
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do @noome444 lembra muito a Lisa Simpson: ele é autoconsciente, politizado e vive irritado com a burrice geral, especialmente em política e sociedade, como quando ironiza o debate raso sobre ideologia em “acho engraçado como falam de esquerda e direita como uma banda musical e não um agrupamento ideológico”. Assim como a Lisa, ele faz críticas sociais com base em empatia e consciência de gênero, por exemplo em “eu posso crê em algo meio merda mas nunca me tira da cabeça que o Brasil é assim por conta da misoginia, parece que tudo é ligado a isso” e em “devia ter programas para educação sexual no Brasil, se não o país não anda com tanto crime em volta da misoginia”. Ele também demonstra um lado sensível, introspectivo e meio existencial, como em “parece q to numa eterna fase de liminalidade” e “já faz um tempo eu me sinto sozinho”, o que combina com a solidão intelectual/emocional da Lisa. Ao mesmo tempo, mantém humor ácido e referências de cultura pop, anime e games, algo que se encaixa na faceta nerd, apaixonada por mídia e meio incompreendida que a Lisa tem em vários episódios.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam de solidão e de ficar muito no próprio mundo, como em “já faz um tempo eu me sinto sozinho, eu tô com meu desse meu caminho 🎵🎶🎶” e comentam o perigo de morar sozinho em “o perigo de morar sozinho é que ninguém te impede de comer leite em pó”, o que sugere uma vida mais interior do que de exposição social. A postura é claramente intuitiva (N): ele divaga sobre ideologia e sociedade em vez de apenas detalhes concretos, como em “acho engraçado como falam de esquerda e direita como uma banda musical e não um agrupamento ideológico” e em “eu posso crê em algo meio merda mas nunca me tira da cabeça que o Brasil é assim por conta da misoginia, parece que tudo é ligado a isso”. A preferência por sentimento (F) é forte: ele se indigna com injustiças e empatia, como em “devia ter programas para educação sexual no Brasil, se não o país não anda com tanto crime em volta da misoginia” e “ela tentando fugir... o policial foi e fez isso pq sabe que tem o poder pra isso”, e se sente incomodado com banalização de temas sérios em “nsei como me expressar mas esse tuite me incomoda pra crlh, banalização da prr”. No eixo J vs P, ele parece mais perceptivo (P): é espontâneo, desorganizado e vai reagindo às situações, como em “tenho coisa pra fazer mas não quero fazer nada pqp” e “parece q to numa eterna fase de liminalidade”, além de refletir bastante sem chegar a decisões rígidas, como em “fodase aliás fiquei pensando, se é algo meio besta pra ficar discutindo... ao mesmo tempo que se tá zoando alguém por inventar algo pra se entender melhor é pq tá fazendo bullying?”. No conjunto, o foco em valores, indignação moral, introspecção e reflexões abstratas sobre sociedade e mídia combinam bem com um perfil INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
24, BR. Faço thread de anime, política e lavar louça com esponja inox. Uma vez quase reinstalei Fortnite só por causa de uma skin.– @noome444

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e meio revoltado, igual a timeline dele, então a base é cachaça bem intensa, porque quem solta coisa como “que país miserável” não tá tomando coisinha leve. O licor de açaí traz o lado brasileiro e afetivo, o cara que sente falta de personagem de jogo e de anime em tweets tipo “sdd do meu mano Jimmy” e “anime maravilhoso esse”. O bitter de cacau entra pra representar o amargor político e social, de quem olha o mundo e solta um “os cara brinca com a vida de milhões de pessoas por coisas assim pqp” e fica incomodado com a banalização em “esse tuite me incomoda pra crlh, banalização da prr”. A espuma cítrica de limão com gengibre é o deboche ácido, o jeitinho de falar de misoginia, política e internet como em “eu posso crê em algo meio merda mas nunca me tira da cabeça que o Brasil é assim por conta da misoginia”. Por fim, o pó azulado comestível dá o efeito ‘prisma’ e liminalidade, direto de “prisma #dispatch” e da sensação de “parece q to numa eterna fase de liminalidade”, porque o drink é bonito, estranho e um pouco triste — exatamente como rolar a TL dele de madrugada.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte dele é a análise crítica e a curiosidade intelectual, típicos da Corvinal. Várias vezes ele se incomoda com leituras superficiais de temas sérios, como quando reclama da banalização: “nsei como me expressar mas esse tuite me incomoda pra crlh, banalização da prr” e discute como o nazismo é mal compreendido: “o nazismo pra essa garota é uma lei nominativa pra matar judeus, olha que merda”. Ele mostra prazer em linguagem e reflexão, por exemplo ao exaltar o português: “falar/escrever português é muito bom, e todos os não falantes (portugueses) estão perdendo”, e ao analisar políticas públicas, misoginia e educação sexual: “devia ter programas para educação sexual no Brasil…” e “eu posso crê em algo meio merda mas nunca me tira da cabeça que o Brasil é assim por conta da misoginia, parece que tudo é ligado a isso”. Ele também demonstra interesse em como sistemas funcionam (plataformas, IA, jogos), como quando comenta sobre mecanismos contra pedofilia: “o quão sério é a pedofilia nessa plataforma? se eles dividiram em tantos grupos q pelo menos isso funcione/eles melhorem a aba de denúncias” e IA que aprende contexto: “e é uma inteligência artificial, o negócio pode aprender sozinho como identificar o contexto da pergunta e bloquear o pedido”. Há impulsividade e indignação (um pouco Grifinória), mas o padrão dominante é a vontade de entender, destrinchar e criticar ideias e estruturas — exatamente o coração da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Exagerado, do Cazuza, combina bem com o jeito intenso, dramático e irônico com que ele comenta tudo. Ele se envolve forte com o que gosta, seja anime, mangá e games, como em “é uma das melhores missões que tem, queria q fosse mais longo” e “tô porradao isso tá me fazendo chorar”, lembrando o exagero emocional da letra. Ao mesmo tempo, ele é crítico e meio desencantado com o país e com a política, como em “que país miserável” e “os cara brinca com a vida de milhões de pessoas por coisas assim pqp”, o que ecoa o tom de desilusão do Cazuza com o mundo. Ele também oscila entre humor ácido e vulnerabilidade, como em “já faz um tempo eu me sinto sozinho, eu tô com meu desse meu caminho 🎵🎶🎶”, o que combina com o lado mais frágil por trás do exagero na música. No geral, Exagerado traduz bem essa mistura de paixão, ironia, drama e sinceridade que aparece o tempo todo na timeline dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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noome444
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