
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito o Bart Simpson: língua afiada, humor debochado e zero medo de cutucar autoridade e playboy. Ele faz críticas políticas com ironia, como quando cobra a direita sobre o caso Epstein em “E esse silêncio ensurdecedor de Nikolas Ferreira, MBL, PL e companhia sobre os arquivos de Eipstein ein”, bem no estilo do Bart provocando figuras de poder. Também tira sarro de classe e raça com sarcasmo, tipo em “É muito engraçado o quanto playboy fica puto quando são chamados de playboys...” e “Nem todo branco mas sempre um branco”. Ao mesmo tempo, tem paixão genuína por música e ídolos, como em “Quando o Melly sair da cadeia ele vai fazer papo de um dos melhores álbuns da década!” e “To ouvindo alternate version agr do album do JID que cara bom de vdd”, lembrando o lado fanático e emotivo do Bart com cultura pop. No geral, ele mistura rebeldia política, zoeira constante e entusiasmo juvenil, o que casa muito mais com o Bart do que com Lisa, Homer ou Marge.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: comentam sobre eventos públicos e figuras conhecidas, vibram com coisas acontecendo na cidade e falam como quem está sempre em interação, por exemplo a empolgação em “JONES MANOEL AQUI EM FORTALEZA?” e o chamado aberto em “COLA EM FORTALEZA, CEARÁ EMICIDA!”. Demonstram forte intuição (N) ao focar em ideias, estruturas sociais e crítica política/racial, como em “Não tem outra definição possível do que 'branquisse' pra isso aqui” e na análise de classe em “É muito engraçado o quanto playboy fica puto quando são chamados de playboys…”, indo além do fato concreto pra discutir o que ele representa. A preferência por sentimento (F) aparece na forma como se posiciona com indignação e empatia, por exemplo em “Murder on my mind do Melly me causa uma vontade de chorar absurda…” e na crítica moral a homofobia e racismo em “da mesma forma que homofóbicos são chamados de serem homofóbicos ou racistas de serem racistas…”. A postura é claramente mais perceptiva (P) que julgadora: o tom é espontâneo, cheio de reações do momento e humor, como em “Cara pq artista quer trabalhar o tempo todo? Eu to de férias e ja nao aguento mais” e na forma solta de comentar música e cultura pop, por exemplo “Esse tyler é muito performático mesmo, viciado em performar”. Somando essa mistura de sociabilidade, foco em ideias, valores fortes e espontaneidade, o tipo que melhor encaixa é ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Rapper em construção, nordestino convicto e crítico de tudo. Um dia sampleei o barulho do ônibus lotado e virou meu beat favorito.– @ogarotoandante

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte de cachaça envelhecida porque a energia dele é intensa, militante e nada diluída, vide tweets cutucando geral sobre política e raça, como em “Não tem outra definição possível do que 'branquisse' pra isso aqui” e “Nem todo branco mas sempre um branco”. O xarope de rapadura representa o corre artístico e a raiz nordestina de Fortaleza, combinando com o lado musical e sensível dele que aparece quando fala de rap, como em “To ouvindo alternate version agr do album do JID que cara bom de vdd”. O suco de maracujá azedo e o gengibre dão o misto de acidez e porrada que ele solta em opiniões sinceras, tipo “É muito engraçado o quanto playboy fica puto quando são chamados de playboys...” e “Pra isso aqui ficar ruim tem que melhorar muito ainda”. A espuma de água de coco vem por cima pra equilibrar com um toque suave e praiano, lembrando que no fundo ele só quer fazer um som maneiro e viver, como diz no bio “tentando fazer umas músicas boa aí” e comemorando conquistas em “CONSEGUI PORRAAAAA”. O nome do drink homenageia o lado emotivo e fã de rap, inspirado em “Murder on my mind do Melly me causa uma vontade de chorar absurda, aquele negao era foda” e na certeza confiante de que quando o ídolo sair vai fazer história em “Quando o Melly sair da cadeia ele vai fazer papo de um dos melhores álbuns da década!”. Entre a porrada da cachaça e o carinho da água de coco, esse coquetel é militância, rap, Ceará e drama tudo no mesmo copo.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil mostra um forte impulso de enfrentar o que considera injusto ou hipócrita, o que é bem característico da Grifinória. Ele critica diretamente figuras de direita e a omissão delas sobre temas sensíveis, como em “E esse silêncio ensurdecedor de Nikolas Ferreira, MBL, PL e companhia sobre os arquivos de Eipstein ein”, algo que exige coragem social num ambiente polarizado. Há também um traço combativo e provocador de “encarar” privilégios e opressões, por exemplo em “É muito engraçado o quanto playboy fica puto quando são chamados de playboys, da mesma forma que homofóbicos são chamados de serem homofóbicos ou racistas de serem racistas, eles gostam de fazer tal ato até certo ponto ne?” e em “Nem todo branco mas sempre um branco”. Esse jeito de falar aponta para alguém que não evita conflito e se coloca de maneira frontal, às vezes impulsiva, reforçado por comentários intensos como “Síndrome de protagonista da porra”, o que lembra o “complexo de herói” típico de muitos grifinórios. Ao mesmo tempo, ele demonstra paixão forte pelas coisas que ama (música, artistas, álbuns), como em “Quando o Melly sair da cadeia ele vai fazer papo de um dos melhores álbuns da década!”, reforçando um perfil mais passional e explosivo do que calculista, mais Grifinória do que qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música AmarElo do Emicida combina muito com o perfil do @ogarotoandante, que demonstra forte identificação com rap nacional, política e questões raciais. Ele mostra admiração explícita pelo Emicida em “COLA EM FORTALEZA, CEARÁ EMICIDA!”, o que já indica uma sintonia estética e ideológica. Seus comentários críticos sobre branquitude e classe, como em “Não tem outra definição possível do que 'branquisse' pra isso aqui” e “É muito engraçado o quanto playboy fica puto quando são chamados de playboys...”, dialogam com a temática de consciência social presente na letra de AmarElo. Ao mesmo tempo, o fato de ele ser artista independente, “tentando fazer umas músicas boa aí”, mostra uma busca de afirmação e esperança em meio às dificuldades, que é exatamente o clima da música. A mistura de vulnerabilidade, crítica social e amor pela cultura hip-hop que ele demonstra ao falar de rap, como em “O álbum do Clipse do Jid ou do Tyler mereciam mt mais”, encaixa perfeitamente no espírito de AmarElo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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ogarotoandante
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