
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais próxima da Lisa Simpson: muito consciente de injustiças, politizada e constantemente indignada com a crueldade do mundo, como quando fala de pedofilia no poder em “é humanamente impossível q um país inteiro (e o mundo parcialmente) é controlado por um pedofilo, estou enojada” e do uso de estupro como piada em “imagina vc ser tão desumanizada [...] e depois desse trauma todo a internet viraliza piadas com estupro”. Ao mesmo tempo, ela tem um lado muito emocional e vulnerável, com pensamentos autodestrutivos em “a vida era melhor quando eu tentava me matar 2 vezes por semana, me dopava me cortava e era apática” e “eu deveria ter me matando em 2024”, o que lembra o quanto a Lisa se sente deslocada e sobrecarregada. Ela problematiza machismo e gênero em vários momentos, como em “tudo está explicitamente ligado ao machismo enraizado se vc pensar o suficiente” e “tudo q mulher faz é errado seria certo se fossemos homens”, ecoando o feminismo precoce da Lisa. Além disso, apesar do cinismo e da raiva, ela mostra carinho por relações e amigos online em “posso ter 1001 amigos mas aquele que eu conheci no twitter vai ser sempre meu numero um”, bem como a Lisa é profundamente leal às poucas pessoas com quem se conecta de verdade. No geral, é uma mistura de mente crítica, militância, sensibilidade extrema e sensação de não pertencer – exatamente o pacote emocional da Lisa Simpson adolescente.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de vida interna, solidão e sensação de desconexão, como em “dad i'm so alone” e “sdds de quando eu tinha uns mil mutuals e conversava com todos religiosamente, voltem”, além de tratar a internet como principal espaço social. O foco em sentimentos, valores e reflexões morais sugere intuição (N): eles fazem críticas bem gerais ao mundo e à sociedade — por exemplo, “tudo está explicitamente ligado ao machismo enraizado se vc pensar o suficiente” e “tudo q mulher faz é errado seria certo se fossemos homens” — em vez de ficar só em fatos concretos. Mostram claramente preferência por sentimento (F): reagem com empatia intensa a temas como estupro e violência em “imagina vc ser tão desumanizada [...] e depois desse trauma todo a internet viraliza piadas com estupro” e se preocupam muito com dor própria e alheia, como em “acho q minha mae ta depressiva”. O estilo de vida parece mais perceptivo (P) que julgador: há impulsividade, humor caótico e pouca sensação de estrutura, como em “i se eu apagar essa conta, deletar meus tweets e criar uma nova de ragebait” e “to vendo a hora q eu vou mandar mainha, meu padrasto e o diabo tomar no cu”. O conjunto — introspecção emocional profunda, indignação moral, idealismo feminista/sápfico e vida meio caótica — se encaixa bem em INFP, o tipo frequentemente descrito como idealista, sensível, crítico de injustiças e ao mesmo tempo bastante auto‐destrutivo, refletido em tweets como “a vida era melhor quando eu tentava me matar 2 vezes por semana, me dopava me cortava e era apática” e “life is unfair, kill yourself or get over it.”.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
14, lésbica, especialista em reclamar da vida e maratonar yuri. Já pedi pra Deus me deixar magra e ele respondeu com mais opinião pra eu twittar.– @nyfudida

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e doce-azedinho, porque você é metade carinho sáfico, metade ódio bem direcionado: a vodka intensa vem da sua energia de frases tipo “me chamaram de transfóbica pq falei q queria q homens cis morressem” e “tudo q mulher faz é errado seria certo se fossemos homens”. O licor de amora representa o lado fofo, gay e feminino, direto de sapphic island e do surto de casais lésbicos como “VOCÊS TEM UM MILHÃO DE CASAIS HETERO NA SÉRIE, ME DEIXEM TER A FRANCESCA E A MICHAELA JUNTAS”. O maracujá concentrado entra como a ansiedade/angústia que aparece em tweets como “a vida era melhor quando eu tentava me matar 2 vezes por semana, me dopava me cortava e era apática” e “eu nao qria essa dor dentro do peito”, dando aquele amarguinho no fundo. A tônica rosa ou soda cítrica traz o gás caótico de timeline viciada, tipo “estou convencida de que algumas subs específicas do twitter tem alguma co relação com a deep web” e “acabei de ver um peito arrancado fora.. onde o twitter está me levando”. Por fim, a granadina em gotas, adicionada por último, simboliza os traumas, o sangue e a profundidade por trás da persona online, ecoando “tava vendo alguns tweets antigos e eu era uma criança muito, MUITO traumatizada, como krls eu sobrevivi” e também a sua fase de começar a conta com 12 e agora fazer 15 em “criei essa conta quando eu tinha 12, esse ano eu faço 15, carai”. É um coquetel experimental, dramático e bem adolescente online: bonito por fora, caótico por dentro, igual sua timeline.

Sua Casa de Hogwarts
Ela tem um padrão muito forte de confrontar injustiça e violência de frente, com uma postura combativa e pouco diplomática, o que é bem típico da Gryffindor. Por exemplo, a forma como fala de estupro e piadas com trauma em “imagina vc ser tão desumanizada que alguém tira suas roupas e faz tudo de pior com seu corpo… e depois desse trauma todo a internet viraliza piadas com estupro” mostra coragem para encarar temas pesados e se posicionar. Ela também ataca hipocrisia e moralismo com impulsividade, como em “a pessoa desenha a porra de um cachorro furry completamente sexualizado… mas se eu falar q eh fetiche eu sou errada” ou “vcs ligam demais pra transa dos outros”, sem medo de desagradar. Ao mesmo tempo, há um certo gosto pelo conflito e pelo drama, visível em coisas como “q todo mundo termine hoje, amem” e “calma aí mãe deixa eu xingar uma puta aqui”, que soa mais impulsivo e explosivo do que calculado, o que afasta um pouco o perfil Slytherin. Apesar de existir sensibilidade e lealdade (como em “eu nao mereco o pai tão incrível q eu tenho” e na forma como fala de amigas), o traço predominante é a coragem de dizer o que pensa, bater de frente e dramatizar as próprias dores em público, características centrais de uma Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A música nobody da Mitski combina muito com o jeito extremamente sensível, autodepreciativo e dramático dela. Ela fala várias vezes sobre solidão e vontade de sumir, como em “dad i'm so alone”, “eu deveria ter me matando em 2024” e “a vida era melhor quando eu tentava me matar 2 vezes por semana, me dopava me cortava e era apática”, que ecoam diretamente o desespero e o vazio da letra. Ao mesmo tempo, ela é intensamente romântica e dramática sobre vínculos, como em “hey nana. i still think about you everyday. i just wanna see you across the table from me.”, o que combina com o tom de dependência afetiva da música. O humor ácido e o caos emocional que ela mostra em tweets como “life is unfair, kill yourself or get over it.” também conversam com essa mistura de ironia, dor e carência que a Mitski coloca em nobody. Além disso, ela mesma se encaixa no estereótipo de garota que ouviria Mitski, como mostra em “quando eu julgo uma menina por ela ser generica hello kitty lil peep deftones mas eu sou genérica asuka mitski alex g”, o que sela ainda mais a identificação com essa música em específico.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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nyfudida
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