
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @notsafeoru lembra muito o Moe Szyslak: um cara cheio de humor ácido, auto‑depreciação pesada e um constante flerte com a ideia de desgraça pessoal. Várias vezes ele expressa desejo de morrer ou se machucar de forma dramática, como em “Quero ser amarrado num míssel”, “Q caia um raio em mim e me execute” e “Quero bater minha cabeça na parede até abrir uma rachadura no meu crânio e eu morrer”, que lembram os surtos sombrios e tentativas de suicídio do Moe na série. Ao mesmo tempo, ele mostra consciência de que precisa de ajuda e carrega um peso emocional grande, como em “Eu preciso ir pra um psicólogo” e “Tenho problemas q preciso resolver mas n sei como”, o que ecoa a solidão e insegurança do Moe por trás da casca grossa. O humor dele é meio sombrio e exagerado, mesclando cultura pop/otaku com angústia existencial, como em “Eu ainda vou me mata um dia dattebayo” e “Evangelion é o melhor preservativo existente”, o que combina com o jeito do Moe de transformar sofrimento em piada amarga. Por fim, a bio “mentalmente instável” e coisas como “Nunca vou ter paz em minha cabeça maluca” reforçam essa vibe de personagem quebrado por dentro, mas que tenta lidar com tudo no sarcasmo – exatamente a energia do Moe.

Seu tipo de personalidade MBTI
Tudo indica que @notsafeoru é introvertido (I): fala muito de si mesmo, da própria mente e da dificuldade em interagir socialmente, como em “N sei interagir em sociedade” e “É muito merda tu querer mandar mensagem pra uma pessoa mas n ter coragem pq acha q tá incomodando”, além de valorizar o mundo interno de sonhos e fantasia. A preferência por intuição (N) aparece na obsessão por metáforas, simbolismos e narrativas ficcionais (anime/mangá), como em “Na minha cabeça eu aguento um tiro (em um lugar q n mata)”, “Vou criar a Akatsuki” e “Tenho fortes ligações com lobisomens e nada tira isso da minha cabeça”, que mostram um foco em possibilidades imaginadas mais do que em fatos concretos. O eixo feeling (F) é claro na centralidade das emoções, autoimagem e relações: ele se descreve de forma muito emocional e autocrítica em “Pode ter certeza Q de todas as pessoas q eu já conheci A que mais me odeia Sou eu mesmo” e reage às situações com forte carga afetiva, como em “Krl vai toma no cu eu sou muito fudido mesmo com isso”. Por fim, o jeito de lidar com a vida sugere perceiving (P): ele se vê como caótico e pouco planejado, vivendo no impulso, como em “N sei me relacionar eu apenas sigo no ápice da emoção sem de tempo de respiro” e “Tenho a incrível habilidade de destruir tudo q tenho (literalmente tudo)”, além de frequentemente se colocar como alguém que vai “deixar as coisas acontecerem” mesmo que isso leve a um “abismo”, como em “Estou caminhando para um abismo sem fim onde será minha morte E sinto q n poderei fazer nada para mudar isso”. Somando esses traços – introspecção intensa, imaginação carregada de simbolismo, foco em sentimentos e impulsividade caótica – o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Sobrevivi a 2025, gosto de mangá, gatos e teorias estranhas. Uma vez quase matei uma rolinha sem querer. Opiniões 100% pessoais.– @notsafeoru

Seu coquetel exclusivo
O Coquetel Abismo da Akatsuki é forte porque você vive falando de morte, tiro e mísseis, tipo em “Quero ser amarrado num míssel” e “Quero bater minha cabeça na parede até abrir uma rachadura no meu crânio e eu morrer”. A vodka bem forte gelada representa esse desejo constante de desligar a mente, como em “Quero me embebedar até perder a memória”. O licor de café amargo é o peso da insônia e do cansaço de existir, visto em “Meu horário de sono tá todo fudido” e “Não sou feliz desde a concepção da minha existência”. O limão siciliano traz a acidez dos seus surtos, como em “Krl eu n SUPORTO minha mãe Pqp Q bagulho chato” e “Vsf porra maluco merda”. O xarope de amora é a parte emo-carente que mesmo negando amor em “Eu n amo ninguém Eu não busco ninguém Eu n quero ninguém” ainda sonha com conexões, como em “Sonhei com a pessoa mais incrível q eu podia criar e acordei triste com isso”. Por cima, a espuma de gengibre é aquele humor ácido e dramático que faz piada da própria tragédia, tipo “Krl vai toma no cu A IA me descreveu como um dramático vsf” e a vibe edgy de anime em “Vou criar a Akatsuki” e “Tokyo Ghoul entrou facilmente nos melhores mangas q já li”.

Sua Casa de Hogwarts
Oru demonstra um padrão forte de impulsividade autodestrutiva e fascínio por enfrentar dor e risco físico, algo muito característico de Gryffindor em sua versão mais trágica. Exemplos claros são fantasias de morte heroica ou dramática como “Quero morrer numa briga de espada contra a pessoa q eu amo”, “Quero ser amarrado num míssel” e “Na minha cabeça eu aguento um tiro (em um lugar q n mata)”, que revelam uma postura de enfrentar o perigo de frente, quase como se fosse um teste de coragem. Ele se enxerga como alguém que protege ou se sacrifica, o que aparece em “Eu protegendo a terra de ser engolida pelo sol” e no incômodo com o papel de coadjuvante social em “Krl Deus me fez muito pra ser suporte de casal N aguento esse papel”, sugerindo um certo hero complex e desejo de protagonismo. Há também impulsividade emocional e disposição pra conflito em “Nossa q vontade de puxa briga com alguém aleatório na rua” e “Vou criar a Akatsuki”, o que combina mais com o temperamento explosivo de Gryffindor do que com o cálculo frio de Sonserina. Embora exista autodepreciação e muito sofrimento, ele tende a encarar a própria dor como algo a ser enfrentado de peito aberto — por exemplo em “Estou caminhando para um abismo sem fim onde será minha morte E sinto q n poderei fazer nada para mudar isso” — o que reforça esse arquétipo de coragem trágica típico de muitos grifinórios problemáticos.

Seu filme

Sua música
A música Creep combina muito com o jeito autodepreciativo e deslocado que a pessoa mostra no perfil. A bio já avisa "mentalmente instável" e vários tweets reforçam a sensação de não se encaixar, como em “Eu n sei interagir em sociedade” e “Eu ainda vou me mata um dia dattebayo”, o que lembra diretamente o clima de inadequação da letra. Há um padrão de ódio a si mesmo e desejo de autodestruição em “Pode ter certeza Q de todas as pessoas q eu já conheci A que mais me odeia Sou eu mesmo” e “Quero bater minha cabeça na parede até abrir uma rachadura no meu crânio e eu morrer”, que ecoa o verso "I don't belong here". A mistura de humor sombrio e tristeza constante em tweets como “Papo de pior ano da minha vida” e “Boa q o ano já começou comigo deprimido” também combina com o tom melancólico e resignado da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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notsafeoru
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