oi gente posso me matar ss ou nn" mas continua firme, indo em Ahoy, faculdade e brechó. O licor de jabuticaba traz o lado doce-intenso, tipo quem escreve "Eles não sabem mas eu grifo frases de livros que compro no sebo pra quando terminar de ler alguém pegar e ver o que eu gostei", guardando sentimentos em detalhes. O chá gelado de erva-cidreira representa a necessidade de paz de quem vive dizendo "Silenciar e bloquear realmente são as melhores funções aqui, só paz". O xarope de mel e limão é o cuidado agridoce com os outros e consigo mesma, ecoando o drama carinhoso de "Bebo dois gole de álcool e começo a me escorar nas pessoas, sou aqueles brinquedinhos que você bota na água e ele fica molenga 💔". Por cima, a espuma leve de gengibre é a ironia picante que aparece quando ela diz "Posto muitas coisas em um curto período de tempo e logo em seguida sumo por meses" e também o fogo criativo de quem se vê em coisas como "LAIN E CORINTHIANS. SOU EUUUUUU".

Sua Casa de Hogwarts
O perfil da Haru mostra uma pessoa muito marcada por curiosidade intelectual, referências culturais e análise, traços centrais da Corvinal. Ela demonstra amor por aprender e por teoria da educação ao comentar Paulo Freire e licenciatura em um fio longo e articulado: “Nas matérias de licenciatura é ensinado desde o primeiro semestre que a educação é sim repudiosa e covarde… segundo Paulo Freire, uma educação de +”. Também busca constantemente mídia e conhecimento fora do óbvio: fala de Mary Shelley para expressar sentimentos (“Sou igual a Mary Shelley, quero ter posse do coração do meu amor”), comenta com propriedade sobre séries e filmes como Hilda Furacão, Flow e Oscars (“My ★★★★★ review of Flow on Letterboxd”, “por favor deus… que seja QUALQUER COISA… MENOS emilia perez”). A criatividade e o espírito observador aparecem na forma como ela transforma coisas do cotidiano em reflexões e piadas, como quando fala da sensação do tempo em relação a 2050 (“2050 sempre foi mais perto do que 2000 porque o tempo não volta, o ontem foi há milhões de anos atrás”) ou cria pequenas "teorias" sociais sobre amigos, cidade e vida acadêmica. Além disso, ela é claramente artística e contemplativa – desenha e pinta pessoas próximas (“eu gosto de desenhar e pintar as pessoas ao meu redor, e pra isso só precisa que eu lembre de você”) e grifa livros de sebo pensando em futuros leitores (“grifo frases de livros que compro no sebo pra quando terminar de ler alguém pegar e ver o que eu gostei”) –, o que reforça um tipo de inteligência sensível e criativa muito típica da Corvinal. Há pitadas de lealdade e caos que poderiam apontar para Lufa-Lufa ou Grifinória, mas o fio condutor mais forte é a curiosidade, o olhar analítico sobre cultura e educação e a forma como ela organiza o mundo em observações espertas – tudo isso encaixa melhor em Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
Haru mistura insegurança, humor autodepreciativo e desejo de afeto, o que combina muito com normal girl. Ela brinca com a própria estranheza em posts como “Amor você me amaria se eu fosse normie? 🥺” e “amor eu sou poggers? 🥺🥺🥺”, ecoando a letra da música sobre querer ser uma garota "normal" que alguém leva a sério. Ao mesmo tempo, ela abraça o próprio jeito esquisito e intenso, falando de amizades homoeróticas (“vou fazer algo bem emo agora gente se liga kkkk tenho uma amizade homoerótica”) e do drama amoroso quase possessivo (“Sou igual a Mary Shelley, quero ter posse do coração do meu amor”), o que conversa com a vulnerabilidade e a carência afetiva da SZA na faixa. Essa oscilação entre se achar demais e se achar de menos, entre rir do caos e sofrer quieta, é exatamente o clima de normal girl, tornando a música um espelho bem fiel da timeline dela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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