
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de sensibilidade, ansiedade com o futuro e amor por estudar faz o Neil parecer muito a Lisa Simpson. Ele se preocupa bastante com desempenho acadêmico e passa por vários vestibulares, comemorando resultado em Medicina, como em “PASSEI EM PRIMEIRO LUGAR EM MED NA UFSCAR ENTÃO, VIVA O P.A.” e desabafando sobre provas em “Comi dez paes de queijo fazendo a unicamp”. Assim como a Lisa, ele sente medo de desperdiçar o ano e carrega um tom melancólico e autoexigente em frases como “Quem sente isso??? Eu sempre sinto que eu vou desperdiçar mais um ano 😄” e “Medo desse ano”. Ele também é muito ligado a arte, livros e música – citando Han Kang em “Terminei o primeiro livro do ano, Han Kang é genial” e surtando com álbuns e bandas como ANAVITÓRIA e Laufey em “O NOVO ÁLBUM DAS ANAVITORIA PORRA” e “EU TINHA ESQUECIDO QUE A LEUFEY LANÇA ÁLBUM MEIA NOITE”. Além disso, a consciência e revolta com preconceito e conservadorismo, como em “odeio a heteronormatividade e homofobia” e “Eu tô ouvindo da minha familia falar do enem dos professores e eu quero me matar. É TUDO CULPA DO COMUNISMO MEU DEUS (segundo eles)”, combinam muito com o jeito engajado, crítico e progressista da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem ser mais reservados e voltados para o próprio mundo interno, comentando muito sobre sentimentos, família e mídia favorita, sem sinais de buscar holofote social típico de extrovertidos — por exemplo, desabafos como “Voltei pra fase que tudo o que eu gostava não me traz mais alegria, só gastura” e “Se matar ta compensando demais” mostram uma vida interior intensa, mas não exatamente expansiva socialmente, apontando para I. A forma como fala de arte, livros e músicas revela foco em significado e impacto emocional, não apenas fatos concretos: “Terminei o primeiro livro do ano, Han Kang é genial”, “Meio que esse filme me destruiu de todas as maneiras possíveis, vsf odeio a heteronormatividade e homofobia” e “Meu Deus, tudo é Rio” indicam preferência por interpretações e temas abstratos, sugerindo N. As reações são claramente guiadas por valores e emoções, não por análise fria: indignação com injustiças sociais e LGBTfobia em “Ai ai, família falando de lgbt+ sempre é muito bom” e “odeio a heteronormatividade e homofobia”, além do carinho com família e animais como em “Adotei uma gata, agora só falta ir buscar”, apontam fortemente para F. Há bastante espontaneidade, mudança de humor, impulsividade e pouca ênfase em planejamento estruturado: ele descobre coisas “em cima da hora”, como em “EU TINHA ESQUECIDO QUE A LEUFEY LANÇA ÁLBUM MEIA NOITE” e lida com vestibular de modo meio caótico, reclamando de acordar cedo ou de virose antes da prova em “Amei que me passaram virose um dia antes da fuvest”, sugerindo P. Ao mesmo tempo, há profundidade emocional, idealismo (especialmente em relação a questões LGBT+ e arte), autoironia e um certo sofrimento existencial, bem alinhados com o estereótipo de INFP, reforçado por falas como “Quem sente isso??? Eu sempre sinto que eu vou desperdiçar mais um ano” e o uso de obras como Bojack Horseman e livros marcantes para processar sentimentos (“Tava ouvindo uma playlist random e começou a tocar uma música de bojack horseman, ESSE CAVALO ME PERSEGUE”).

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Bixo de Med na UFSCar, leitor de Han Kang, viciado em ANAVITÓRIA e GOW. Já virei a taça errada no Ano Novo e ainda tenho medo de borboleta.– @Neil166696

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e cítrico como a energia de quem grita “PASSEI EM PRIMEIRO LUGAR EM MED NA UFSCAR ENTÃO, VIVA O P.A.”, então o gin cítrico vem pra representar disciplina, esforço e aquele impacto de aprovação na primeira golada. O licor de laranja com pimenta aparece pelo drama caótico e levemente agressivo de tweets como “Eu odeio homem” e “É MENTIRA, EU ODEIO BORBOLETAS. MORRO DE MEDO DESSA PORRA”, dando um queimadinho no final. O xarope de lavanda entra pelo lado sensível, meio melancólico/artsy, de quem chora com música e série tipo “Meio que eu tô chorando por causa de too little, too late. Odeio a laufey” e se sente perseguido por BoJack em “esse cavalo me persegue”. O espumante rosé seco é a parte festiva e meio caótica de quem quer bloquinho da Pabllo e feira do livro no mesmo dia, como em “Eu preciso ir no bloquinho da Pablo e depois ir na feira do livro da unesp”, elegante mas ainda meio adolescente surtado. As raspas de limão e o algodão doce roxo na borda representam o humor ácido por trás de um visual fofo/gayzinho, tipo “Ganhei um porta copos gay, acho que é um sinal” e o drama existencial de “Quem sente isso??? Eu sempre sinto que eu vou desperdiçar mais um ano 😄”, deixando o copo bonito, doce por fora, mas com um azedinho real lá dentro.

Sua Casa de Hogwarts
Neil respira curiosidade e amor por aprender, algo bem característico da Corvinal. Ele vibra com estudar e entender coisas novas, como quando comenta que teve um aulão e finalmente entendeu função: “Tive um aulão foda e agora sei função”. Também mostra um interesse forte por livros e teoria, se empolgando com Vigiar e Punir do Foucault: “Na oi achei o vigiar e punir na empório cultural 😭😭” e elogiando Han Kang: “Terminei o primeiro livro do ano, Han Kang é genial”. A sensibilidade artística e intelectual aparece nas referências a filmes e séries que o impactam profundamente, como quando fala de um filme que o destruiu e critica heteronormatividade e homofobia: “Meio que esse filme me destruiu de todas as maneiras possíveis, vsf odeio a heteronormatividade e homofobia”. Além disso, ele lida com as emoções de forma muito reflexiva, ouvindo músicas e criando conexões com livros e playlists, como em “Eu meio que achei a playlist perfeita pro livro que eu li”. Embora haja ambição (como passar em medicina na UFSCar em primeiro lugar: “PASSEI EM PRIMEIRO LUGAR EM MED NA UFSCAR ENTÃO, VIVA O P.A.”), o traço dominante é um cérebro inquieto, artístico e analítico — a cara da Corvinal.

Seu filme

Sua música
Acho que a música que mais combina com você é Brasília (feat. Lenine), das ANAVITÓRIA, porque ela junta sensibilidade, um certo pessimismo irônico e um desejo de afeto, tudo muito na sua vibe. Você é assumidamente emotivo e meio dramático com o tempo e com o futuro, tipo em “Quem sente isso??? Eu sempre sinto que eu vou desperdiçar mais um ano 😄” e “Medo desse ano”, o que bate com a melancolia esperançosa da letra. Ao mesmo tempo, você celebra vitórias e pequenas alegrias, como em “PASSEI EM PRIMEIRO LUGAR EM MED NA UFSCAR ENTÃO, VIVA O P.A.” e no amor por coisas fofas tipo “Adotei uma gata, agora só falta ir buscar”, o que combina com o tom caloroso da música. Seu gosto por ANAVITÓRIA aparece direto, como em “O NOVO ÁLBUM DAS ANAVITORIA PORRA” e “Converti minha mãe pras ANAVITORIA”, então faz sentido escolher uma faixa delas que misture afeto, caos emocional e poesia. Além disso, sua mistura de humor ácido com vulnerabilidade em coisas como “Voltei pra fase que tudo o que eu gostava não me traz mais alegria, só gastura” é muito o tipo de contradição emotiva que essa música traduz bem.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Neil166696
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