
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do Pedro lembra muito a Lisa Simpson: apaixonado por cultura, arte e um pouco deslocado do senso comum. Ele fala de modernismo brasileiro e literatura, como em “lendo pauliceia desvairada ainda”, e mergulha fundo em discos, filmes e referências cult, como em “Esse mês eu quis ouvir a discografia inteira da Gal Costa…” e “Assisti Bugonia, que final maluco”. Assim como a Lisa, ele é politizado e crítico, questionando consumismo e hipocrisia religiosa em “Ah sim… Comprar um iPhone ou um tênis da adidas é muito mais importante do que ter o SUS, né?” e “tentar justificar sua postura de merda com um versículo bíblico é coisa de filho da puta”. Ao mesmo tempo, mostra sensibilidade e um certo existencialismo jovem em “Ter 20 anos e sentir que não tem nada resolvido é tenebroso” e em frases quase poéticas como “meu maior feito é ter uma vida que, quando narrada, não soa falsa”. Ele também vive entre a paixão intensa (Corinthians, shows, amigos) e a reflexão crítica sobre o mundo, combinação muito Lisa: idealista, emotivo e intelectual ao mesmo tempo, como aparece em “Andar de metro, ouvir shoegaze, beber xeque mate, matar aula na faculdade pra ir em shows, e acreditar em amor genuíno”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: estão sempre em show, estádio, bar, zoando amigos e interagindo com gente, como em “Lembro que em dezembro de 2024, eu planejei ir em somente dois shows em 2025 e fui em 20” e “tão feliz como se o Corinthians tivesse ganhado um título Eu e o @saltynicsz saindo pra beber no mesmo instante que soube da notícia, em dia de prova”. A preferência por intuição (N) aparece na forma como viaja em ideias, referências artísticas e humor absurdo, como em “Kleber Mendonça Filho inventou o Fusca amarelo” e no mergulho em Gal Costa, modernismo e cinema em “Esse mês eu quis ouvir a discografia inteira da Gal Costa… vai dando a impressão de um final”. O eixo sentimento (F) é forte: ele reage moralmente a política e religião com afeto e indignação, como em “tentar justificar sua postura de merda com um versículo bíblico é coisa de filho da puta” e expõe vulnerabilidade em “Ter 20 anos e sentir que não tem nada resolvido é tenebroso”. Já o perceber (P) aparece na vida improvisada e caótica: matar aula pra ir a show em “Andar de metro, ouvir shoegaze, beber xeque mate, matar aula na faculdade pra ir em shows”, o desleixo com estudo em “Fiquei de dp em engenharia de software pqp” e o humor sobre quase comprar um Xbox com vale-refeição em “Quase comprei um xbox com vale refeição”. O tom geral é caloroso, irônico, apaixonado por arte, amigos e futebol – um perfil muito alinhado com ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
20y, dev em formação, corinthiano praticante. Já matei aula pra show e já perdi boss por esquecer de salvar. Vivo entre Gal Costa e Zelda.– @opedropedreiro

Seu coquetel exclusivo
Esse coquetel é forte e sofrido, porque se não for sofrido, não é Corinthians, como você mesmo vive postando em coisas tipo “DEUS É CORINTHIANO E ANDA DO MEU LADO” e “SE NÃO FOR SOFRIDO, NÃO É CORINTHIANS”. A cachaça envelhecida é o amor pelo futebol brasileiro raiz, que aparece em “Porra, eu amo o futebol brasileiro”. O licor de café entra como a madrugada ouvindo som triste e jogando Zelda, tipo em “Ouvindo eliminadorzinho e jogando Zelda a link to the past de madrugada” e no seu grito de guerra “VIVA O ROCK TRISTE NACIONAL”. O chá mate gelado forte é homenagem direta ao vício em xeque mate, dos sonhos ao desespero de não encontrar a bebida, como em “hoje eu real sonhei que eu fui no mercado que não tinha xeque mate” e “Não achei xeque mate aqui no Paraná até agora”. O xarope de rapadura adoça com um toque de Brasil profundo, misturando modernismo, Gal Costa e Tom Zé de tweets como “amo o Corinthians, o modernismo brasileiro, os mutantes” e “Isso é Tom Zé caralho”. Por fim, a espuma cítrica de limão é o lado experimental, irônico e ansioso que mata aula pra ir em show, torce em três telas e ainda reclama da IA, como em “Andar de metro, ouvir shoegaze, beber xeque mate, matar aula na faculdade pra ir em shows, e acreditar em amor genuíno” e “Na moral, acho que a IA deveria ser proibida para a maioria das pessoas”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais constante do Pedro é a lealdade intensa: ele vive Corinthians como devoção, em posts como “Na moral, vencer do Flamengo no primeiro tempo e as brabas empatarem o jogo nos acréscimos… Deus é Corinthiano e anda do meu lado” e “A semana inteira / Fiquei esperando / Pra te ver Corinthians”. Essa mesma lealdade se estende aos amigos e ao círculo social, como em “Negativado, mas a que custo? Curtir a porra toda mesmo” e “tão feliz como se o Corinthians tivesse ganhado um título / Eu e o @saltynicsz saindo pra beber no mesmo instante que soube da notícia”, mostrando que ele prioriza estar junto de quem gosta, mesmo quando dá trabalho. Ele exalta pequenos rituais do cotidiano com carinho — “Andar de metro, ouvir shoegaze, beber xeque mate, matar aula na faculdade pra ir em shows, e acreditar em amor genuíno” — o que combina muito com o pé-no-chão e a valorização do simples típicos de Hufflepuff. Também demonstra senso de justiça social e empatia, criticando posturas escrotas com indignação, como em “tentar justificar sua postura de merda com um versículo bíblico é coisa de filho da puta” e “Ah sim… Comprar um iPhone ou um tênis da adidas é muito mais importante do que ter o SUS, né?”. Embora haja impulsividade e drama corinthiano (um quê de Grifinória), o eixo central da personalidade dele é a lealdade, o afeto pelos amigos e a ética básica de fair play na vida, o que encaixa melhor em Hufflepuff.

Seu filme

Sua música
A música Camisa 10 da Gávea combina o amor obsessivo por futebol com melancolia e caos emocional, exatamente como o jeito que ele vive o Corinthians, do sofrimento à devoção total, como em “DEUS É CORINTHIANO E ANDA DO MEU LADO” e “SE NÃO FOR SOFRIDO, NÃO É CORINTHIANS”. Ele é explicitamente fã de Lupe de Lupe, ao ponto de brincar com a grandeza da banda em “Se Titãs fosse bom, se chamaria Lupe de Lupe” e desejar até tiny desk em “quando que vai ter tiny desk da Lupe de Lupe ?”. A letra da música, cheia de referências afetivas e tragicômicas, reflete bem esse jeito de transformar cotidiano em saga pessoal, como quando ele fala de shows e viagens em “Lembro que em dezembro de 2024, eu planejei ir em somente dois shows em 2025 e fui em 20” e da vida universitária caótica em “Fiquei de dp em engenharia de software pqp”. O humor agridoce da música também combina com o tom dele de tristeza debochada em “Ter 20 anos e sentir que não tem nada resolvido é tenebroso” e com o orgulho de seu próprio drama em “meu maior feito é ter uma vida que, quando narrada, não soa falsa”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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