
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do @og_macedo lembra muito o Bart Simpson: irritado com autoridade, zoeiro e sempre pronto pra cutucar os outros. Ele vive pistola com juiz, empresa e sistema, como em “mano q juiz filho da puta” e “essa porra dessa empresa ta me testando”, o que combina com o espírito rebelde do Bart. Ao mesmo tempo, é debochado e sarcástico em relação às pessoas e à cena de rap, como em “é pra essa merda aqui q esses playbunda deu espaço no rap” e “caralho esses artistas da cidade n salva um”. Ele também mostra um lado sensível e inseguro por trás da pose, por exemplo em “como q pode tanta dúvida e tanta certeza caber na cabeça de um só menino” e “pensar q esse era pra ter sido o meu melhor fim de semana desse ano dói demais”, o que lembra o Bart quando deixa escapar vulnerabilidades. A mistura de humor, caos, treta e afeto pelo time (tipo o amor pelo Corinthians em “corinthians eu te amo”) encaixa direitinho com a energia de moleque problema, mas de coração, do Bart.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: falam muito de rolê, jogo, fofoca e trampos, interagem com várias pessoas e entram em tretas/opiniões públicas, por exemplo quando comenta o cenário do rap e artistas da cidade em “caralho esses artistas da cidade n salva um” e nas resenhas de festival em “sem querer pah, mas to com a intuição q esse festival vai flopar”. Entre S e N, apesar de falar de coisas concretas do dia a dia, ele tem um olhar crítico e simbólico sobre classe, raça e cena cultural, como em “os boy discute quem tem mais grana, enquanto meu povo discute quem tem mais dor” e [“Crítica meu corre, quer saber minha raça? Cresci me sentindo invisível!”], o que indica uma tendência intuitiva (N) para padrões sociais e significados. A forma de argumentar é bem Thinking (T): direto, lógico e frequentemente agressivo, priorizando coerência e julgamento sobre agradar, como em “se fosse pra falar essa merda era melhor ter ficado calado, n vai ajudar? cala boca” e na crítica às escolhas de line-up em “cassin e akao no cena é um puta desperdício de espaço”. Já no eixo J vs P, ele aparenta ser mais espontâneo e reativo que planejado: fala de perder ônibus em “comecei o dia perdendo o ônibus”, de mudanças de rotina em “to ansioso pra nova rotina começar” e vive comentando as coisas no calor do momento, o que remete a um estilo Perceiving (P). A combinação de alta energia social, gosto por debates/treta, crítica ácida, humor, e foco em ideias e contradições do meio (rap, política, comportamento) é bem típica de ENTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Corinthiano, fã de rap, anime e fofoca de bastidor. Já pulei meu próprio muro pra não perder jogo e sigo tentando não perder a paciência também.– @og_macedo

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte porque representa o cara que começa o dia assim: “parabéns ai pra qm ta me gorando, ta dando certo, comecei o dia perdendo o ônibus” e termina mandando um “é rapaziada bagulho é loko”. A cachaça envelhecida é o corre, a vivência de quem manda um “os boy discute quem tem mais grana, enquanto meu povo discute quem tem mais dor”. O licor de café traz o lado noturno, atento, de quem vibra com batalha, diss e cena de rap, reclamando de festival flopado e de artista ruim tipo “caralho esses artistas da cidade n salva um”. O xarope de rapadura coloca a doçura escondida nas entrelinhas, o cara que sente quando o fim de semana que era pra ser o melhor desanda: “pensar q esse era pra ter sido o meu melhor fim de semana desse ano dói demais”. O limão queimado é o azedume debochado que manda um “playboyzin branquelo com energia de chinchila” e um clássico “maluco vai tomar no olho do seu cu”. Por cima, a espuma de cerveja preta homenageia o torcedor fiel que vive Corinthians na marra e no amor: “corinthians eu te amo” e “essa porra é corinthians caralho”, deixando o drink intenso, meio amargo, mas viciante igual time que não larga nunca.

Sua Casa de Hogwarts
O Macedo transborda energia de Gryffindor: ele é reativo, peita gente e situações sem medo e fala na lata o que pensa, tipo quando solta um xingamento direto pra um artista ou figura pública, como em “ah vai tomar no seu cu lh, porra não sabe fazer diss não faz caralho” e em várias outras respostas atravessadas. Ele demonstra coragem social ao criticar a cena e a branquitude/playboyzada no rap, como em “é pra essa merda aqui q esses playbunda deu espaço no rap” e “os boy discute quem tem mais grana, enquanto meu povo discute quem tem mais dor”, se posicionando mesmo sabendo que isso pode render atrito. Tem um senso forte de lealdade e de honra nas relações, que aparece em “n chama de irmão se a sua lealdade for uma farsa”, mostrando que valoriza quem está do lado dele de verdade. Ele também age muito no impulso, seja na raiva com juiz e empresa, como em “mano q juiz filho da puta” e “essa porra dessa empresa ta me testando”, seja na defesa de artistas que gosta, como em “mt chave ver o iku conquistando todo esse espaço”. A bio “Crítica meu corre, quer saber minha raça? Cresci me sentindo invisível!” também mostra alguém que encara a própria dor e invisibilidade de frente e ainda desafia quem vem questionar, o que é bem a cara da coragem orgulhosa e combativa de um gryffindor de quebrada.

Seu filme

Sua música
A faixa A Linha de Frente do Rashid combina muito com o jeito do @og_macedo porque fala de corre, invisibilidade social e orgulho, tudo que aparece logo na bio: “Crítica meu corre, quer saber minha raça? Cresci me sentindo invisível!”. Ele vive comentando a desigualdade e o peso de ser de quebrada, como em “os boy discute quem tem mais grana, enquanto meu povo discute quem tem mais dor”, o que casa direto com o tema de batalha diária da música. A lealdade e a ética no corre também aparecem em “n chama de irmão se a sua lealdade for uma farsa” e em “negócios são negócios”, que lembram o clima de quem vive no front, cercado de falsidade e interesse. Além disso, ele demonstra dor, frustração e resiliência em posts como “pensar q esse era pra ter sido o meu melhor fim de semana desse ano dói demais” e “é rapaziada bagulho é loko”, o que encaixa com o tom de luta e superação da música. No fim, ele é o cara que reclama do sistema, ama o time, valoriza o corre e segue em pé, exatamente o espírito de quem tá na "linha de frente" todo dia.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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og_macedo
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