
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais próxima da Lisa Simpson: intelectual, sensível e muito ligada a ética e minorias. É estudante de psicologia, taróloga e escritora, o que lembra o lado estudioso e introspectivo da Lisa, e isso aparece em coisas como a preocupação com escrita e estilo em tweets como “Errado. Usem sim, até porque vai ficar repetitivo sem.” e “Eu sou uma pessoa que só consegue estudar escrevendo ou explicando...”. Ao mesmo tempo, ela tem forte posicionamento sobre questões sociais e LGBTQIA+, como se vê em “AMÉM, EU DESEJEI TANTO ISSO PRA VOCÊS TRABALHADORES DE MERCADO...” e na própria bio com bandeira e pronomes, o que combina com o ativismo da Lisa. O humor um pouco ácido, mas empático, também lembra a forma como Lisa concilia crítica e afeto, por exemplo em “Namore com alguém que seja beta seu” e “Vejo esses vídeos e queria muito conseguir aceitar ser mimada...”. Além disso, a sensibilidade emocional e autocrítica dela, visíveis em “A semana inteira planejando o que vou falar na psicóloga e faltando 10 minutos eu não quero mais falar”, combinam bastante com o lado vulnerável e ansioso da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ela parece mais voltada para o mundo interno do que para socialização intensa: fala de escrever, ler fanfic, planejar lore desde 2015 e explicar matéria para a própria gata (“eu pegava minha gata para eu explicar as matérias da faculdade”), além de comentar estresse, terapia e sono como formas de lidar com a vida (“estresse tem que usar hard reset, que é ou dormir ou beber até desligar o cérebro”), o que combina com Introversão (I). A maneira como discute tarot, simbolismos e ships, e como se apega a conceitos abstratos (tipo desenvolvimento de personagem e dinâmica de fandom) em vez de detalhes práticos aponta forte para Intuição (N), por exemplo quando fala de 9S precisando de terapia de luto (“queria muito que ele pudesse fazer uma terapia de luto”). Ela decide e opina principalmente com base em valores pessoais e empatia – se preocupa com trabalhadores de mercado (“TENHAM PELO MENOS UM POUCO DE VIDA”), com pessoas LGBT se assumindo (“você não é obrigado a contar nada a ninguém, assuma só se você quiser”) e com representação lésbica sem morte (“sou contra lésbicas morrerem e vai todo mundo morrer”) – o que é típico de Feeling (F). No eixo J/P, ela mostra traços criativos flexíveis e caóticos: esquece de descongelar a carne (“pelo visto não vai ter almoço”), fala de vícios de escrita (“Reparei ter muito vício em usar aposto”) e parece mais guiada por inspiração e humor do momento do que por planejamento rígido, indicando Perceiving (P). A combinação de interioridade, foco em significado e sentimentos, forte imaginação na escrita/fandom e estilo de vida mais espontâneo sugere que o MBTI que melhor a descreve é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Psicologia, tarô e personagens em crise. Escrevo, faço cosplay e explico matéria pra minha gata. Aqui tem AO3, Touhou e muitas lésbicas vivas.– @Nipipeach

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte, intenso e um pouco venenoso na aparência, como o nick Cianeto e o humor meio destrutivo de escritora que adora ferrar os leitores, bem no espírito de “Esqueceu do mais importante: dê uma esperança falsa pros leitores que vai dar tudo certo”. A vodca com hibisco e pimenta rosa representa a mistura de delicadeza e porrada emocional de uma lésbica dramática e apaixonada por personagens, como aparece em “Personagem meu que jamais imaginei que teria desenvolvimento de personagem desenvolveu, ô beleza”. O licor de cassis dá a doçura escura e meio gótica dessa bat-temática, combinando com o 🦇, o amor por Cocteau Twins em noite chuvosa em “Chegou oeu momento gente (Chovendo e tocando Cocteau twins)” e o drama de Nier/9S em “Sinceramente eu não julgo o 9S porque eu também ficaria assim se fosse ele, mas queria muito que ele pudesse fazer uma terapia de luto”. O limão siciliano entra como a acidez irônica de quem escreve thread explicando escrita e pronomes com firmeza, como em “Errado. Usem sim, até porque vai ficar repetitivo sem.”. A espuma leve de tônica com flor de sabugueiro é o lado psicóloga/taróloga que tenta dar um respiro e um toque místico no meio do caos, ecoando conselhos como “Seus pais não precisam saber tudo sobre você.”. Por fim, o açúcar roxo na borda homenageia o lado fandom, otaku e fanfic ao estilo AO3 e Touhou, presente em “O AO3 tem o melhor sistema de tags e tem gente que ainda faz merda, é impressionante” e “Mesmo depois de anos no fandom de touhou, acho o ship ReiMari muito sem sal, mas tem umas fanarts que me fazem pensar”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra um amor muito claro por aprender, analisar e explicar coisas, típico de Corvinal. Quando fala de escrita, ela corrige conselhos ruins com argumentação técnica, como ao defender o uso de pronomes e mostrar como isso constrói aparência de personagem em “Errado. Usem sim, até porque vai ficar repetitivo sem. Fica mal escrito ficar toda hora repetindo o nome dos personagens. Além disso, ajuda muito na construção de aparência do personagem, porque você pode mostrar como ela é assim em vez de fazer uma descrição toda de vez Tipo: +”. Ela também revela um método bem cognitivo de estudo, explicando matéria para a própria gata em “Eu sou uma pessoa que só consegue estudar escrevendo ou explicando, dito isso, quando eu morava sozinha, eu pegava minha gata para eu explicar as matérias da faculdade”, o que mostra foco em processamento intelectual. O jeito como fala de tarot é analítico, considerando nuances como em “Depende das outras cartas, mas em uma tiragem sobre atração sexual eu entenderia como: Uma atração devastadora, muito intensa. Brocha. A pessoa/casal está prestes a aprender/construir algo novo após um rompimento”, revelando interpretação cuidadosa e contextual. Além disso, o perfeccionismo com linguagem aparece em “Faço questão de estar escrevendo corretamente mesmo bêbada. No pior dos casos, se eu não tiver conseguindo (...), mandarei áudio” e em “Reparei ter muito vício em usar aposto”, reforçando uma mente voltada à forma e ao rigor. Soma-se a isso o prazer em teoria de personagens, desenvolvimento de lore desde 2015 e discussões de narrativa em “Personagem meu que jamais imaginei que teria desenvolvimento de personagem desenvolveu, ô beleza”, o que encaixa com a criatividade intelectual típica de Corvinais.

Seu filme

Sua música
A música Foundations of Decay combina muito com a mistura de drama, ironia e intensidade emocional que aparece o tempo todo na timeline dela. Ela mesma mostra carinho especial pela banda quando comenta os shows com My Chemical Romance, como em “Parabéns pra vocês aí que ouviram planetary (Go) e Foundations of decay ao vivo”, deixando claro o vínculo afetivo com esse universo. A letra fala de ruína, reconstrução e ambivalência em relação a si mesmo, o que combina com alguém que é ao mesmo tempo taróloga, estudante de psicologia e escritora trágica que gosta de dar esperança falsa pros leitores, como em “Esqueceu do mais importante: dê uma esperança falsa pros leitores que vai dar tudo certo”. Além disso, o clima meio gótico e emotivo da música encaixa com a estética dela, desde o morceguinho no nome até o humor meio sombrio e autoirônico de tweets como “Mais uma vez uma alucinação hipnopômpica, que divertido”. No geral, é uma música intensa, dramática e confessional, exatamente o tipo de energia que aparece tanto quando ela fala de fandom, de escrita ou de saúde mental.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Nipipeach
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