
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do @OLimaOliveira lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, autoconsciente, meio dramático e sempre comentando política, arte e sociedade. Ele vive em ambiente acadêmico, falando de Unicamp, professores e teoria – como em “Depois que o fucking José Pedro Paiva me recomendou usar IA pra traduzir latim eu tenho pensado....” e “A sensação de poder ficar uma semana só estudando Moderna e Renascimento e Península Ibérica e Humanismo e Arte e Arquitetura” – o que combina com o espírito nerd/militante da Lisa. Há um engajamento crítico e meio indignado com política e economia, como em “Drew Gooden faz vários vídeos bobos e do nada solta uma crítica a acumulação de capital e um manifesto pela taxação de bilionários O cara é foda” e “O único réu que esse paspalho condenou de algo é o único que os bolsonaristas odeiam por crime de lesa pátria, digo, lesa Bolsonaro”, muito no tom de Lisa questionando o sistema. Ao mesmo tempo, ele é sensível, fã de arte, música e cinema – vide “Bury me at makeout creek com 7,7 é mais que criminoso, literalmente o melhor álbum dela, absurdo” e “Eu no Museu de Arte de São Paulo 📍” – o que reforça o lado artístico dela. O humor autodepreciativo e cansado (“FÉRIAS eu quero FÉRIAS”, “Gente, talvez eu não sobreviva outubro”) também parece algo que a Lisa teria, tentando ser perfeita num mundo caótico. E mesmo xingando muito no Twitter, tipo em “Vai tomar no cu youtube”, ainda transparece alguém idealista e apaixonado por conhecimento – exatamente o núcleo da personalidade da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais Extrovertidos (E) do que introvertidos: estão sempre comentando interações sociais, futebol, amigos e vida na Unicamp, com energia voltada pra fora, como em “Dia de mimosa e narget” e no tom expansivo de “TL agitada com essa aula de Maravilhoso”. Mostram forte Intuição (N), porque vivem fazendo associações criativas, referências culturais e comentários conceituais, como ao falar de tecnologia e plataformas em “No fim é o mesmo movimento dos celulares, que colocaram trocentos dispositivos em um, agora tão colocando trocentos apps em um” e ao relacionar Erasmo a uma piada contemporânea em “Erasmo (de Roterdã) criticando os ciceronianos”. A dimensão Feeling (F) aparece na forma intensa, afetiva e reativa de se expressar – seja xingando operadora em “VAI TOMAR NO CU VIVO EU TE ODEIO DESEJO SUA MORTE”, seja na devoção emotiva ao time em “SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA” ou na gratidão exagerada em “Hugo Souza, Rodrigo Garro e Breno Bidon, eu devo minha vida a vcs”. A preferência por Perceiving (P) se vê na espontaneidade caótica do cotidiano acadêmico e na procrastinação (“rushar”, PC quebrando, bloqueio na biblioteca), como em “Gente, talvez eu não sobreviva outubro” e “Quando vc procrastina tanto que chega numa tese sobre fantasia e Tolkien e descobre que seu orientador tava na banca de qualificação”. No geral, o tom é de alguém expansivo, irônico, muito emocional, cheio de referências culturais e pouco dado a rigidez ou planejamento, o que encaixa bem no perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
História na Unicamp, corinthiano, fã de Mitski e stop-motion. Já anotei trabalho com faca e abridor de garrafa e sigo firme no 1080p duvidoso.– @OLimaOliveira

Seu coquetel exclusivo
O Corinthians Sour Acadêmico é pra quem xinga o YouTube, a Vivo e a Copa do Mundo, mas ainda manda ‘Feliz natal a todos os meus queridos seguidores’ com foto fofa. A base de cachaça envelhecida forte representa o corintiano intenso que grita “SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA” e manda um belo “SE FOOOOOOOODE PALMEIRAS”. O licor de café é o combustível do universitário que admite “Eu não funciono sem cafeína Maldição” e vive preso entre biblioteca e trabalhos, tipo quando reclama do texto de arte sem imagem em “Texto de história da arte sem imagem puta que pariuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu”. O suco de limão siciliano dá a acidez irônica de quem diz “Office online é fascismo” e ri de Clarisse chamando a Ilíada de “fanfic gay antiga”. O xarope de pimenta e mel junta a doçura afetiva que aparece em noites boas tipo “Hj foi um dos melhores dias do história tt” com o lado explosivo de tweets como “VAI TOMAR NO CU VIVO EU TE ODEIO DESEJO SUA MORTE”. Por cima, a espuma leve de laranja com glitter comestível é a camada performática e meio dramática de quem anuncia que “A REVOLUÇÃO SERA TWINK” e ainda assim segue “tankando”, como na bio “é brutal mas vai tankando”.

Sua Casa de Hogwarts
O Lima transpira interesse intelectual e amor genuíno por aprender, o que é bem típico de Corvinal. Ele demonstra empolgação sincera com temas acadêmicos e artísticos, por exemplo quando celebra poder estudar Moderna, Renascimento, Península Ibérica, Humanismo, arte e arquitetura em sequência em “A sensação de poder ficar uma semana só estudando Moderna e Renascimento e Península Ibérica e Humanismo e Arte e Arquitetura”, e quando recomenda conteúdo extra pros colegas em “Pra quem tiver fazendo a síntese do bloco 1 de moderna ai e quiser uma dica o video 'Quem descobriu a Europa?' que o Estranha História lançou esses dias é interessante”. Ele também se frustra com más práticas acadêmicas ou de escrita, mostrando preocupação com rigor intelectual, como em “Toda vez que eu encontro um op cit. num rodapé eu vejo que o Rui tava certo fazendo eu tirar isso do meu projeto Coisa horrorosa” e em “Texto de história da arte sem imagem puta que pariuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu”. Além disso, há um lado metalinguístico e irônico com linguagem e referências clássicas, como o comentário sobre Erasmo em “Erasmo (de Roterdã) criticando os ciceronianos:” e a observação sobre "profanar" em “'Profanar' é muito bom pqp kkkkkkkkkkkkk Incrível como só estar em papel e brochura torna o texto sagrado”, que reforça a combinação de erudição com espírito crítico e humor. Mesmo quando fala de lazer, tende a obras com carga reflexiva, como Life Is Strange em “Cheguei a conclusão que jogar Life Is Strange com 14 anos mudou quem eu sou como pessoa”, o que encaixa bem no perfil introspectivo e analítico de Corvinal.

Seu filme

Sua música
A escolha de Faint do Linkin Park combina com o jeito intenso, dramático e meio irônico com que o @OLimaOliveira vive o dia a dia. Eles mesmos marcam a importância da banda quando dizem que “Tá caindo AGORA a ficha que eu vou ler Linkin park” e que jogar Life is Strange aos 14 anos mudou quem são, jogo cuja estética e trilha conversam com esse clima emocionalmente carregado (“Cheguei a conclusão que jogar Life Is Strange com 14 anos mudou quem eu sou como pessoa”). O tom explosivo e impaciente da música aparece em vários momentos, como nos surtos contra serviços e tecnologia (“Vai tomar no cu youtube”, “VAI TOMAR NO CU VIVO EU TE ODEIO DESEJO SUA MORTE”). Ao mesmo tempo, as letras de frustração e sobrecarregamento se encaixam bem com a exaustão acadêmica e emocional deles, visível em posts como “Gente, talvez eu não sobreviva outubro” e “FÉRIAS eu quero FÉRIAS”. Faint é barulhenta, ansiosa e catártica — exatamente a energia que atravessa a timeline deles entre Unicamp, Corinthians, calor do caralho e deadlines acumulando.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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OLimaOliveira
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