
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O @oeduardoy lembra muito o Homer Simpson: passional, exagerado, impulsivo e ao mesmo tempo engraçado e meio auto‑destrutivo. Ele despeja ódio esportivo e xingamento à vontade, como em “Enquanto ngm morrer nada vai mudar, eu te odeio Rob Pelinka.” e “Daronco é um merda”, o que combina com os surtos clássicos do Homer vendo jogo ou lidando com trabalho. Tem também o lado dramático e autoirônico, estilo Homer deprimido, em frases como “Me sinto o Tony Soprano as vezes… só tem os ataques de pânico e a tristeza constante” e o bom humor no caos de torcer para times sofridos, tipo “Não aguento mais torcer pro Santos”. Ele mistura amor obsessivo pelos ídolos – “Feliz aniversário Goat Obrigado por tudo” e “Lebron goat” – com preguiça/exaustão da vida adulta, como em “Lá vai o homem de bem trabalhar mais um dia”. Esse combo de fã emocionado, cabeça quente, piadista e meio cansado da vida é praticamente a tradução do Homer em versão torcedor brasileiro on‑line.

Seu tipo de personalidade MBTI
A forma como ele interage com esportes, cultura pop e amigos indica forte Extroversão (E): comenta em tempo real jogos do Lakers e Santos, responde a tretas e fala de vida de escritório, como em “Mandar nos outros é muito bom, quero ser chefe o resto da vida” e “Parem de brigar gente”, demonstrando gosto por estar no centro das conversas. Ele mostra clara Intuição (N) com referências abstratas e culturais, como “Estar no bananil ainda faz eu me sentir dentro da caverna de Platão”, expectativa de ler 20 livros em um ano em “Se esse ano eu ler menos de 20 livros é fracasso” e comentários sobre política e geopolítica em tom mais conceitual. O eixo Thinking (T) aparece na franqueza e dureza dos julgamentos: ele chama decisões ou pessoas de "imbecil", "merda" ou "rato safado", como em “Coisa mais imbecil que eu já li, olha o nível dessa diretoria” e “Enquanto ngm morrer nada vai mudar, eu te odeio Rob Pelinka”, priorizando crítica lógica (aos olhos dele) sobre delicadeza emocional. Ao mesmo tempo, ele deixa transparecer emoções, mas sempre misturadas com sarcasmo racional, por exemplo em “Me sinto o Tony Soprano as vezes... só tem os ataques de pânico e a tristeza constante”. Já a Percepção (P) é sugerida por seu estilo impulsivo e pouco estruturado: vive reagindo a acontecimentos do dia a dia (“Que calor do caralho nessa cidade”, “Acabei de achar um cabelo branco q porra é essa”), mudando de tema rápido (NBA, UFC, política, série, trabalho) e reclamando/projetando desejos sem mostrar muito planejamento, como em “Espero que tragam o Ye pra cá esse ano” e “Espero que saia pra PC dessa vez, mas esperar até Outubro é sacanagem”. O conjunto de extroversão combativa, humor ácido, foco em ideias, debates e críticas, aliado a um fluxo caótico e reativo de tweets, se encaixa melhor em ENTP do que em tipos mais reservados (INTP) ou mais organizados e estruturados (ENTJ/INTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Chefe em horário comercial, torcedor sofrido de Santos e Lakers no resto do tempo. Uma vez pisei na poça respondendo o Paulo e nunca mais perdoei.– @oeduardoy

Seu coquetel exclusivo
O Duardin Showtime Sour é um drink forte, igual à energia de quem diz que “Mandar nos outros é muito bom, quero ser chefe o resto da vida” aqui, por isso a base é cachaça envelhecida, pra bater que nem cobrança de chefe e noite de jogo. O licor de laranja amarga representa a vida de torcedor sofrido, que fala “Não aguento mais torcer pro Santos” aqui e ainda apanha com o Lakers em “Torcer pro Lakers é igual assistir série na Netflix, sempre esperando a próxima temporada” aqui. O xarope de maracujá entra pra simbolizar a paixão por esporte e entretenimento — UFC, NBA, séries — que faz ele soltar um “QUE SAUDADE QUE EU TAVA DE VOCÊ SHOWTIME CARALHO” aqui enquanto vibra com o jogo. A espuma de cerveja clara é a camada irônica por cima, aquele humor meio triste de quem se sente “o Tony Soprano as vezes, mas sem a máfia, o dinheiro, as mulheres, só tem os ataques de pânico e a tristeza constante” aqui. A pitada de sal grosso finaliza lembrando que ele vive entre o amor e o ódio pelo país, como em “Estar no bananil ainda faz eu me sentir dentro da caverna de Platão” aqui, mas ainda diz “Bom dia” aqui e segue no corre. É um coquetel agridoce, intenso e ligeiramente caótico, igual a acompanhar Lakers, Santos e a própria mente ao mesmo tempo.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra ambição e desejo de comando de forma bem clara em tweets como “Mandar nos outros é muito bom, quero ser chefe o resto da vida”, o que é uma marca clássica da Sonserina. A agressividade verbal e o jeito de atacar quem discorda, como em “A torcida do prantos é a com o menor QI do Brasil, perto dessa porcaria os flamenguistas são gênios” e “Enquanto ngm morrer nada vai mudar, eu te odeio Rob Pelinka”, mostram um estilo combativo e pouco preocupado em ser ‘bonzinho’, mais alinhado a Sonserina do que a Lufa-Lufa ou Corvinal. Ele também é bem pragmático e cínico com política e poder, como em “Nem foi eleito e já se vendeu pros jews, não votem nesse cabaço de merda” e “Nada mais merdil que a agência nacional de ‘inteligência’ revelando publicamente um agente”, o que combina com o olhar desconfiado e estratégico típico de Sonserina. Apesar de ter momentos de lealdade a ídolos e times, como em “Feliz aniversário Goat Obrigado por tudo” e “Lebron goat”, essa lealdade vem muito misturada com rivalidade, orgulho e necessidade de vencer debates. O humor ácido, a competitividade no esporte e a vontade de se destacar sugerem que, num teste seletor, ele seria colocado em Sonserina com bastante tranquilidade.

Seu filme

Sua música
A música All of the Lights combina bem com o jeito expansivo, intenso e dramático do Duardin. Ele vive muito em torno de espetáculo, esporte e grandeza, como mostra na bio “Bow in the presence of greatness” e em coisas como “QUE SAUDADE QUE EU TAVA DE VOCÊ SHOWTIME CARALHO” e “Luka jogando é arte sobre tela”. O som fala de ascensão, queda, pressão e vida sob holofotes, o que combina com a intensidade com que ele acompanha Lakers, Santos e UFC, sempre no limite emocional, tipo “Não aguento mais torcer pro Santos” e “Enquanto ngm morrer nada vai mudar, eu te odeio Rob Pelinka.”. Ele também mostra admiração quase religiosa por ídolos, como em “Feliz aniversário Goat Obrigado por tudo” e “Lebron goat”, o que combina com a estética grandiosa, meio messiânica da faixa. Até os momentos de vulnerabilidade, como “Me sinto o Tony Soprano as vezes [...] só tem os ataques de pânico e a tristeza constante”, encaixam com o tema da música sobre viver sob pressão e ainda assim querer estar sob todas as luzes.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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oeduardoy
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