
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O Brino parece mais próximo da Lisa Simpson: sensível, intelectualóide, cheio de crises existenciais e muito envolvido com estudos e questões internas. Ele é todo voltado pra faculdade e profissão, reclamando de matéria chata e carga pesada, tipo em “me tornei o que eu mais temia peguei matéria do terceiro, do quinto e do sétimo semestre de uma vez na faculdade” e “as vezes me vem o pensamento que vou me formar com PELO MENOS 26 anos de idade e aí ja fico loco quero desistir de tudo ja”, o que lembra muito a ansiedade acadêmica da Lisa. Ele também se emociona profundamente com arte, filmes e música, como em “a cena final de Retrato De Uma Jovem Em Chamas acabou comigo vaisefude tô mal” e “chorei ouvindo Letters to A Dead Friend do The Plot in You boa noite a todos”, o que encaixa com o lado sensível e artístico dela. Ao mesmo tempo, mantém um humor ácido e crítico, muitas vezes indignado com mundo, carro, cidade e cultura pop, como em “empresa amaldiçoada do caralho meu deus do ceu” e “não tem jeito é a pior cidade do brasil mesmo”, algo que lembra o ceticismo precoce da Lisa diante da mediocridade em Springfield. Por fim, o fato de ele ser professor no SENAI e se preocupar com psicologia e vocação, como em “por mais que eu esteja cansado [...] lembro o pq eu quis tanto fazer psicologia” e “e foi exatamente assim que eu virei professor do SENAI kkkkkk”, combina com o lado idealista, ético e educador que a Lisa demonstra sempre que pode.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de consumir mídia sozinho (séries, filmes, jogos, música) e reclamam de solidão em vez de buscar rolê, como em “ninguém daqui de Joinville sabe que é meu aniversário hoje o que me lembrou que não tenho uma unidade de amigo nesta bosta de cidade quero morre” e na obsessão introspectiva com Twin Peaks em “terminei eu terminei twin peaks cabei o the return agora não sei o que fazer da vida agora”. A preferência por Intuição (N) aparece na forma como ele se encanta com ideias, significados e atmosferas mais do que coisas práticas, como em “por mais que eu esteja cansado exausto puído as vezes eu vejo ou leio algo que lembra o pq eu quis tanto fazer psicologia” e na análise de narrativa e tensão em cinema em “esses vídeos de subtle foreshadowing prova que o Hitchcock tava certo né realmente a tensão de ter as informações previamente é bem mais impactante que uma surpresa do nada”. Ele claramente prioriza sentimento (F) e valores pessoais: reage forte a arte e música (“a cena final de Retrato De Uma Jovem Em Chamas acabou comigo vaisefude tô mal”, “toda vez que eu paro pra prestar atenção em alguma letra do silent planet eu fico destruído arrasado embasbacado”), tem empatia no jeito de falar do agente Cooper (“meu deus o agente Cooper é uma pessoa muito boa um querido um fofo”) e se irrita com injustiças ou atitudes que ferem seus valores, como em “sou totalmente CONTRA bandas cover acabem com todas agora mesmo imediatamente”. No eixo J/P, ele parece nitidamente Perceiving (P): vive procrastinando e lidando com coisas em cima da hora, como em “novamente vivendo a vida acadêmica no limite ((tenho um planejamento de estágio pra entregar em mais ou menos 1h e meia e estou fazendo ele AGORA do zero aqui”, assume a vida em caos com carro quebrando o tempo todo em “arrebentou a correia do alternador do meu carro [...] nunca senti tanto desespero” e “PORRA DE CARRO VELHO DA DESGRAÇA VAITOMANOCU”, e se matricula em matérias de vários semestres de uma vez em “me tornei o que eu mais temia peguei matéria do terceiro, do quinto e do sétimo semestre de uma vez na faculdade”, mostrando mais improviso do que planejamento estruturado. Somando introspecção emotiva, foco em significados, valores fortes e vida meio caótica e tardia (como em “as vezes me vem o pensamento que vou me formar com PELO MENOS 26 anos de idade e aí ja fico loco quero desistir de tudo ja”), o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Professor de psicologia, gamer emo e motorista contra a própria vontade. Um dente a mais na boca e um carro a menos na paciência.– @O_Brino

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte e um pouco amargo, porque a vida acadêmica, o carro quebrado e a falta de grana exigem algo que bata de frente, tipo quando ele reclama de conserto caro e multa de trânsito em “PORRA DE CARRO VELHO DA DESGRAÇA VAITOMANOCU” e “PRA COMPLETAR AINDA ACABEI DE TOMAR UMA MULTA…”. O uísque defumado é a parte Lynch/Twin Peaks da alma dele, que termina séries e filmes devastado em “terminei eu terminei twin peaks cabei o the return agora não sei o que fazer da vida agora” e “a cena final de Retrato De Uma Jovem Em Chamas acabou comigo vaisefude tô mal”. O licor de melão é a tradução alcoólica do vício em picolé Melona de “uma loja aqui começou a vender picolé melona sabor melão agora acabam todas as minhas economias meu salario tudo”. A redução de café com chocolate amargo representa as madrugadas de estágio, faculdade e SENAI, como em “novamente vivendo a vida acadêmica no limite” e “e foi exatamente assim que eu virei professor do SENAI kkkkkk”. O limão-siciliano traz o azedinho irônico que ele descarrega quando xinga empresas, bandas cover e IAs em “empresa amaldiçoada do caralho meu deus do ceu” e “meu deus da pra tacar qualquer frase aleatória... essa bosta de IA vai assumir que é um ditado popular”. Por cima, a espuma de gengibre é o lado doce e sensível que chora com bandas de metalcore e letras emocionais, tipo em “toda vez que eu paro pra prestar atenção em alguma letra do silent planet eu fico destruído arrasado embasbacado” e “chorei ouvindo Letters to A Dead Friend do The Plot in You boa noite a todos”, deixando o Metalcore Twin Peaks Sour estranho, intenso e surpreendentemente acolhedor.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um interesse constante e intenso por entender obras complexas, como quando fica obcecado com jogos e séries de narrativa intrincada, por exemplo ao dizer que está obcecado com o jogo Blue Prince e que ele "não sai da cabeça nem por um segundo sequer" “estou obcecado com o jogo blue prince ele não sai da minha cabeça nem por um segundo sequer”, ou quando termina Twin Peaks: The Return e fica sem saber o que fazer da vida “terminei eu terminei twin peaks cabei o the return agora não sei o que fazer da vida agora”. Há um carinho real por análise e compreensão, seja em cinema, séries ou música, como quando comenta fascinando-se com a construção de tensão em Hitchcock e vídeos de subtle foreshadowing “esses vídeos de subtle foreshadowing prova que o Hitchcock tava certo né realmente a tensão de ter as informações previamente é bem mais impactante que uma surpresa do nada”. Ele também reflete de forma bem articulada sobre sua área de estudo, psicologia, relacionando cansaço com o sentido profundo da escolha profissional “por mais que eu esteja cansado exausto puído as vezes eu vejo ou leio algo que lembra o pq eu quis tanto fazer psicologia e na moral acho que poucos sentimentos se igualam a esse”. A forma como fala de letras de bandas e como elas o destroem emocionalmente sugere uma mente analítica e sensível à linguagem, como em “toda vez que eu paro pra prestar atenção em alguma letra do silent planet eu fico destruído arrasado embasbacado”. Embora tenha um lado emotivo e um bom senso de humor, o padrão dominante é de curiosidade intelectual, hiperfoco em obras complexas e prazer em entender profundamente o que consome — características clássicas de um Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A melhor música que combina com ele é Car Radio, do Twenty One Pilots, porque mistura angústia existencial, sensação de vida atrasada e pensamento demais, tudo coisas que aparecem nos tweets. Ele mostra apego emocional à banda e fala que ouvir certas músicas mudaria quem ele é, como em “pensando aqui que se eu tivesse ido no show do twenty one pilots acho que ouvir vignette ao vivo me mudaria enquanto pessoa” e “fui ouvir a música lovely do twenty one pilots depois de muito tempo e infelizmente não é tão boa quanto eu lembrava”. O clima de ansiedade silenciosa de Car Radio casa com coisas como “as vezes me vem o pensamento que vou me formar com PELO MENOS 26 anos de idade e aí ja fico loco quero desistir de tudo ja” e o desabafo sobre estar sempre no limite acadêmico em “novamente vivendo a vida acadêmica no limite ((tenho um planejamento de estágio pra entregar em mais ou menos 1h e meia e estou fazendo ele AGORA do zero aqui”. Ao mesmo tempo, ele claramente usa música como catarse emocional, como em “chorei ouvindo Letters to A Dead Friend do The Plot in You boa noite a todos” e “fui ouvir o You Won't Go Before You're Supposed to depois de um tempo aqui e nossa eu já tinha gostado mas puta que pariu”, o que combina com a forma como Car Radio transforma ansiedade em desabafo intenso. A mistura de humor autodepreciativo, cansaço, amor por música emo/alternativa e um certo desespero existencial faz Car Radio soar como a trilha perfeita da cabeça dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 19 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
O_Brino
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom