
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O jeito do Caio mistura sensibilidade, autocrítica e um certo pessimismo inteligente, muito parecido com a Lisa. Ele é bem emocional com arte e mídia, falando coisas como “Eu te amo, você é o melhor filme da história” e “Significou tudo, lançou no momento mais frágil possível da minha vida [...] esse jogo [...] mudou minha vida, meu jogo favorito da vida”, o que lembra a forma intensa como a Lisa se apega a livros, filmes e música. Ao mesmo tempo, ele tem consciência política e social, reclamando do país e das pessoas online em tweets como “País infernal, rede social de imbecis” e “Gente que ditadura é essa que vcs podem usar rede social e falar a bosta que quiserem”, algo muito Lisa. Ele também demonstra reflexão sobre saúde mental e trabalho, como em “Fui marcar uma consulta com uma psicóloga diferente e é 100 conto a sessão pqp 💔💔” e “A ideia de trabalhar em algo q eu não gosto, pra comprar coisas que não importam pra agradar pessoas que eu odeio ou não dão a mínima pra mim”, o que combina com o lado existencial e crítico da Lisa. Mesmo sendo bem ácido e xingando bastante, dá pra ver um lado muito sensível e carente em tweets como “O coração é um órgão burro e maldito” e “Gosto MT de achar músicas que descrevem exatamente a minha situação atual ou pensamentos meus q eu não sei pôr em palavras”, que é exatamente o tipo de vulnerabilidade que a Lisa tenta esconder atrás do intelecto.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ele parece claramente mais introvertido (I) do que extrovertido: fala muito de ficar no celular rodando entre apps e consumindo conteúdo sozinho, como em “Abro o Twitter>fecho o Twitter>abro o Instagram e vejo reels>fecho o Instagram>abro o tik tok>fecho o tik tok>abro o Twitter E o ciclo se repete todo dia”, e valoriza momentos introspectivos com música e séries, por exemplo “Eu queria injetar every breath you take na minha veia”. A preferência por intuição (N) aparece na forma como ele liga coisas a significados e sentimentos, como quando fala do jogo que o marcou num período difícil em “Significou tudo, lançou no momento mais frágil possível da minha vida [...] esse jogo [...] significados mudou minha vida, meu jogo favorito da vida”, e quando comenta sobre a ideia de trabalho e sentido em “A ideia de trabalhar em algo q eu não gosto, pra comprar coisas que não importam pra agradar pessoas que eu odeio ou não dão a mínima pra mim”. Ele demonstra forte orientação para sentimentos (F), reagindo com intensidade emocional a filmes, músicas e pessoas, como em “Eu te amo, você é o melhor filme da história”, “Eu te amo tanto” e “O coração é um órgão burro e maldito”, e buscando músicas que expressem exatamente seu estado interno (“Gosto MT de achar músicas que descrevem exatamente a minha situação atual ou pensamentos meus q eu não sei pôr em palavras”). Sua postura é bem perceiving (P): ele mostra resistência a rotinas rígidas e planejar ‘vida tradicional’, como em “A ideia de trabalhar em algo q eu não gosto, pra comprar coisas que não importam pra agradar pessoas que eu odeio ou não dão a mínima pra mim”, vive muito no fluxo de redes e entretenimento, e só comenta de planos de forma meio resignada e improvisada, como em “Entregar uns currículos amanhã Brutal”. Somando a introversão, foco em significado e estética (jogos, animes, músicas), emocionalidade intensa e vida meio desorganizada, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Currículos de dia, Sopranos e jogos de noite. Já troquei psicóloga por jogo de 100 conto e sigo sobrevivendo à base de música triste.– @OyasumiDuarte

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, meio amargo e meio doce, igual a alguém que twitta “O coração é um órgão burro e maldito” mas vive dizendo “Eu te amo” e “gosto muito de você”. O gin de frutas vermelhas representa a intensidade emocional e esse lado romântico que ele injeta em música, tipo quando fala “Eu queria injetar every breath you take na minha veia”. O bitter roxo é a mistura de vermelho reversão e azul lapso que vira “vazio roxo”, simbolizando o humor meio azedo com o país e redes sociais, como em “País infernal, rede social de imbecis”. O licor de café/cold brew é a insônia existencial de quem vive no ciclo infinito de apps: “Abro o Twitter>fecho o Twitter>abro o Instagram...”. O xarope de baunilha entra pra lembrar que, no fundo, ele é um cara doce que encontra consolo em filmes, jogos e músicas que “mudaram minha vida, meu jogo favorito da vida” (link). O gelo em formato de coração é a estética dramática e meio meme de alguém que diria “Se eu tenho um relacionamento de 10 anos e ele acaba eu acho que eu me mato padrinho” e ainda assim consegue rir com um belo KKKKKKKKKK do absurdo da vida.

Sua Casa de Hogwarts
O jeito que ele usa cultura pop para processar a própria vida é muito de Corvinal: ele fala de encontrar músicas que descrevem exatamente a situação dele em “Gosto MT de achar músicas que descrevem exatamente a minha situação atual ou pensamentos meus q eu não sei pôr em palavras” e vive citando letras como em “I hate it when you're not around... But mostly I hate the way I don't hate you”, o que mostra reflexão e elaboração emocional através de arte. Ele é extremamente analítico e crítico com o mundo ao redor, chamando rede social de "rede social de imbecis" em “País infernal, rede social de imbecis” e apontando a desconexão de comentários em “Pessoal dos comentários de Instagram são as pessoas mais desconexas da realidade existentes”. Há também um olhar filosófico e existencial em “A ideia de trabalhar em algo q eu não gosto, pra comprar coisas que não importam pra agradar pessoas que eu odeio ou não dão a mínima pra mim”, que mostra um questionamento racional sobre propósito de vida. Ele demonstra amor profundo por obras específicas (jogos, filmes, séries) de forma quase acadêmica, como quando destrincha o impacto de um jogo em “...esse jogo com as músicas, os gráficos e significados mudou minha vida, meu jogo favorito da vida” e elogia estética em “Gachiakuta esteticamente falando é impressionante”. Apesar do tom emocional e às vezes amargo, o que predomina é um cérebro que observa, critica, conecta referências e tenta entender o mundo – marca clássica de um Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música que melhor combina com o Caio é Every Breath You Take do The Police, porque ele mesmo já demonstrou uma fixação forte por ela em mais de um momento. Ele diz explicitamente que queria “injetar every breath you take na minha veia” e depois surta quando “COMEÇOU A TOCAR EVERY BREATH YOU TAKE EM SOPRANOS”, mostrando o quanto essa música faz parte do imaginário emocional dele. A letra da música, com esse ar de obsessão e apego, casa bem com o jeito intenso e meio dramático que ele fala de amor e relações, como em “Eu te amo” e no desabafo sobre relacionamentos longos acabando em “Se eu tenho um relacionamento de 10 anos e ele acaba eu acho que eu me mato padrinho”. Ao mesmo tempo, essa mistura de romantização extrema, dor emocional e humor amargo aparece em vários tweets, como quando ele diz “O coração é um órgão burro e maldito” ou cita versos sofridos em “I hate it when you're not around...”. Tudo isso combina com o clima meio obsessivo, melancólico e emocionalmente carregado de Every Breath You Take, o que faz dela um retrato perfeito da vibe dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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OyasumiDuarte
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