
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A conta da bia parece mais com a Lisa Simpson porque ela é extremamente opinativa, politizada e não tem medo de chamar os outros de burros ou incoerentes, como em “arte é política sua burra imbecil” e “essa história de induzir os outros ao erro é a coisa mais patética que eu já ouvi”. Assim como a Lisa, ela é muito ligada a narrativas, séries e moral das histórias, defendendo personagens e leituras mais profundas, por exemplo em “bom lembrar que o episódio mais bem avaliado dessa temporada é focado no will” e “mas nem se o mike nascesse dnv ele teria metade da relevância que o will tem”. Ela também demonstra forte consciência social e defesa de representatividade queer, como em “não existe um universo onde um ship hétero seja mais revolucionário que um ship queer plmds” e “admitam que vcs são homofóbicos e não gostam de casais lgbts”, o que combina com o ativismo da Lisa. Apesar do tom ácido, há sensibilidade e intensidade emocional, como quando diz “sai pra andar um pouco e voltei pra casa triste [...] pq colors começou a tocar no meu fone e eu lembrei de um edit dos byler”, o que lembra o jeito dramático e sensível da Lisa. No conjunto, é alguém inteligente, engajada e meio cansada da burrice alheia — exatamente o tipo de energia da Lisa Simpson no meio de Springfield.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais Extrovertidos (E) do que introvertidos: comentam reality show em tempo real, fandoms, vida pessoal e interagem com tretas de Twitter o tempo todo, mostrando energia voltada para fora e sociabilidade, por exemplo quando dizem que queriam ser amigas de certas pessoas (“mds queria ser amiga deles”) e quando contam um drama cotidiano da mãe sobre The Vampire Diaries (“minha mãe falou que não vai assistir tvd pq é muito longo, como eu explico que essa é a beleza da coisa”). A preferência por Intuição (N) aparece na ênfase em narrativas, simbolismos e possibilidades, discutindo personagem, enredo e subtexto de forma analítica e abstrata, como na defesa do arco do Will em Stranger Things (“na primeira temporada o will passou pelo inferno na terra… o plot inteiro dele na quarta temporada é+”) e na discussão de como fandom interpreta ships e homofobia (“as pessoas tão agindo como se a homofobia não existisse, não tô entendendo”). A forma como argumentam mostra forte Feeling (F): julgam situações por valores, empatia e justiça social, indignando‑se com homofobia e com tratamento injusto de personagens, como em (“não existe um universo onde um ship hétero seja mais revolucionário que um ship queer plmds”) e (“como pode a victoria levar tanto hate e sempre sobrar pra ela sendo que ela nunca fez nada pra ninguém”). Ao mesmo tempo, são diretos e até agressivos quando sentem que algo é errado, mas sempre a partir de um lugar emocional/valorativo, como em (“arte é política sua burra imbecil”) e (“essa história de induzir os outros ao erro é a coisa mais patética que eu já ouvi”). O lado mais Perceiving (P) aparece na espontaneidade e impulsividade: mudam de ideia rápido sobre editar vídeos (“desisti pq essa bosta desse app não para de travar, nunca mais vou editar na minha vida” e logo depois “menti, tô editando”), fazem planos bem flexíveis e guiados por vontade do momento, como querer pintar a unha com cores de ship (“preciso comprar um esmalte amarelo pra pintar minha unha bem byler, o azul eu já tenho”). No conjunto, a combinação de sociabilidade intensa, foco em possibilidades e narrativas, julgamentos baseados em valores e comportamento espontâneo se encaixa melhor em ENFP do que em outros tipos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
analista de reality show, defensora de ships queer e editora amadora. um dia saio pra andar, volto triste por causa de um edit dos byler.– @newtsmzee

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte na medida certa, porque quem passa o domingo maratonando vampiro em triângulo amoroso (“mds passei meu domingo na frente da tv vendo dois vampiros arranjando confusão por uma garota, nem amo”) e ainda acompanha BBB no rage mode precisa de algo que aguente o tranco. O gin com limão é a acidez das suas opiniões, tipo quando você solta um “que homem nojento puta merda” sem medo. O curaçao azul entra pelos esmaltes e pelo lago: “preciso comprar um esmalte amarelo pra pintar minha unha bem byler, o azul eu já tenho” e o endereço oficial em “lovers lake”. O xarope de maracujá é o toque doce-agridoce de quem sofre por edit de ship, como quando “colors começou a tocar no meu fone e eu lembrei de um edit dos byler”. A espuma de brownie homenageia a chef confeiteira do fandom que para tudo pra “fazer brownie”. Por cima, glitter amarelo e azul celebra o coração byler e a revolta queer, no espírito de “não existe um universo onde um ship hétero seja mais revolucionário que um ship queer plmds”.

Sua Casa de Hogwarts
Bia é extremamente combativa e não pensa duas vezes antes de bater de frente com o que acha errado, o que é bem característico da Gryffindor. Ela chama gente de "burra imbecil" ao defender que “arte é política sua burra imbecil” e peita discursos homofóbicos e heteronormativos, dizendo coisas como “não existe um universo onde um ship hétero seja mais revolucionário que um ship queer plmds” e “e vc não acha um ship wlw nessa conta, admitam que vcs são homofóbicos e não gostam de casais lgbts que é mais fácil”. Ela também mostra coragem moral ao criticar gente poderosa ou querida por outros, chamando participante de reality de “que homem nojento puta merda” e debochando de quem tenta "limpar imagem" de macho problemático em “'tentando limpar a imagem do primeiro' ela só sujando mais”. Seu jeito impulsivo e sanguíneo aparece em surtos como “alguém entrou no meu whatsapp eu vou me matar” e na forma exagerada como reage a fandoms e programas. Ao mesmo tempo, ela demonstra um certo complexo de heroína defensora do oprimido: compra briga pelo Will de Stranger Things em vários posts, como quando rebate minimização do personagem em “mas nem se o mike nascesse dnv ele teria metade da relevância que o will tem, cês tão querendo tirar o will pra merda quando a história toda gira em torno dele”. O conjunto de coragem, enfrentamento direto de conflito e reação intensa contra injustiças encaixa muito melhor em Gryffindor do que nas outras casas.

Seu filme

Sua música
A música cool kids combina com o jeito irônico, sensível e muito online dela. Ela vive mergulhada em fandoms e cultura pop, sempre reagindo forte a séries e ships, como quando diz que passou o domingo vendo dois vampiros brigarem por uma garota em The Vampire Diaries: “mds passei meu domingo na frente da tv vendo dois vampiros arranjando confusão por uma garota, nem amo”. Ao mesmo tempo, ela sente vontade de pertencer a certos grupinhos, como mostra em “tô com fomo de fazer parte desse grupinho”, o que casa com o tema de se sentir meio de fora do "mundo dos cool kids". Sua identidade muito ligada a ships queer e posicionamento político, como em “não existe um universo onde um ship hétero seja mais revolucionário que um ship queer plmds” e “arte é política sua burra imbecil”, dialoga com a estética meio alienada e diferente da música. E a forma como ela leva tudo pro coração – de edits de Byler até BBB e Young Royals – lembra a mistura de vulnerabilidade e estilo que cool kids transmite, alguém que sente tudo intensamente, mas mantém uma persona afiada e "cool" na internet.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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