
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do @oguiizao lembra muito a Lisa Simpson: intelectualizado, político e obcecado por arte e cultura, especialmente cinema autoral e nacional. Ele vive corrigindo desinformação e chamando atenção para preconceito e ignorância, como quando rebate clichês sobre cinema brasileiro em “‘O Brasil só faz filme de ditadura.’ ‘cite 10 filmes’ = 😵💫 nao sabe.” e quando defende o papel social do streaming público em “entao o meu imposto tá servindo para trazer um streaming brasileiro que disponibiliza ACESSO GRATUITO...”. Assim como a Lisa, ele é apaixonado por causas progressistas e educação cultural, cobrando governantes em “COBREM os políticos que estão comemorando os prêmios de O Agente Secreto e do Wagner Moura...”. Também tem um lado meio ‘sabe-tudo’ sarcástico, típico da Lisa adolescente irritada com o mundo, ao desdenhar certos conteúdos populares em “10 de janeiro e a galera do filmtok lançou o PIOR VÍDEO de 2026...” e ao falar da “Marvelização/Nolanrização cultural” em “entrarão nos livros de história como as maiores responsáveis por destruir qualquer resquício de criatividade na Hollywood atual”. No fim, ele combina idealismo político, defesa da arte e um certo cansaço cínico com a mediocridade geral — exatamente o tipo de energia que a Lisa teria se fosse uma jovem cinéfila no Twitter.

Seu tipo de personalidade MBTI
A postura pública, combativa e voltada para engajamento sugere Extroversão (E): ele se coloca como figura central em debates, grava vídeos para responder polêmicas e fala diretamente com o público em tom de convocação, como em “me contem o que acharam pf!!!!! 🤓🇧🇷” e “COBREM os políticos que estão comemorando os prêmios de O Agente Secreto e do Wagner Moura”. Há forte ênfase em ideias gerais, sistemas e tendências culturais, o que aponta para Intuição (N): ele fala de “imperialismo cultural norte americano de Hollywood” em “o imperialismo cultural norte americano de Hollywood fez muito mal pra cabeça do brasileiro” e da “Marvelização/Nolanrização Cultural” em “entrarão nos livros de história como as maiores responsáveis por destruir qualquer resquício de criatividade”, sempre extrapolando casos específicos para análises amplas. O tom é direto, muitas vezes agressivo, priorizando argumentação crítica sobre agradar, o que indica Thinking (T): ele desmonta argumentos com ironia racional, como em “se vc diz que O Agente Secreto fracassou entao fracassou blz” ou “tem gente que realmente nasceu pra assistir filminho de herói”, e frequentemente traz números e dados (bilheteria, salas, prêmios) para sustentar posições. A preferência por estrutura, cobrança, direcionamento e metas reforça Julgar (J): ele cobra ações políticas concretas em “COBREM que tragam mais pautas para fortalecer o nosso cinema”, fala em como deveriam ser as políticas culturais e o currículo escolar em “no dia que eu for Ministro da Cultura, Cabra Marcado para Morrer vai ser conteúdo OBRIGATÓRIO nas escolas”, e critica sistematicamente conteúdos que fogem de seus padrões. O conjunto de traços — liderança opinativa, foco em macroestruturas culturais, estilo duro e analítico, somado a uma necessidade de organizar e direcionar o debate — se encaixa melhor em ENTJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Pesquisador de cinema brasileiro, advogado nas horas vagas. Já discutiu Tropa de Elite em ceia de Natal e ainda foi convidado pro ano seguinte.– @oguiizao

Seu coquetel exclusivo
Um drink intenso, porque o dono de tweets como “o cinema hollywoodiano esta oficialmente morto” e “todo castigo eh pouco pra quem paga pra assistir Interestelar no cinema em pleno 2026” não poderia ser representado por algo fraco. A cachaça envelhecida simboliza o amor pelo cinema brasileiro e sua defesa ferrenha em posts como “entao o meu imposto tá servindo para trazer um streaming brasileiro que disponibiliza ACESSO GRATUITO...”. O licor de café traz a vibe noturna, intensa e meio amarga do cinéfilo que passa a madrugada xingando Marvel e Netflix, como em “Stranger Things eh a primeira invenção da Netflix que serve para você assistir enquanto mexe no celular”. O suco de maracujá azedo representa a acidez dos rantzinhos, tipo “o diretor pediu que Jim Carrey não melhorasse da depressão. O resultado foi um dos maiores filmes do século.” e “Sam Levinson e Christopher Nolan disputando pra ver quem mais odeia trabalhar personagens femininas”. O xarope de rapadura adoça a mistura, lembrando o carinho pelo Brasil em “É DO BRASIL! 🇧🇷 Um ano depois do primeiro Oscar do Brasil...” e pela classe trabalhadora do audiovisual em “ajudando os trabalhadores do audiovisual a terem comida na mesa?”. Por fim, a espuma de gengibre dá o chute picante final, como o tom debochado de “maninho vc deveria ser proibido de falar sobre cinema brasileiro quando você mesmo fez isso aqui tlgd...” e o personagem de cinéfilo chato assumido em “terei que abandonar meu personagem de cinéfilo chato arrogante pseudocult”.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do Guilherme é marcado por uma postura combativa e destemida, típica da Grifinória. Ele se expõe constantemente para defender o cinema brasileiro e suas posições políticas, batendo de frente com criadores grandes e fandoms inteiros, como quando diz sobre o vídeo de um youtuber: “eu nao aguento mais Jurandir Gouveia conseguiu fazer o pior vídeo de 2026… que video MERDA meu deus..........” e quando pede explicitamente: “COBREM os políticos que estão comemorando os prêmios de O Agente Secreto e do Wagner Moura… SÓ comemorar é MUITO FÁCIL”. Há um forte componente de coragem moral e de “herói problemático” defendendo uma causa, como na thread em que detona a ignorância sobre cinema nacional: “'O Brasil só faz filme de ditadura.' 'cite 10 filmes' = 😵💫 nao sabe… a ignorância dessa galera que critica o Cinema Brasileiro eh de dar nojo”. Ele não parece calculista ou centrado em autopreservação; ao contrário, é impulsivo, inflamado e disposto a comprar briga por aquilo em que acredita, como quando ironiza a galera anti-cinema brasileiro na ceia de Natal: “falaram mal do Cinema Brasileiro aqui na ceia de natal, nao entendi legal não namoral 😡🤬”. Esse misto de coragem, indignação pública e vontade de “entrar na luta” em defesa de suas convicções encaixa muito mais na Grifinória do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música que melhor combina com ele é Creep, do Radiohead, porque ele literalmente se define como “viciado em radiohead creep” na bio, assumindo essa faixa como parte da própria identidade. O tom autoirônico e deslocado da letra dialoga com o personagem de cinéfilo chato que ele monta, como quando brinca em “minha namorada me chamou pra assistir ao último episódio de Stranger Things aff terei que abandonar meu personagem de cinéfilo chato arrogante pseudocult 🥀💔”. A postura de quem vive à margem do gosto "mainstream" e sente certo estranhamento do mundo aparece sempre que ele critica Marvel, Netflix e a hegemonia hollywoodiana, como em “o imperialismo cultural norte americano de Hollywood fez muito mal pra cabeça do brasileiro”. Ao mesmo tempo, o lado sensível e passional da música combina com o jeito emocional com que ele fala do cinema brasileiro e de O Agente Secreto, como em “sei q vencer o Globo de Ouro/Oscar nao significa qualidade [...] mas eh muito gratificante ver o Cinema Brasileiro vencendo”. Creep encaixa tanto no humor autodepreciativo quanto na sensação de não se encaixar no gosto dominante que ele critica o tempo todo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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oguiizao
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