
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson: alguém muito sensível, inteligente, cheio de crises existenciais, que vive tentando achar um rumo mais significativo pra vida. Ocean fala de forma profunda sobre dor, luto e memória, como em “As memórias do ano que eu perdi meu vô são tão nubladas e borradas.” e “não vou mais carrega o peso e a dor que não são minhas.”, o que lembra a forma introspectiva como a Lisa encara o mundo. Assim como Lisa, ele é muito ligado à arte e à música, se vendo como futuro artista de MPB e destacando canções e compositores em tweets como “Melhor do Que Parece é uma canetada de disco, parabéns Tim Bernardes” e “Like Him do Tyler é melhor musica do mundo. A composição, a mensagem, a profundidade…”. A combinação de estudo, ambição acadêmica “Ano q vem eu to na UFMS no curso de música se Deus quiser” e um certo sentimento de deslocamento emocional e cansaço do mundo, como em “pensando em abraçar a assexualidade e só amar a música” e “isso aqui não é vida não”, encaixa muito com o perfil da Lisa adolescente, idealista, carente de pertencimento e muitas vezes mais madura que o ambiente ao redor.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam de crise existencial, cansaço e solidão, como em “tem horas q a crise existencial bate forte sem motivo nenhum” e “isso aqui não é vida não”, além de focarem bastante em jogos solo, música e rotina interna, não em rolês sociais. A preferência por intuição (N) aparece nas reflexões abstratas e poéticas, como em “cabe a nós aceitar as coisas como são e como vão ser. Não há motivos pra achar que há resquícios de algo que já foi e passou” e na bio sonhando em ser artista de MPB, mostrando foco em possibilidades futuras e significados. A forma como se posicionam é claramente mais feeling (F) do que thinking: valorizam sentimentos, vulnerabilidade e relações, como em “Me irrita, mas também me anima você ser a única pessoa que consegue me fazer perder o controle das minhas ações e emoções” e “Muito bom emagrecer e as pessoas perceberem… Obrigado academia e antidepressivos”, e até a raiva com injustiças (como o caso Titan) vem de um senso forte de certo/errado emocional. No eixo J–P, eles soam mais perceiving (P): reclamam de desorganização de vida e trabalho (“odeio me humilhar por emprego se fude”, “essa promoção indesejada que eu ganhei tá me matando”), jogam muitos games, lidam com humor com o caos e não demonstram um estilo de rotina super estruturado, mesmo quando "planejam o futuro" em “Planejando o futuro aqui…”. O conjunto de introspecção, idealismo artístico, foco em emoções e valores pessoais, aliado a uma vida meio caótica e não muito organizada, encaixa melhor com INFP do que com outros tipos como INFJ ou ISFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Músico em formação, futuro MPB (ou prof de teoria mandão). Main Gwen, viciado em Hades, Silksong e café. Ainda aprendendo a lidar com o frio no peito.– @notoce4n

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte, intenso e um pouco dramático, igual você falando de amor e perda de controle: “Me irrita, mas também me anima você ser a única pessoa que consegue me fazer perder o controle das minhas ações e emoções”. A cachaça envelhecida representa o futuro artista de MPB e o amor pela música brasileira, diretamente da sua bio de estudante de música e dos surtos poéticos em tweets como “hoje o nada vai dizer tudo que pode ser silêncio pra cantar um branco pra escrever”. O licor de café é a fase em que você tá começando a gostar de café, mas ainda tudo vem misturado com cansaço e crise existencial: “to começando a gostar de café…” e “tem horas q a crise existencial bate forte sem motivo nenhum e simplesmente do nada”. O xarope de baunilha é a parte doce, afetiva, que lembra o vô e as memórias borradas, tipo “As memórias do ano que eu perdi meu vô são tão nubladas e borradas” e o jeito carinhoso que você fala das histórias dele: “As histórias q meu vô me contava da juventude dele”. O suco de limão siciliano entra como a acidez da vida real, o trampo, o vestibular e o cansaço: “essa promoção indesejada que eu ganhei tá me matando” e “odeio me humilhar por emprego se fude”. Por cima, uma espuma leve de cold brew com um toque de sal simboliza a camada gamer/cinéfilo irônico que cobre tudo com piada e rage, seja rageando com Titan (“nunca gostei do titan, nunca vi a graça desse mlk”) ou surtando com Silksong e Hades 2: “puta q pariu eu vou gozar” e “platinado jogaço #Hades2”.

Sua Casa de Hogwarts
Ocean demonstra um foco muito forte em reflexão, arte e análise, o que é bem característico da Ravenclaw. Ele vive destrinchando obras — por exemplo, quando fala do filme do Motoqueiro Fantasma, valoriza direção e tentativa estética mesmo com roteiro fraco, mostrando olhar crítico e analítico: “Eu acho esse filme um puta filmaço da porra só por eles terem tentado dar o ar sombrio que o motoqueiro fantasma tem nas HQs…”. O mesmo acontece quando elogia composições e arranjos, como em Tim Bernardes e Manu Gavassi: “acho foda o início de Gracinha da Manu Gavassi, pq quem escuta Tim Bernardes consegue ver claramente que todo aquele instrumental é completamente feito por ele, divonico 💅” e “Melhor do Que Parece é uma canetada de disco, parabéns Tim Bernardes”. Ele se coloca como estudante de música e projeta um futuro intelectual/artístico, seja como artista de MPB ou professor: “estudante de música e quem sabe um futuro artista do MPB da nossa geração, ou se não der certo, um professor de música mto bom :)”. Além disso, há um prazer evidente em discutir narrativas, furos de roteiro e universos ficcionais (Stranger Things, X-Men, jogos), como em “ah, sim. Mas é a conexão com o Will? É unilateral? E os cipós do mundo invertido… Final de série ruim da porra…”, o que reforça um perfil de quem gosta de pensar, questionar e entender as coisas a fundo — bem no espírito Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música Como Nossos Pais combina muito com você pelo jeito introspectivo, melancólico e ao mesmo tempo esperançoso com que você fala da vida, do futuro e da família. Você vive num conflito entre o peso do passado e a vontade de seguir em frente, como quando desabafa sobre os últimos anos e o desejo de paz em “Queria esquecer os últimos 6 anos e ter paz na minha cabeça de novo” e quando fala do luto do seu avô em “As memórias do ano que eu perdi meu vô são tão nubladas e borradas”. Ao mesmo tempo, existe um senso forte de construção de futuro e identidade, como em “esse ano eu finalmente consegui sentir a satisfação de sentir que eu to no caminho certo da minha vida… que é a música” e no sonho de entrar em música na UFMS em “Ano q vem eu to na UFMS no curso de música se Deus quiser”. A canção fala de amadurecer, de encarar frustrações e repetir ou romper padrões, o que ecoa nos seus sentimentos de cansaço e de cobrança em “isso aqui não é vida não” e “não vou mais carrega o peso e a dor que não são minhas”. Além de tudo, é um clássico da MPB, o mesmo universo musical em que você se imagina como artista, como diz na sua bio de "futuro artista do MPB da nossa geração".

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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