
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O Pedro parece mais com a Lisa Simpson: um cara muito ligado em cultura, arte e estudo, que fala de cinema, literatura e história com paixão, como quando elogia Castro Alves em “Pra mim Horas de Saudade é um dos poemas mais lindos do ultraromantismo” ou chama Ratatouille de uma das melhores animações já feitas em “essa é, seguramente, uma das melhores animações já feitas”. Ele também mostra um lado sensível e introspectivo, citando Fernando Pessoa em “Fiz de mim o que não soube, [...] Quando quis tirar a máscara, Estava pegada à cara”, o que combina com a profundidade emocional da Lisa. Assim como ela, ele sente o peso de expectativas e frustrações familiares e econômicas, como em “É muito legal se pobre, né? A tela do meu celular deu pau [...] tive que gastar tudo na tela” e “Hoje meu avô disse que vai deixar a casa [...] pro meu irmão, sendo que eu sou o mais velho”. Ele também demonstra um idealismo meio melancólico sobre carreira e futuro, na queixa sobre emprego em “Tava procurando emprego e o cara falou que tinha medo de me contratar pq eu poderia encontrar outra coisa [...] Eu preciso trabalhar”. E, como a Lisa, equilibra essa profundidade com humor, cultura pop e um certo romantismo frustrado, visível em tweets sobre crushes inalcançáveis em “Eu preciso dessa mulher e eu nunca vou ter, isso me deixa mal” e nostalgia afetiva em “eu lowkey sinto muita falta dela”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: valorizam muito momentos a sós e atividades tranquilas em casa, como quando falam de ver TV de madrugada em paz ("Como eu vou dormir cedo se a madrugada é a melhor hora do dia? Ninguém na sala, silêncio, fico vendo TV numa paz indescritível.") e mostram um certo distanciamento social e solidão afetiva, como no desabafo sobre a garota com quem não fala mais ("eu lowkey sinto muita falta dela."). A preferência por Intuição (N) aparece na forma como conectam coisas concretas a ideias mais amplas e históricas, como quando usam Gengis Khan como metáfora motivacional ("Gengis Khan unificou a Mongólia com 45 anos [...] Nunca é tarde demais para começar algo novo") ou quando se aprofundam em literatura e poesia, citando Fernando Pessoa e Castro Alves em tom reflexivo ("Fiz de mim o que não soube [...] Quando quis tirar a máscara, Estava pegada à cara.", "Pra mim Horas de Saudade é um dos poemas mais lindos do ultraromantismo"). O eixo Feeling (F) é forte: ele reage às coisas principalmente pelo impacto emocional e pela empatia, como ao se solidarizar com Danielle do NewJeans ("agora fiquei com pena da Danielle. Tadinha, tomara que dê tudo certo 🙏") ou ao se magoar com a decisão do avô sobre a herança ("É melhor ouvir isso do que ser surdo, né"), além de valorizar muito o romantismo e a sensibilidade nas obras que consome (Ratatouille, Horas de Saudade, etc.). Em relação a Julgar (J) vs Perceber (P), ele soa mais Perceiving (P): reclama de emprego, dinheiro e carreira, mas não mostra um planejamento rígido, e sim uma postura meio improvisada e autoirônica, como quando mente sobre ter "Excel avançado" nas entrevistas ("só me dá uma vaga aí") ou quando comenta que estuda francês "nas horas vagas", passando uma vibe de seguir o fluxo em vez de estruturar tudo. Somando introspecção emocional, foco em significado e arte, idealismo, empatia e certa desorganização prática, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Cinéfilo pobre, fã de história e ultrarromantismo. Faço cardio de madrugada, reclamo do emprego de dia e ainda acho tempo pra amar Ratatouille.– @Night_Butt_

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida forte é a base porque tua vida anda na força bruta: emprego difícil, tela quebrando e tu ainda mandando um “É muito legal se pobre, né?” no bom humor. O licor de café é a tua madrugada eterna, vendo série de sumô e defendendo cinema, como quando disse que “a madrugada é a melhor hora do dia”. O xarope de mel e limão siciliano traz o doce-azedo das tuas nostalgias e saudades, tipo quando falou da menina do Instagram em “eu lowkey sinto muita falta dela” e dos poemas românticos do Castro Alves em “um dos poemas mais lindos do ultraromantismo”. As Angostura bitters entram como o amarguinho de injustiça e frustração, seja com recrutador com medo de currículo em “eu preciso trabalhar 😭” ou com séries esticadas pela grana em “a Netflix precisa aprender a finalizar as séries”. Por cima, a espuma leve de chá-verde com flor de laranjeira é tua parte sonhadora e cult, que ama cinema, história, anime, francês e lembra que “nunca é tarde demais para começar algo novo”, como um Gengis Khan sentimental que maratona Troia e Ratatouille na mesma noite.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais consistente do Pedro é o interesse genuíno por conhecimento e arte, típico de Corvinal. Ele demonstra curiosidade intelectual e gosto por análise quando comenta história e biografias, como ao usar o exemplo de Gengis Khan para refletir sobre começar algo novo: “Galera, Gengis Khan unificou a Mongólia com 45 anos [...] Nunca é tarde demais para começar algo novo”. Seu apreço por literatura e poesia aparece em tweets como o sobre Fernando Pessoa: “Fiz de mim o que não soube [...] Quando a tirei e me vi ao espelho, Já tinha envelhecido” e o elogio técnico às rimas de Castro Alves: “Pra mim Horas de Saudade é um dos poemas mais lindos do ultraromantismo, geniais e extremamente sensíveis as rimas”. Ele também analisa filmes e animações de forma reflexiva, como na review detalhada de Wake Up Dead Man: “Minha review de Wake Up Dead Man. [...] Filmaço, por sinal, o Josh O'Connor tá muito bem” e na defesa argumentada de Ratatouille como uma das melhores animações: “essa é, seguramente, uma das melhores animações já feitas”. Embora haja momentos de frustração com trabalho e família, a tônica do perfil é o prazer em pensar, comentar e dissecar cultura, história e mídia — um padrão bem mais associado à Corvinal do que às outras casas.

Seu filme

Sua música
A música Boulevard of Broken Dreams combina bem com o jeito meio melancólico, irônico e sonhador do Pedro. Ele fala com franqueza sobre frustrações materiais, como quando comenta que é “muito legal ser pobre” ao ter que gastar o presente da tia para consertar o celular (“É muito legal se pobre, né? A tela do meu celular deu pau...”) e sobre o medo de perder oportunidades de emprego por estudar outra coisa (“Tava procurando emprego e o cara falou que tinha medo de me contratar...”). Ao mesmo tempo, ele mostra uma sensibilidade profunda e um certo sentimento de desencontro consigo mesmo, como na citação do poema sobre máscaras e identidade (“Quando quis tirar a máscara, Estava pegada à cara...”). A solidão noturna que ele descreve combinaria perfeitamente com o clima da música, quando fala da paz da madrugada vendo TV sozinho (“Como eu vou dormir cedo se a madrugada é a melhor hora do dia?...”). E, apesar do tom triste, ele segue admirando arte, cinema e música com paixão (“...essa é, seguramente, uma das melhores animações já feitas. Sinto muito por quem discordar.”), o que ecoa o espírito resiliente da canção, de continuar andando mesmo carregando um mundo de frustrações nas costas.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Night_Butt_
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