
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Mari lembra muito a Lisa Simpson: estudiosa, crítica e cheia de comentários ácidos sobre o mundo. Ela fala da vida acadêmica, reclama de disciplinas e da universidade, como em “Se farmacêutica que vai prescrever remédio vc poderia tirar fármaco da minha grade @uni” e “Surpreendente como a Unimontes tem a maior carga horária e eu não passo nem 10 horas por semana na faculdade kkkkkkk viva ao PBL”, o que combina com o lado nerd e questionador da Lisa. Ao mesmo tempo, é bem emotiva e dramática, oscilando entre humor e desespero, como em “Meio que to vivendo segurando pra não chorar” e “Tô com depressão”. Ela também é super opinativa sobre cultura pop, livros e TV, como em “A minha opinião é que livros bons nunca deveriam virar filmes kkkkk pq nunca vai ser tão bom quanto” e nos surtos com Masterchef e novelas, o que lembra o jeito intenso e crítico com que Lisa consome arte e mídia. Por fim, mesmo reclamando muito de SUS, provas e estresse, ainda mostra um senso de responsabilidade e ambição, típico da Lisa tentando sobreviver em um mundo caótico.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela parece mais extrovertida (E) do que introvertida: está sempre comentando reality, novela, futebol, Olimpíadas e situações do dia a dia com um tom de quem conversa com um grupo de amigos, como em “Time Brasil é foda porra” e “Meu vizinho vai transar hoje kkkkkk ele tá varrendo o quarto”. Mostra forte intuição (N): viaja em ideias gerais, dramatiza e faz leituras mais amplas de situações em vez de se ater a detalhe técnico, como na reflexão sobre adaptações de livros em “livros bons nunca deveriam virar filmes… livros ruins/medianos/infantilizados SEMPRE vão ser filmes bons” e na observação social do Enem em “foi totalmente assustador, pq pra mim minha vida dependia daquela prova, e pra eles não tinha significado nenhum”. A preferência por sentimento (F) aparece no foco constante em justiça, empatia e afetos — ela se indigna com resultados de prêmio, com personagem injustiçado, com desigualdade educacional e fala de forma muito emocional: “PORRA😭😭😭 COMO PODE, VC CASAR, AMAR UMA PESSOA E ELA MORRE” e “Eu sou muito chata PUTA QUE PARIU”. Já o lado perceptivo (P) aparece na espontaneidade, no humor caótico e na pouca rigidez com organização: ela se descreve vivendo meio no improviso, como em “Meio que to vivendo segurando pra não chorar”, esquecendo gabarito em “Pqp me odeio tanto por ter esquecido meu gabarito” e reclamando da coordenação em “Odeio ser coordenadora, isso me entristece profundamente”. A combinação de emocionalidade intensa, humor dramático, comentários apaixonados sobre mídia/sports, consciência social e vida estudantil um pouco desorganizada sugere com força o tipo ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Mari, med, Unimontes. Já errei o preço na Drogasil e quase fiz greve por SUS na mesma semana. Defendo Rebeca, Masterchef e bom livro ruim adaptado.– @nersynEmpress

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte, mas disfarçadamente leve, igual você fazendo mil coisas na medicina e ainda surtando no Twitter sobre provas, PBL e SUS, tipo em “Surpreendente como a Unimontes tem a maior carga horária e eu não passo nem 10 horas por semana na faculdade kkkkkkk viva ao PBL” e “SUS é a matéria mais feia, boba, chata, já inventada na história. ODEIO ESSE CU”. O gin com casca de laranja e café é o combo energia + desgaste mental de quem vive de prova, tutoria e plantão emocional, mas ainda assim tem pique pra comentar Masterchef, Olimpíadas e novela. O curaçau blue representa o chalé 3 e o mar, já que você é totalmente vibe água, como mostra o “chalé 3🌊” na bio e o drama infinito digno de mar revolto em momentos como “Meio que to vivendo segurando pra não chorar”. O xarope de maracujá é o seu lado doce, caótico e fofoqueiro, que se emociona com esporte, reality e séries – tipo em “Time Brasil é foda porra” e “Não acredito que sociedade da neve não ganhou nada, péssimo”. A espuma de limão siciliano é sua acidez cômica e dramática, aquela ironia de quem manda um “Vou me matar” porque acabou a promoção em 8 minutos ou odeia até a fonte dos livros da Elsevier em “Eu odeio a editora elsevier eles só tem livro feio”. Já o bitter de cacau é o toque meio amargo e intenso, que lembra suas fases de “tô com depressão” em “Tô com depressão”, mas ainda com aquele fundo de humor e sobrevivência que faz tudo parecer cena de série ou novela, como em “Amor é novela Sexo é cinema”.

Sua Casa de Hogwarts
A própria bio já entrega uma identidade assumida: ela coloca explicitamente "lufa lufa🦡" em destaque, o que mostra identificação consciente com a casa e não como piada isolada. Ao longo da timeline, ela demonstra um senso de responsabilidade e trabalho em grupo, por exemplo quando reclama de ser coordenadora mas deixa claro que está lá cumprindo o papel mesmo infeliz: “Odeio ser coordenadora, isso me entristece profundamente”. Também aparece uma ética de esforço acadêmico e compromisso com estudo, inclusive com frustração quando não rende tanto quanto queria, como em “Eu lendo o livro do paes🤏🤏🤏 quase dois meses antes da prova kkkkk chegou no dia não lembrava nada mais” e “Surpreendente como a Unimontes tem a maior carga horária e eu não passo nem 10 horas por semana na faculdade kkkkkkk viva ao PBL”. Há ainda um traço bem Lufa-Lufa de valorizar as pessoas próximas e o cotidiano, como quando ela se alegra só de ouvir colegas estudando: “Eu tava triste aí escutei os meninos estudando ciclo menstrual e toda a depressão do meu corpo foi curada”. Em vez de um pragmatismo calculista de Sonserina ou uma obsessão intelectual de Corvinal, o tom geral dela mistura humor autodepreciativo, senso de comunidade e um foco muito humano em afetos e rotinas, o que combina fortemente com Lufa-Lufa.

Seu filme

Sua música
A música thank u, next combina com a forma como a Mari encara as decepções e frustrações da vida estudantil, amorosa e do dia a dia, sempre com ironia e seguindo em frente. Ela vive reclamando, mas nunca sem humor, tipo quando fala de Medicina e do PBL em tom debochado: “Surpreendente como a Unimontes tem a maior carga horária e eu não passo nem 10 horas por semana na faculdade kkkkkkk viva ao PBL” e “Se farmacêutica que vai prescrever remédio vc poderia tirar fármaco da minha grade @uni”. O jeito intenso com que ela vive séries, livros e ídolos também lembra a letra da música, que fala de aprender com cada fase: “Tô indignada do hofas véi, sinceramente, que livro ruim.” e “O tanto que eu daria pra victoria strada nesse minuto”. Mesmo nos momentos em que solta um dramático “Meio que to vivendo segurando pra não chorar” ou “Tô com depressão”, ela sempre volta com piada, comentário ácido ou fangirlando alguma coisa, bem na vibe de crescer com os tombos sem perder a pose. O espírito é totalmente "sofri, reclamei no Twitter, agora próxima fase": thank you, next.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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