
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais com a Lisa Simpson: muito opinativa, inteligente e engajada, mas também irônica e bem-humorada. Assim como a Lisa, ela é nerd da própria área, explicando ciência/correções com segurança, como quando corrige desinformação sobre galinhas em “na verdade isso aqui ta errado kk galinhas têm dois ovários...” e sobre cães enxergarem TV em “isso aqui é desinformação, cachorros conseguem enxergar a televisão sim.”. Também demonstra consciência social e orgulho de ser cotista preta de escola pública em “um beijão da cotista preta de escola publica que roubou a vaga da sua filha ❤️”, algo bem Lisa defendendo justiça social. Ao mesmo tempo, mantém uma veia afetiva forte, falando da família, da cachorra Freeza e do namorado, como em “pela primeira vez na vida meu pai amou um namorado meu” e “to deixando o dinheirinho da freeza todo numa continha separada”. E, típico de Lisa crescida, equilibra militância e racionalidade com um senso de humor ácido em coisas de relacionamento e comportamento alheio, como em “vcs precisam urgentemente parar de dar pitaco no relacionamento dos outros”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela demonstra energia muito voltada para o mundo externo, rolês, amigos e interação constante, o que aponta para Extroversão (E): fala de festas e cenas no front com o namorado DJ em “eu do lado do meu namorado no rolê e a mina no front mandando mensagem pedindo pra ir pro camarim com ele”, vive comentando encontros com amigos em “dia mais normal com meus amigos” e a rotina de reels com eles em “ter amizade com homem eh tão divertido pq eu não vejo meus amigos fazem meses mas todo dia eu recebo reels de meme aletorio”. Sua comunicação é cheia de detalhes concretos e sensoriais – comida, maquiagem, roupa, corpo, cachorro, clima – o que é típico de Sensação (S), como em “já ouvi de muitas pessoas que eu cozinho igual vó”, “top privilégios de ser negra 30 minutinhos no sol ja saio com marquinha de bronzeamento artificial” e na explicação técnica sobre visão de cachorros em “cachorros conseguem enxergar a televisão sim”. Ela prioriza relações, empatia, valores pessoais e afeto, o que indica Feeling (F): se emociona com o apoio dos pais e do namorado em “pela primeira vez na vida meu pai amou um namorado meu e interage com ele”, celebra o amor dos amigos em “estou mto feliz pelos meus amigos amar eh bom dms” e se posiciona forte contra machismo e LGBTfobia em “o cara que compactua com agressão a mulher … o transfóbico e homofóbico”. Apesar de ter responsabilidades da graduação, ela demonstra bastante espontaneidade, improviso e vida caótica, característicos de Perceiving (P): abre vinho com chave e cabide em “acabei de abrir um vinho usando uma chave e um cabide sou foda”, admite o caos da faculdade em “graduação é tipo quanto mais eu estudo mais eu sinto que não sei porra nenhuma” e ri das próprias resoluções de ano novo totalmente zoeiras em “resoluções de ano novo ✨ amizade de vagabundo… errar de novo so pra ter ctz”. Somando uma personalidade expansiva, voltada para experiências, sensualidade, humor e conexão emocional com pessoas, o tipo que melhor a descreve é ESFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
fut vet da unesp, mãe da Freeza 3 patas, cozinheira nível vó e DJ de close friends; entre plantão, bundas no feed e explicar ciência pros leigos– @nandarinaz

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida representa a brasilidade desbocada, sincera e zero padrãozinho Corolla, na mesma vibe de quando ela fala do rolê e dos boys em “não há BUCETA nesse mundo que me faria me enfiar no meio do mato com alguém que eu acabei de conhecer” e tira sarro do lifestyle caretinha em “Corolla 2008, XEI, automático, prata. Nossa, que maravilha, hein, irmão.”. O licor de açaí traz a neguinha gostosa, bronzeada rapidinho em “top privilégios de ser negra 30 minutinhos no sol ja saio com marquinha de bronzeamento artificial”, urbana mas com pé no mato em “olha que eu moro no meio do mato” e toda carinhosa com os dogs em “eu tbm cuido de um cachorro de 3 patas”. O xarope de abacaxi com pimenta é o equilíbrio perfeito entre safadeza e doçura, igual ela assumindo o lado putona em “novinha safada e simpática ☯️” e brigando com desinformação e incel em “isso aqui é desinformação, cachorros conseguem enxergar a televisão sim” e “finalmente estou enfrentando problemas de ser gostosa, ter incel me enchendo o saco no twitter”. O suco de limão cravo entra azedinho e direto, igual ela sendo acadêmica pistola em “graduação é tipo quanto mais eu estudo mais eu sinto que não sei porra nenhuma” e corrigindo mito de galinha em “galinhas têm dois ovários e só o esquerdo funciona”. Por cima, a espuma de água de coco é a parte fofa, romântica, família e macumbeira feliz, que cozinha pra todo mundo em “já ouvi de muitas pessoas que eu cozinho igual vó”, guarda dinheiro pra cachorra em “to deixando o dinheirinho da freeza todo numa continha separada”, ama ver os amigos se amando em “estou mto feliz pelos meus amigos amar eh bom dms” e assume sem vergonha que “a saudades mostra quem a gente realmente é. Eu sou uma viadona.”

Sua Casa de Hogwarts
Ela mostra claramente uma veia analítica e curiosa, típica da Corvinal. Corrige desinformação com explicações técnicas, como quando rebateu o boato sobre galinhas: “gallinhas têm dois ovários e só o esquerdo funciona… não tem nada a ver com não ter galo no galinheiro” e quando esclarece comportamento de cães e televisão: “isso aqui é desinformação, cachorros conseguem enxergar a televisão sim… porque tá tendo algum estímulo visual”. Ela também se interessa por detalhes de bastidores e autoria, como ao perguntar sobre quem coloca letras no Spotify: “gente dúvida genuína não é o artista que é responsável por colocar a letra no app?” e ao citar créditos de direção de arte de um vídeo: “curiosidade: o palhaço desse vídeo é o… e a direção de arte é do…”. O jeito que ela fala da graduação mostra amor pelo conhecimento e consciência da própria ignorância, algo muito corvinal: “graduação é tipo quanto mais eu estudo mais eu sinto que não sei porra nenhuma”. Além disso, o humor dela é bastante espirituoso e observacional, como em “maior generational gap pra mim é que verde e rosa agora é wicked ao inves de os padrinhos mágicos”, reforçando o perfil de alguém que pensa e associa referências o tempo todo.

Seu filme

Sua música
A @nandarinaz tem uma mistura de vulnerabilidade, força e deboche que lembra muito Mulher do Fim do Mundo. Ela se assume sem pudor, tanto na sexualidade e corpo (“eu posto muito minha bunda sim quando eu ficar velha com o cu murcho eu paro”) quanto no orgulho de ser uma mulher negra (“top privilégios de ser negra 30 minutinhos no sol ja saio com marquinha de bronzeamento artificial”). Ao mesmo tempo, enfrenta incômodo de incel com ironia (“finalmente estou enfrentando problemas de ser gostosa, ter incel me enchendo o saco no twitter”) e defende com firmeza cotas e sua trajetória acadêmica (“um beijão da cotista preta de escola publica que roubou a vaga da sua filha”). Como na música da Elza, ela vive o caos do mundo com humor ácido, independência e disposição pra seguir em frente, mesmo na correria da graduação e da vida adulta (“graduação é tipo quanto mais eu estudo mais eu sinto que não sei porra nenhuma”).

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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nandarinaz
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