
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O usuário parece se encaixar melhor no Bart: irreverente, sarcástico, vive de piada interna com os amigos e tem um certo desprezo cômico por autoridade e regras. O humor dele é bem caótico e às vezes de mau gosto, como em “Fui no fastfood com sua mae aquela cachorra E chegando lá eu dei pra ela um mac[REDACTED]” e “O Cezar é viado”, o que lembra muito o tipo de provocação adolescente do Bart. Ele também é obcecado por hobbies específicos, tipo jogos de luta e Kamen Rider, com um entusiasmo meio hiperativo e caótico, como em “AQUI É BLAZBLUE CARALHO” e “Eu preciso de um trabalho pra comprar coisas de Kamen Rider urgentemente”. Ao mesmo tempo, dá para ver insegurança e crise existencial por trás da zoeira, como em “Sinto que já existi o bastante nesse reino, 18 anos é coisa pra porra e não tenho uma motivação real de vida pra continuar seguindo em frente, já to livre pra partir caso algo aconteça”, algo que combinaria com uma versão mais moderna e autoconsciente do Bart. Ele também tem um lado leal aos amigos e à comunidade de jogos/anime, organizando rolês e narrando torneios, como em “Narrar esse torneio com a voz rouca foi uma das experiências da minha vida” e “Adoro quando eu e meus amigos marcamos um role inteiro por causa de uma piada aleatoria”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de atividades solitárias como jogar BlazBlue, Terraria e assistir Kamen Rider, e relatam frustração com amizades desgastantes, por exemplo em "Aquela amizade que vc questiona se a pessoa é realmente sua amiga" e em como facilmente cairiam em "doomscrolling" ou jogar CF o dia inteiro em "Eu tô tentando botar pequenos objetivos pro meu dia agora". A preferência por intuição (N) aparece na fixação com conceitos, estética e ideias em vez de fatos concretos: eles dissecam trailers e obras pela "aura" e atmosfera em "Esse é um dos trailers com mais AURA já feito" e filosofam sobre vida e morte na bio "There is no Afterlife Only The Void" e em "Sinto que já existi o bastante nesse reino...". O eixo pensamento (T) é forte no tom analítico e crítico, priorizando lógica e desempenho: criticam design de jogo e achievements de forma bem racional em "Achei bem merda esses novos achivements do terraria..." e avaliam séries com linguagem de review técnico em "Ela é meio inconsistente para ser sincero, os momentos bons são muito bons mas os ruins são bem ruins", além de brincar com ser um "chud" em "Eu sou um fucking chud, mas sou um chud que sei fazer a justiça laranja". Quanto a J vs P, o padrão é claramente perceptivo (P): eles improvisam, mudam de foco, esquecem planos e se chamam de "lazy" em "eu sou muito lazy e me falta criatividade pra fazer isso"; reclamam de desorganização da própria rotina em "Eu tô tentando botar pequenos objetivos pro meu dia agora, pq se não vou só ficar doomscroling ou jogando CF o dia inteiro" e só agora precisam "começar a estudar de verdade" para o ENEM em "Depois de 17 anos quase 18, eu terei de começar a estudar de verdade por causa da porra do Enem". Combinar essa introversão, foco em conceitos, racionalidade crítica e falta de estrutura fixa de vida encaixa bem com INTP: alguém obcecado por sistemas (combos, trials, otimização em fgs, análise minuciosa de Kamen Rider e animes), que vive questionando, experimentando e teorizando mais do que planejando rigidamente o futuro.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Comento FG, Kamen Rider e anime enquanto fujo do Enem. Já narrei torneio rouco, peguei ônibus errado pro Méier e ainda acho tempo pra combo novo.– @NiseNoMasuku

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e caótico, igual a alguém que diz que “There is no Afterlife Only The Void” enquanto surta com Astral Heat e trials impossíveis. A base de cachaça envelhecida representa o brasileiro puto com o próprio país, inspirado em frases como “porque que eu fui nascer no fucking Brasil?”, mas que ainda assim ri da desgraça. O licor de açaí é pela alegria simples de achar um pote congelado e declarar “Life is beautiful”, mostrando que no meio do vazio ainda tem momento doce. O xarope de guaraná cítrico é a energia caótica de quem passa horas em BlazBlue, UNICLR e cia, montando combo optimal e surtando com achievements de Terraria, como em “Eu genuinamente vou enlouquecer se tentar fazer os novos achivements do terraria sozinho”. O bitter de cacau traz o fundinho amargo e existencial de “Sinto que já existi o bastante nesse reino, 18 anos é coisa pra porra e não tenho uma motivação real de vida pra continuar seguindo em frente”, sem deixar de ser bebível. Por cima, uma espuma leve de gengibre representa a faísca de hype tokusatsu e henshin, tipo “De tempos em tempos eu fico pensando como seria se eu tivesse uma henshin scene, e seria tipo a coisa mais foda de todo o universo”, aquela camada explosiva que faz o Void Astral Heat parecer um especial final antes da tela apagar.

Sua Casa de Hogwarts
Nise passa uma imagem bem ambiciosa e focada em vantagem, o que é bem característico de Slytherin. Ele está constantemente obcecado em otimizar desempenho em jogos de luta, como quando fala que em menos de um dia já otimizou o combo optimal do mizuumi: “Menos de 1 dia jogando com o boneco e já otimizei o combo optimal do mizuumi”, e quando descobre tech nova em Susanoo e fica quase paranoico com teoria de combo: “Quanto mais eu jogo de susanoo mais louco eu fico com teoria de combo... minha vida inteira eu podia ter pegado 3 selos ao inves de 2”. Ele também mostra um lado provocador e competitivo, querendo usar um personagem só pra irritar os outros: “Esse boneco é kinda Hitler coded, super forte... Provavelmente vou labar ele como secundário pra deixar o povo puto” e falando para pisarem nos oponentes: “Joguem de Belial e pisem nos seus oponentes, tudo mantendo a amizade obviamente”. Há um senso de auto-preservação meio cínico e um orgulho da própria "edge", como no desabafo existencial “Sinto que já existi o bastante nesse reino, 18 anos é coisa pra porra...” combinado com o bio niilista “There is no Afterlife Only The Void”, que soa mais como pose dura e desencantada do que vulnerabilidade aberta. Ele também demonstra vontade de conseguir trabalho e dinheiro especificamente para ter o que deseja de Kamen Rider: “Eu preciso de um trabalho pra comprar coisas de Kamen Rider urgentemente”, o que aponta para ambição direcionada aos próprios objetivos. Esse conjunto de competitividade, desejo de poder/vantagem, orgulho e pragmatismo coloca Nise muito mais em Slytherin do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A mistura de humor autodepreciativo, vibe meio niilista e paixão intensa por mídia otaku combina muito com Unravel. O bio “There is no Afterlife Only The Void” ecoa bem o sentimento de vazio e colapso interno da música. Em vários momentos, ele demonstra cansaço da vida e falta de motivação, como em “Sinto que já existi o bastante nesse reino, 18 anos é coisa pra porra e não tenho uma motivação real de vida pra continuar seguindo em frente, já to livre pra partir caso algo aconteça”. Ao mesmo tempo, ele busca pequenos objetivos e escapes em jogos e mídia, como em “Eu tô tentando botar pequenos objetivos pro meu dia agora, pq se não vou só ficar doomscroling ou jogando CF o dia inteiro”, o que lembra a luta interna do eu lírico tentando se manter funcional. Essa combinação de desespero interno, mascarado por ironia, piada e hiperfixação em coisas que ama, é muito a energia de Unravel.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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NiseNoMasuku
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