
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O jeito do @oErikkkk mistura ironia, preocupação social e muita autoanálise, o que lembra bastante a Lisa. Ele fala de política e questões sociais com humor, como em “viva a república socialista popular do perú” e em comentários sobre assistência estudantil e moradia, o que ecoa o engajamento crítico da Lisa. Ao mesmo tempo, é um universitário meio exausto, mas que se cobra e reflete, como em “conceito de insanidade: cometer os mesmos erros (fazer matéria de noite) esperando resultados diferentes (ir pra aula)” e “professora, como posso fugir do meu corpo?”, algo muito Lisa em crise existencial. Ele também demonstra sensibilidade com o cotidiano e pequenos afetos, como em “afetos resignificados” e nas observações sobre transporte e cidade, o que combina com o lado mais contemplativo dela. Apesar da zoeira e do futebol, o tom geral é de alguém inteligente, irônico e meio angustiado com o mundo – exatamente o tipo de vibração que a Lisa teria se fosse uma jovem universitária brasileira no Twitter.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem extrovertidos (E): falam muito de encontros, boteco, ônibus cheio, eventos e interações, com energia direcionada para fora, como em “um casal ficou uns 5 minutos parado nas americanas…”, “paraenses e mais paraenses na abrasco” e “você é a primeira que eu trago no cachorrão sabia?”. A inclinação a fazer piadas conceituais e comentários mais abstratos sugere Intuição (N), como em “quando o desejo não cabe no simbólico, transborda no somático ou algo assim” e “algumas propostas da psicologia social se parecem com isso”. A forma de argumentar é mais afetiva e valorativa do que lógica fria, apontando para Feeling (F): ele se preocupa com justiça social e cuidado, em “cuidar de mim cuidar de mim cuidar de mim”, critica cortes de assistência em tom indignado em “quem é o filha da puta que tá a 12 anos na moradia… pra prae cortar assistência estudantil” e se mostra tocado por figuras como em “Se Vasco fosse uma pessoa ele seria preto, se Vasco fosse uma pessoa ele seria Paulo Henrique”. O estilo de vida parece bem Perceiving (P): ele assume desorganização e improviso em “conceito de insanidade: cometer os mesmos erros (fazer matéria de noite) esperando resultados diferentes (ir pra aula)”, relata decisões de última hora como “saí pra andar e vi gente correndo” e brinca com o caos da própria rotina em situações como “15 minutos já esperando o interno… se eu fosse andando já tinha chegado, mas se eu sair daqui e ele chegar perco aura”. Combinando sociabilidade, humor, foco em significados e valores, e vida pouco estruturada, o perfil mais próximo é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Bragança, SUS e futebol. Estudo gente, cidade e transporte ruim. Uma vez perdi o busão pra não perder a aura.– @oErikkkk

Seu coquetel exclusivo
Cachaça artesanal mineira representa o estudante que vive de boteco em boteco e transporte público, do “boteco do mercado: não rico bar da praça: não rico vagão vitória: RICO adega: não rico” ao eterno “quando vc chega no cachorrão e a moça pergunta se é o de sempre”. O licor de caju vem direto daquele “caju açu da geladeira” que lançou um olhar diferenciado, trazendo o lado frutado, impulsivo e meio aleatório da timeline. O xarope de rapadura simboliza as raízes populares, o carinho pela cidade e pelas tretas da assistência estudantil, como em “quem é o filha da puta que tá a 12 anos na moradia…” e nas reflexões sobre Bragança em “conversando sobre a desindustrialização bragantina com minha vó”. O suco de limão traz a acidez irônica e as reclamações bem-humoradas, tipo “tava comendo na padaria e uma véia começou a mijar atrás de mim” e “essa chuva tá deixando a sala muito abafada”. Por fim, a espuma leve de gengibre é a camada brainrot, ansiosa e criativa que sobe à cabeça, do “brainrotando com vídeo de IA junto com a tiazinha no ônibus” até o desejo de “cuidar de mim cuidar de mim cuidar de mim”, deixando o drink forte, agridoce e experimental como a própria loucurinha boba.

Sua Casa de Hogwarts
Ele mostra muita curiosidade intelectual e reflexão abstrata, traços bem típicos de Corvinal. Por exemplo, brinca com conceitos de filosofia/psicanálise em “quando o desejo não cabe no símbolico, transborda no somático ou algo assim”, e usa vocabulário rebuscado em “palavra do dia: eflúvio”, o que indica interesse em linguagem e ideias. Há também um olhar analítico para questões sociais e econômicas em “conversando sobre a desindustrialização bragantina com minha vó” e em “ela falando de um dono de uma fazenda que tá expandindo um tanto de hotel pela cidade, agora faz todo sentido a prefeitura querer iniciar o projeto de transformar bragança em 'cidade turística'”, mostrando que ele não só observa o mundo, como tenta entender estruturas maiores. Além disso, ele ironiza e pensa criticamente a subjetividade moderna em “é muito trsite ser subjetivado num mundao que te torna individualista e ansioso mano” e faz associações criativas em “goleiro rousseau”. Apesar de ter traços de lealdade e humor que poderiam combinar com Lufa-Lufa ou Grifinória, a ênfase constante em reflexão, jogo de ideias e comentários analíticos pesa bem mais para Corvinal.

Seu filme

Sua música
A melhor música para o @oErikkkk é Anna Júlia, do Los Hermanos, porque mistura melancolia irônica, humor cotidiano e um certo caos afetivo muito parecido com o jeito que ele narra a própria vida. Ele oscila entre o cansaço existencial e a piada, como em “hoje: só amanhã” e “conceito de insanidade: cometer os mesmos erros (fazer matéria de noite) esperando resultados diferentes (ir pra aula)”, o que lembra o eu lírico de Anna Júlia, sempre sofrendo mas num tom meio debochado. Ao mesmo tempo, ele claramente tem um lado politizado e social, vide “viva a república socialista popular do perú” e “quem é o filha da puta que tá a 12 anos na moradia… pra prae cortar assistência estudantil”, o que combina com a aura de universitário crítico que a banda carrega no imaginário brasileiro. A vibe de observar o cotidiano com humor, como em “o caju açu da geladeira me lançou um olhar diferenciado e tive que beber” e “nunca vi tanto velho viajando, ônibus tá pesado de tanto ouro que tem nesses relógio”, também dialoga com a sensibilidade meio agridoce da letra. No fim, Anna Júlia traduz bem esse sujeito meio irônico, meio romântico, meio cansado do mundo, mas ainda assim afetado por ele – exatamente a sensação que atravessa a timeline dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 16 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
oErikkkk
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom