
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil da Nir_Obel lembra muito a Lisa Simpson: adolescente, leitora voraz, meio entediada com o mundo e cheia de opinião. Ela é super ligada a livros e estudos, como mostra quando comemora prova e ENEM em “Acertei 55% da prova do ETE sem nem ter estudado, venha Enem” e quando fala de ler na fila do dentista em “Eu lendo na fila do dentista”. Ao mesmo tempo, tem forte senso crítico e indignação com injustiças e preconceitos, como em “Mano, preconceito é o PRE CONCEITO que tu tem da pessoa/coisa” e em “É crime mostrar o peito???? Porque home pode??????”, bem no espírito ativista da Lisa. Ela também é muito emocional e sensível, seja falando de dificuldades com a mãe em “Yeah I hate my mom… fuck I'll jump in the front of a truck” ou da sensação de não ser significativa em “Affs queria ser significante em algo”, o que lembra a vulnerabilidade da Lisa. Por fim, o lado nerd, artístico e otaku/gamer em posts sobre mangás, Pokémon e nerd_project como em “Não acredito que estou sendo força a ler nerd project na escola” encaixa perfeitamente com a vibe de menina inteligente, excêntrica e apaixonada por mídia que a Lisa tem.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I): falam muito de ler, ver séries, jogar e fazer presentes artesanais, p.ex. “Making Christmas presents :>” e “Eu lendo na fila do dentista”, e várias vezes comentam tédio e frustração em vez de vida social intensa, como em “~atualmente entediada” na bio e “Tô cansada pra crlh”. A preferência por intuição (N) aparece no amor por finais abertos e reflexões mais abstratas, como em “só quero filme de final aberto, livro de final aberto, manga de final aberto”, além de análises sobre adaptações (Bridgerton, comics, etc.), por exemplo “é uma adaptação da Netflix, por que não podemos apenas ser felizes que temos duas versões de bridgerton pra apreciar?”. Mostram forte sentimento (F) pela sensibilidade com injustiças e empatia com personagens/ pessoas, como em “Aaahh, ela é tão genuína, ela é tão bobinha caraahh. Poxa, espero que ela consiga passar por esses tempos difíceis” e críticas morais diretas, por exemplo “E na minha época homem fazia laje ao invés de vir no twitter menosprezar a aparência dos outros”. A vibe geral é mais perceptiva (P) do que julgadora: muitas coisas são começadas/descobertas no improviso e comentadas com humor caótico, como “Acertei 55% da prova do ETE sem nem ter estudado, venha Enem” e “Primeira vez comprando cartinha pokémon... (com meu próprio dinheiro)”, além de muita impulsividade emocional em tweets como “PUTA QUE PARIU, ACABARAM DE PERGAR O CELULAR D UM MULEKE AQUI NA FRENTE”. No conjunto, a combinação de introspecção, foco em histórias e significados, forte reação emocional e estilo espontâneo aponta mais para INFP do que para outros tipos próximos.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
17, leitora de finais abertos, protetora de mangás e cachorros feios bonitos. Entre um sudoku e Bridgerton, reclamo da vida e estudo pro Enem.– @Nir_Obel

Seu coquetel exclusivo
Essa poção é meio dark, meio caótica, igual você reclamando do mundo e dos heteros, mas rindo no processo, tipo quando solta um “Que se fodam os heteros. É cada crise de protagonista viu aiai”. A vodca com café entra como a energia nervosa de quem tá entre ENEM, ETE e vida social, lembrando do seu “Trabalho em grupo é um plano do diabo carah” e do eterno cansaço de “Tô cansada pra crlh”. O licor de amêndoas traz aquela doçura meio melancólica de quem sente falta até de site de mangá caído em “Mais um site de manga meu que cai..... Esperando mais um dia pra ver se volta”. O xarope de manga e maracujá representa o drama tropical, sua paixão intensa por fandoms, de Bridgerton a Percy Jackson, como em “Queria que ele mostrasse essa msm atuação nas cenas percabeth”. A espuma de limão-siciliano é o ácido elegante que você solta quando não entende o povo desse app, tipo “Eu não entendo esse aplicativo 🥲” e “Genuinamente não entendi, só mostrou que tá melhor do que muita gente por ai ave”. Por fim, o pó brilhante roxo e preto é o toque Slytherin + TEAM BLACK, celebrando a nerdzinha dramática que completa sudoku e se emociona, como em “COMPLETEI MEU PRIMEIRO SUDOKU, QUE EMOÇÃO” e vive entre o tédio de “atualmente entediada” e o surto de caps lock de “PUTA QUE PARIU, ACABARAM DE PERGAR O CELULAR D UM MULEKE AQUI NA FRENTE”.

Sua Casa de Hogwarts
A própria bio já entrega: "Sonserina" e "TEAM BLACK🖤", o que mostra uma identificação explícita com a casa e com personagens mais sombrios/ambiciosos do universo HP. Ao longo da timeline, ela demonstra uma ironia afiada e uma forma elegante de destilar ódio, como quando diz que queria ter a habilidade das pessoas do app de "disseminar o ódio elegantemente" “Queria ter a habilidade das pessoas desse aplicativo de disseminar o ódio elegantemente”, algo muito alinhado à esperteza e ao veneno social típico de Sonserina. Ela também mostra uma forte veia de auto‑preservação e cinismo em relação às pessoas, por exemplo na crítica aos homens que menosprezam a aparência alheia “E na minha época homem fazia laje ao invés de vir no twitter menosprezar a aparência dos outros, mas os bixin hoje não tem vida nem no off 😮💨”, e na forma como fala de conflitos familiares “Yeah I hate my mom How can someone give a hundred reasons to be hated in less than a day, fuck I'll jump in the front of a truck”. Além disso, ela demonstra ambição intelectual e senso crítico forte sobre adaptações e obras, defendendo suas opiniões com convicção, como quando analisa a adaptação de Bridgerton “Eu acho que esse povo de bridgerton não tá sabendo diferenciar livro de série. Gente é uma adaptação da Netflix, por que não podemos apenas ser felizes que temos duas versões de bridgerton pra apreciar?” e quando critica uma comic sendo adaptada de forma errada “essa comic não é algo que se preste pra adaptação... o que fazia a comic significativa”. O conjunto de autoafirmação, sarcasmo afiado, proteção de si e dos gostos próprios e identificação direta com Sonserina torna bem claro que a casa dela é Slytherin.

Seu filme

Sua música
A música bad guy combina com o jeito irônico, meio caótico e autoassumidamente “do contra” da Nir. Ela vive reclamando e fazendo piada com tudo e todos, tipo quando diz “Que se fodam os heteros. É cada crise de protagonista viu aiai” ou manda um simples e seco “Vai se fuder klavaro”, o que casa com a postura debochada da letra. Ao mesmo tempo, ela tem um lado sensível e dramático, como quando desabafa sobre a mãe em “Yeah I hate my mom… fuck I’ll jump in the front of a truck” e quando fala dos momentos difíceis com seus mangás em “I’ve been passing through hard moments right now....”. Essa mistura de humor ácido, vulnerabilidade e estética meio dark (TEAM BLACK, Sonserina, BL/yaoi, finais abertos) encaixa bem com a vibe da Billie, que brinca com a imagem de “vilã” enquanto expõe fragilidades. bad guy representa essa persona que ela projeta no Twitter: afiada, sarcástica, mas claramente apaixonada pelas coisas que ama (mangá, Bridgerton, Pokémon, projetos de escola e bichinhos resgatados).

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Nir_Obel
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