
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A vibe geral é muito Lisa: intelectual, meio neurótica, autocrítica e com senso político/cultural forte. O usuário é estudante de jornalismo, vive falando de humanas, Foucault, Deleuze e crítica de mídia, o que lembra a Lisa nerdona e engajada, como em “estudar humanas é um esquema de piramide absurdo...” e “aulas ”. Ao mesmo tempo, tem crise existencial, perfeccionismo e dependência de validação, bem Lisa surtando com boletim: “meu humor foi de 8 pra 80 com 1 (um) email que delicia a dependência de validação externa” e “'ah uma nota não te define' pois então explique as quantidades colossais de serotonina...”. Existe também uma veia política e cultural meio ranzinza, questionando cancelamento, imprensa, família real e cultura pop, como em “incrivel como a gente chegou num ponto que todo mundo realmente foi convencido de que 'cancelamento' existe...” e “se tem um negócio que eu nunca vou entender o apelo pop é essas merdas de família real...”, que é exatamente o tipo de postura crítica que a Lisa teria. E, por fim, apesar de todo cinismo, ele é extremamente afetivo e grudento com a namorada e a família – o lado sensível da Lisa – em tweets como “eu sou completamente apaixonado pela minha namorada...” e “caras vocês que me perdoem pelo gatilho do pai presente mas eu realmente não sei o que seria de mim sem ele”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais introvertidos: falam de cansaço social, TCC, trabalho e faculdade, e usam o Twitter mais como desabafo que como palco social, por exemplo em “não to em um momento muito agradavel e quero me distrair com bobajadas então façam a boa” e “foda ver uma galera que eu conhecia antigamente ficando mto gigante [...] e não ter cara de dar parabens [...] por medo de parecer interesse”. A preferência por Intuição (N) aparece na fascinação com teorias, cultura e meta‑discussões (Foucault, Deleuze, jornalismo, milícias virtuais, cinema), como em “estudar humanas é um esquema de piramide absurdo [...] toda hora vc descobre um assunto novo que tem ligação com um bilhão de outras coisas” e “acho que cheguei no maior submundo da internet (uns gringos postando texto sobre deleuze no tiktok ao som de jpegmafia)”. O eixo Feeling (F) fica forte na centralidade de relações e emoções: elogios à namorada e ao pai, validação acadêmica, crises com TCC e autoimagem, como em “eu sou completamente apaixonado pela minha namorada e estar em um relacionamento saudável de puro apoio e compreensão é a coisa mais gostosa do mundo” e “meu humor foi de 8 pra 80 com 1 (um) email que delicia a dependência de validação externa”. Apesar de ter responsabilidades, ele demonstra forte Perceiving (P): procrastina, se enrola com prazos e se vê como um “carinha” perdido, como em “se tem um negócio que eu nunca vou entender o apelo pop é essas merdas de família real [...]” combinado com “quero deixar registrado aqui (pra me cobrar) que a partir de quinta eu vou dar uma arrumada na minha vida” e o pânico com a tarefa enviada atrasada em “A tarefa foi enviada 47 segundos atrasada”. O tom geral é de idealismo meio cínico, muita autoanálise, humor auto‑depreciativo e foco em valores pessoais e relações — um encaixe bem típico de INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
jornalista em formação que já coringou no TCC, escreveu sobre cinema e ainda acha estranho receber dinheiro pra botar palavrinhas na tela– @noosmancia

Seu coquetel exclusivo
O Fogueira Sem Asa Sour é forte, mas introspectivo, igual a sensação de ser "literalmente só um carinha" prestes a se formar em jornalismo, encarando a vida com crise existencial e humor autoirônico, como em “nao ironicamente acho mto hilário o fato de q em +/ 3 meses eu vou ser uma pessoa formada em jornalismo sendo que eu sou literalmente só um carinha (to paralisado ha horas questionando todas minhas escolhas de vida)”. A cachaça envelhecida representa o jornalista em formação, politizado e crítico, que escreve sobre temas como “milícias virtuais e controle da opinião pública” e se espanta que paguem pra ele “botar palavrinhas numa tela” em “às vezes eu ainda fico meio em choque que me pagam dinheiro pra botar palavrinhas numa tela. tipo mano isso nem existe de verdade”. O licor de café é a energia de madrugadas fazendo trabalho e TCC, coringando na frente do computador, como em “realmente não imaginei que fosse coringar no processo de fazer o tcc e cá estamos nós coringando muito no processo de fazer o tcc” e nas noites viradas com faculdade em “depois de passar duas madrugadas seguidas terminando trabalho e de ficar ontem literalmente o dia inteiro investido em coisa da faculdade”. O xarope de frutas vermelhas é a doçura romântica e meio brega de quem chama a namorada de tudo, de nerdolinha a mil apelidos, como em “tudo. absolutamente qualquer apelido carinhoso bobo ou brega que vocês possam conceber eu já chamei Ela” e na declaração escancarada de “eu sou completamente apaixonado pela minha namorada e estar em um relacionamento saudável de puro apoio e compreensão é a coisa mais gostosa do mundo”. O suco de limão siciliano traz a acidez do ranço lúcido com o mundo — desde odiar calor em “mas alguém dizer que GOSTA realmente de SENTIR esse bafo de 40 graus aí já é caso clínico” até o desprezo por família real em “é simplesmente a coisa mais sem graça do universo e as pessoas tratam como se fosse novelinha”. Por fim, a espuma de cerveja artesanal por cima é a camada hipster-irônica de quem assina streaming pra ver Twin Peaks e acaba em Catfish Brasil em “assinei paramount+ pra gente ver twin peaks aqui e acabamos vendo catfish brasil a vida é meio assim às vezes”, estuda humanas como pirâmide infinita em “estudar humanas é um esquema de piramide absurdo” e ainda ri de deleuze no TikTok em “uns gringos postando texto sobre deleuze no tiktok ao som de jpegmafia”.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil transpira um prazer em pensar, estudar e fazer conexões conceituais, o que é bem típico de Corvinal. Ele fala com entusiasmo sobre estudar humanas como um "esquema de pirâmide" intelectual, em que cada tema leva a outros mil, mostrando curiosidade genuína e pensamento analítico em cadeia: “estudar humanas é um esquema de piramide absurdo pelo amor de deus toda hora vc descobre um assunto novo que tem ligação com um bilhão de outras coisas”. Há também um carinho explícito pelo ambiente acadêmico e por validação intelectual, como quando admite o quanto uma nota mexe com o humor e a autoimagem: “'ah uma nota não te define' pois então explique as quantidades colossais de serotonina que meu cérebro produz depois de uma migalha de validação acadêmica”, além do orgulho em ser pago para "botar palavrinhas numa tela": “às vezes eu ainda fico meio em choque que me pagam dinheiro pra botar palavrinhas numa tela”. Ele demonstra ainda um olhar crítico, irônico e bem informado sobre mídia, política e cultura pop, como quando discute famílias reais e celebridades como fenômenos de massa com certo desdém analisador: “se tem um negócio que eu nunca vou entender o apelo pop é essas merdas de família real [...] é simplesmente a coisa mais sem graça do universo e as pessoas tratam como se fosse novelinha” e problematiza "cancelamento" como construção discursiva: “incrivel como a gente chegou num ponto que todo mundo realmente foi convencido de que 'cancelamento' existe”. Mesmo o entretenimento que ele consome tende a ser denso, metalinguístico ou cult (Deleuze no TikTok, Twin Peaks, Suspiria, Evangelion), reforçando um gosto por obras complexas e interpretativas: “acho que cheguei no maior submundo da internet (uns gringos postando texto sobre deleuze no tiktok ao som de jpegmafia)” e “adolescência tardia (lendo fórum de evangelion muito empolgado aos 19 anos)”. Esse conjunto de curiosidade intelectual, autocrítica constante e humor cerebral coloca ele muito mais na Corvinal do que nas outras casas, ainda que tenha traços de Lufa-Lufa (lealdade à namorada, carinho pelo pai), que parecem secundários perto do impulso predominante de entender o mundo e rir dele de forma analítica.

Seu filme

Sua música
A combinação de autoironia, ansiedade acadêmica e romantismo intenso que aparece nos tweets encaixa muito bem com Lua de Marte. Eles vivem falando de coringar em TCC e jornalismo, como em “realmente não imaginei que fosse coringar no processo de fazer o tcc e cá estamos nós coringando muito no processo de fazer o tcc” e “nao ironicamente acho mto hilário o fato de q em +/ 3 meses eu vou ser uma pessoa formada em jornalismo sendo que eu sou literalmente só um carinha”, o que dialoga com o tema de estar perdido e exausto, mas ainda assim sentindo tudo intensamente. Ao mesmo tempo, a forma como falam da namorada — “eu sou completamente apaixonado pela minha namorada e estar em um relacionamento saudável de puro apoio e compreensão é a coisa mais gostosa do mundo” e “tudo. absolutamente qualquer apelido carinhoso bobo ou brega que vocês possam conceber eu já chamei Ela” — combina com a letra melancólica e apaixonada da música. Há também o humor meio derrotado de humanas em “estudar humanas é um esquema de piramide absurdo” e a sensação de viver um fim de mundo político e emocional em “que coisa mais mórbida que distopia terrível a gente ta vivendo cara”, que conversam com o clima de fim de mundo afetivo e existencial que a Fresno trabalha muito bem em Lua de Marte.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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noosmancia
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