
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Essa conta parece encaixar melhor com a Lisa Simpson: inteligente, obcecada por cultura pop, cheia de opiniões fortes e um toque dramático-irônico. A pessoa é super ligada em música e premiações, reagindo a performances com intensidade meio exagerada mas lúcida, tipo quando dispara “LADY GAGA PORRA EU TO ARREPIADO” e depois analisa friamente categorias e apostas de Grammy em “minha boca é santa apostei que a ariana grande ia sair sem nada [...] siga para mais previsões ☝️☝️”. Também tem um lado muito "ativinho" e crítico sobre representatividade e fandoms, como ao comentar sobre termos lésbicos e butch/femme em “acho micoso quando um fandom chama um homem de butch [...] mas não chame esta desgraça de butchfemme não”, algo que lembra a consciência social da Lisa. A vibe dramática-ansiosa, porém autoconsciente, aparece em vários momentos, tipo “pensa num bicho ansioso” e “esperando dar meia noite pra eu mandar minha ficha pensa num bicho ansioso”, bem o jeito da Lisa de sentir tudo intensamente. E, por fim, a paixão por narrativas, séries e escrita – do RPG textual em “topico vergonhoso: morro de vergonha de chamar as pessoas pra turnar. tipo, mano, isso aqui é um rpg TEXTUAL” até as mini-análises de personagens – combina muito com a Lisa leitora, nerd de histórias e sempre envolvida em projetos criativos.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para o mundo externo e interação social, comentando eventos ao vivo, fandom e amigos o tempo todo, por exemplo vibrando com premiações em “LADY GAGA PORRA EU TO ARREPIADO” e fazendo piada com amigos em “mandeI foto do meu visual pra soso ela pergunto se eu fazia parte da turma do bermudão”, o que aponta para E em vez de I. A preferência por N aparece na forma como eles viajam em ideias, conceitos e metalinguagem de narrativa, como em “eu sinto que eu consegui ultrapassar o demiurgo e finalmente alcançar a realidade verdadeira” e na reflexão sobre representação e rótulos em “acho micoso quando um fandom chama um homem de butch só porque o casal hetero… mas não chame esta desgraça de butchfemme”. A dominância de F aparece na centralidade de emoções, empatia e relações — pedindo proteção para a Britney em “deus proteja essa mulher de todos os haters e paparazzis”, falando de traumas e voltar a ser “miss simpatia” em “depois de superar todos os meus traumas, voltei a ser o miss simpatia dos plots” e reagindo de forma muito afetiva a séries e ships em vários tweets. A dicotomia P aparece na espontaneidade, ansiedade caótica e dificuldade de estrutura: eles falam de FOMO e impulsividade criativa em “entro no docs encaro o documento por meia hora não escrevo nada vou embora” e de mandar ficha à meia-noite em “esperando dar meia noite pra eu mandar minha ficha pensa num bicho ansioso”, o que mostra mais improviso que planejamento rígido. Em conjunto – sociável, emotivo, criativo, cheio de referências pop e de RPG, com humor caótico e foco em conexões e significados – o perfil se alinha fortemente a ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Lesbian nb, escritore de rpg textual, motorista recém-traumatizade pelo trânsito e defensore oficial de divas pop. Já perdi a chave no próprio mosquetão.– @nboftheyear

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e dramático como alguém que twitta “JESUS CRISTO EU TO TENDO UM TRECO” por causa de performance em premiação; por isso o gin cítrico entra pesado, pra combinar com a energia de quem vibra com Grammy, Lady Gaga e pop girlies. O licor de violeta é a parte NB/lesbian drama queen, delicado mas intenso, inspirado em pérolas como “imagina ser lésbica nb assumido nos anos 2000 gus correu para que muito pudessem andar” e o eterno lore de New Ham. O vermute seco com chá preto simboliza o lado intelectualzinho e caótico, que vai de Buffy e Angel a vampiros existencialistas, vide “igualmente começando um novo esquema de pirâmide (estou assistindo a série do angel)” e o tweet filosófico sobre o demiurgo “eu sinto que eu consegui ultrapassar o demiurgo...”. O xarope de maracujá picante traz a acidez debochada de quem fala de fandom, shade e apostas em premiações, tipo “minha boca é santa apostei que a ariana grande ia sair sem nada...” e “tô com vontade de mandar um shade tão ESCROTO...”. Por fim, a espuma de tônica com glitter é a camada performática, caótica e carinhosa de RPG textual, docs compartilhados e fomo de base pop, como em “topico vergonhoso: morro de vergonha de chamar as pessoas pra turnar. tipo, mano, isso aqui é um rpg TEXTUAL” e “aqueles amigos que conversam por google docs...”, deixando o drink com cara de festa entre amigas que fofocam de série, música e personagem até de madrugada.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil da @nboftheyear mostra um apego enorme a análise, elaboração de ideias e referências culturais, o que é bem característico de Ravenclaw. Ela passa tempo destrinchando dinâmica de narrativa e produção, como quando comenta sobre a resiliência de roteiristas em casais queer em séries: “eu fico tão encantado com a resiliência dos escritores/atores/produtores/roteiristas com esse casal…” e quando analisa a construção de vampiros em Interview With the Vampire: “quando o armand explica pro louis que apesar de serem imortais, poucos vampiros sobrevivem a eternidade…”. Ela também demonstra reflexão metalinguística sobre escrita e forma, perguntando se primeira pessoa empobrece o texto: “na época, eu usava primeira pessoa… vcs acham que fica meio pobre?”, o que indica autocrítica intelectual e interesse pela técnica. Além disso, há muita criatividade e imaginação de ‘mundos’ e conceitos, como na ideia de uma base chamada Khia Asylum com divas pop presas num manicômio pop: “uma base chamada khia asylum onde todo mundo é uma diva pop e o principal desafio da trama eh elas sair de lá”, e a obsessão com universos de RPG textual: “isso aqui é um rpg TEXTUAL…”. O humor dela também é muito baseado em sagacidade e referências (Buffy, Angel, boygenius, Taylor Swift, Lady Gaga), como quando descreve a própria experiência quase metafísica: “sinto que eu consegui ultrapassar o demiurgo e finalmente alcançar a realidade verdadeira…”, o que reforça tanto o lado erudito-irônico quanto o gosto por conceitos abstratos. Há traços de lealdade (Hufflepuff) aos amigos e fandoms, mas o fio condutor é a criatividade intelectual, a autocrítica como escritore e o prazer de pensar e comentar – combinação tipicamente Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música you need to calm down combina com o jeito caótico, pop e extremamente online do @nboftheyear. Eles são obcecados por cultura pop e popstars, sempre comentando premiações e divas, como em “por isso pra mim a sabrina é uma das únicas novatas do pop que vai virar a list, pensa numa menina que gosta de trabalhar” e em vários surtos com performances da Lady Gaga, tipo “LADY GAGA PORRA EU TO ARREPIADO”. A letra da música fala de haters, internet e tretas online, o que combina com o jeito deles de comentar shade e drama, como em “tô com vontade de mandar um shade tão ESCROTO para essa SONSA DO CARALHO, mas eu ainda tenho um pouco de senso”. Também é uma música orgulhosamente queer, o que dialoga com o uso irônico de xingamentos e identidade, como no próprio nome 𝗪𝘼͟: faggot #2 e no tweet “imagina ser lésbica nb assumido nos anos 2000 gus correu para que muito pudessem andar”. No geral, a faixa equilibra deboche, ativismo leve e celebração queer — exatamente a vibe que o perfil transmite.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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nboftheyear
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