
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do Matheus lembra muito a Lisa Simpson: curioso, estudioso e sempre tentando ficar na frente da curva tecnológica. Ele está o tempo todo pesquisando, testando ferramentas e compartilhando aprendizados, como quando disse que a chave é entender de negócios e usar IA como alavanca, não só código: “A barreira técnica sumiu. Aproveite essa janela de oportunidade…”. Assim como a Lisa gosta de ensinar e organizar o conhecimento, ele vive estruturando conteúdos didáticos sobre prompts, como em “6 padrões de prompt que realmente importam!…” e explicando passo a passo coisas básicas pra dev, como em “Aprenda a baixar uma pasta do GitHub para o seu computador e abrir no VS Code!”. Ele também reflete bastante sobre futuro do trabalho e impacto da IA, em tweets como “Meu chute é que as profissões manuais serão as últimas a sumirem”, o que combina com o lado filosófico e preocupado da Lisa. Por fim, mesmo sendo bem racional e ‘nerd’, ele mostra humor e autoironia — por exemplo em “Sinto que sou um criador de conteúdo decente só no YouTube kkkk…” — exatamente o tipo de equilíbrio entre ser sério e zoeiro que a Lisa às vezes tem quando se vê cercada por um mundo meio caótico.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets mostram alguém claramente voltado para fora, ensinando, opinando e puxando conversa com o público, o que é típico de E. Ele fala de forma aberta sobre carreira, renda e exposição, por exemplo ao pedir dicas para crescer nas redes em “Sinto que sou um criador de conteúdo decente só no YouTube kkkk lá tenho 22k mas nas outras redes sou meio flopado O que vcs sugerem? Como se dar bem aqui?” e ao oferecer marketing gratuito em “Se você é vibe coder coloca o link do seu projeto aqui pra eu reagir no meu canal e te dar um marketing gratuito 👇”, algo bem característico de extrovertidos que gostam de interação constante. Ele pensa e comunica de forma fortemente orientada a padrões, futuro e abstrações – típico de N. Ele fala de tendências amplas como o futuro de profissões e automação em “Meu chute é que as profissões manuais serão as últimas a sumirem Costureiro, eletricista, sapateiro, cozinheiro…” e sobre a evolução do mercado de SaaS e IA em “Em 2026, criar um SaaS sozinho será o padrão. … Identifique uma dor de empresas no LinkedIn e crie um app ultra específico para resolvê la com IA.”, mostrando foco em possibilidades e cenários futuros, não apenas no dado imediato. Seu jeito direto, às vezes provocativo, indica forte T: ele critica devs que recusam IA de forma lógica e sem rodeios em “Vejo que muita gente (aka devs) ainda não ‘aceitaram’ usar IA para código. … Se é isso que tu quer, beleza. Fique com a sua verdade.” e aborda negócios de forma fria e racional, como ao comparar criar SaaS x vender soluções em “Para começar a crescer, vender soluções para empresas é mais rápido e garante retorno. … SaaS exige trabalho contínuo.”. Por fim, a preferência por J aparece na forma como ele estrutura processos, cria frameworks e pensa em planejamento. Ele insiste em métodos e passo a passo: em “Fiz um vídeozinho pra ajudar vcs a usarem @Remotion Basicamente: 1. Gere um roteiro… 2. Pede como output o detalhamento das cenas… 3. Manda executar e já era!” e em toda a sequência sobre padrões de prompt, como “Um tech lead analisou mais de mil prompts e encontrou 6 padrões consistentes para guiar a IA.”, ele mostra necessidade de estrutura, sistematização e controle. Seu foco recorrente em eficiência, métricas e estratégia de longo prazo em negócios (por exemplo, “A chave para vencer com IA não é só código, mas entender de negócios e usar a IA como ferramenta. A barreira técnica sumiu. Aproveite essa janela de oportunidade antes que feche!”) é muito alinhado ao perfil ENTJ, o tipo de estrategista voltado a resultados, liderança e otimização de sistemas.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Dev que trocou bug por IA: fechei app com 8k usuários sem saber programar. Hoje ensino vibe coding, SaaS e automações para ganhar em R$ e $.– @oMatheusdaIA

Seu coquetel exclusivo
Esse drink nasce da mistura de tradição com futuro, igual você defendendo que a barreira técnica sumiu enquanto foca em negócio e IA, como em “A chave para vencer com IA não é só código, mas entender de negócios e usar a IA como ferramenta.”. Cachaça envelhecida representa sua base de dev raiz e experiência acumulada desde projetos como o app sem código com milhares de usuários em “Prova real de que dá pra criar um app completo sem saber programar.”. O licor de café é a energia de quem está sempre shipando coisa nova, tipo conectar GitHub e gerar PRD automático no “Acabei de shipar uma feature que eu queria há meses.”. O xarope de laranja com pimenta traz o mix doce/apimentado do seu jeito de zoar dev que não aceita IA, como em “Se é isso que tu quer, beleza. Fique com a sua verdade.”. A espuma de água tônica representa o lado experimental e cheio de ferramentas (Anti Gravity, OpenCode, Remotion, etc.), bem no-code/low-code vibes, como em “A ideia é democratizar a criação de apps e automações com IA.”. Por fim, o twist de limão queimado é o toque ácido dos seus comentários sobre mercado e futuro da programação, tipo “Em 2026, criar um SaaS sozinho será o padrão.”, deixando o drink forte, moderno e levemente provocativo — igual sua timeline.

Sua Casa de Hogwarts
Os tweets do Matheus mostram uma combinação forte de ambição e foco em resultados práticos, bem típica da Sonserina. Ele fala repetidamente sobre criar e monetizar produtos digitais de forma estratégica, como quando comenta que um app simples de alarme fatura 500k por mês e sugere clonar a ideia: “Um app de alarme fatura 500 mil dólares por mês! Quer saber como clonar essa ideia e publicar seu próprio app nas lojas?” e “Um app de alarme que toca MAIS ALTO faz em média $500K no mês, esse é o tweet”. Essa mentalidade de identificar brechas, modelar o que funciona e explorar oportunidades é extremamente sonserina. Ele também enfatiza várias vezes que o diferencial não é só código, mas saber usar IA e negócios para ganhar vantagem, como em “A chave para vencer com IA não é só código, mas entender de negócios e usar a IA como ferramenta. A barreira técnica sumiu. Aproveite essa janela de oportunidade antes que feche!” e em “Vejo esse comportamento diariamente de devs Se preocupe menos com o parafuso e mais em como vai vender ele”. Isso mostra pragmatismo, foco em poder real (dinheiro, mercado, influência) e visão de longo prazo. Além disso, ele é bem direto ao falar que quem recusar IA em programação vai ficar para trás, mostrando desapego a idealismos em favor de eficácia: “Vejo que muita gente (aka devs) ainda não ‘aceitaram’ usar IA para código. A questão é você não precisa aceitar, vai continuar sendo usado cada vez e você ficará pra trás.”. A forma como ele estrutura conteúdos sobre prompts, ferramentas e automação revela inteligência estratégica e uso da informação como vantagem competitiva, como em “Enquanto devs e não devs subestimam o uso de IA para programar, tem gente entregando solução porca e mesmo assim ganhando dinheiro. Ou você entra na moda ou vai ficar pra trás.”. No conjunto, ele parece muito mais um sonserino ambicioso, orientado a oportunidade e eficiência, do que o perfil típico de Grifinória, Lufa-Lufa ou Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Harder, Better, Faster, Stronger combina com o Matheus porque fala de ficar constantemente melhor e mais eficiente – exatamente o que ele persegue com IA, automação e ferramentas. Ele vive mostrando como aumentar produtividade de devs, como em tweets tipo “Descubra 5 ferramentas gratuitas, incluindo GLM 4.7 e Minimax M2.1, para codificação de alto desempenho. Crie projetos complexos sem custo!” e “Aumente a eficiência das suas ferramentas! Descubra mais de 243 skills de agentes personalizados…”. A letra fala sobre trabalhar mais rápido e melhor, que se conecta com o foco dele em usar IA para programar e automatizar ao máximo, como em “Vejo que muita gente (aka devs) ainda não ‘aceitaram’ usar IA para código… vai continuar sendo usado cada vez e você ficará pra trás.”. Além disso, ele está sempre iterando e construindo novos projetos, de app de alarme a SaaS e ferramentas open source, como mostra em “Encerrei hoje um projeto que criei em janeiro… Prova real de que dá pra criar um app completo sem saber programar. Agora é rumo ao próximo nível”. O clima da música, meio futurista e robótico, também casa com o feed dele cheio de IA, agentes, automações e reflexões sobre o futuro do trabalho.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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oMatheusdaIA
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