
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ele parece mais com a Lisa Simpson: nerd, politizado, irônico e cheio de referências culturais. Como a Lisa, ele se envolve com pesquisa e academia, falando de trabalhos publicados e coautoria em artigo, por exemplo em “OFF: não quero contar vantagem antes da hora mas é bem provável que eu feche o ano (ou até mesmo esse semestre) com 2 trabalhos publicados” e “um trabalho em que eu sou co autor foi aceito pra publicação + ganhei um vale presente de 100 reais numa promoção da coca cola”. O engajamento político e social também lembra muito a Lisa, criticando direita e reacionarismo em tweets como “difícil é o MBL ter 0,0000001% de inteligência” e “esse negócio de 'médias nacionais de qi' é a estatística mais fake de todos os tempos”. Ele tem um humor ácido e autoconsciente, típico da Lisa quando se sente deslocada, como em “não consigo me identificar com um filme se o personagem principal não for um jovem negro baiano do signo de aquário chamado pedro almeida”. Ao mesmo tempo, aparece sensível, meio cansado do mundo e ainda assim idealista, por exemplo em “se os millenials conseguiram estender a adolese até os 40 nós vamos estender até os 60” e nos tweets sobre Yemanjá e poesia, o que reforça essa vibe lisa-esquerdista-cult.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: narram a rotina em detalhes e com humor, quase como se estivessem conversando com amigos, por exemplo quando contam o dia cheio de estágio, centro, alma mater, barbeiro, corrida etc. (“fiz uma hora a mais no estágio, fui de la pro centro…”), e fazem muitas interações irônicas com tweets de outras pessoas. A preferência por intuição (N) aparece na forma como usam metáforas, referências artísticas e ideias abstratas, como nos trechos poéticos e imagéticos de música e mito (“o canto vinha de longe… Yemanjá, odoyá”; “deep in the night shone a weak and miserly light…”) e na ironia meta sobre “consumir mídias” (“existe uma coisa mais patética que é falar 'consumir mídias'”). A dimensão F (Feeling) é forte: eles reagem com indignação moral a misoginia (“n queria ser essa pessoa, mas isso aqui é pura misoginia”), homofobia e direita cultural, valorizando empatia e posicionamento ético (“acho engraçado quando acusam celebridades de serem secretamente direitistas…”). Por fim, mostram traços claros de perceiving (P): brincam com a própria desorganização de vida adulta estendida (“se os millenials conseguiram estender a adolese até os 40 nós vamos estender até os 60”), lidam com o tempo de modo flexível (“não tem como chegar no estágio 7 horas quando todos os ônibus… a não ser que um deles seja uma máquina do tempo”) e descrevem a semana como “vagarosamente celestial, tropical e malemolente” (“semaninha vagarosamente celestial, tropical e malemolente”), sugerindo estilo mais espontâneo que estruturado. O conjunto de humor ácido, engajamento social, imaginação forte e jeito caótico mas caloroso combina melhor com ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Aquariano baiano, pesquisador em formação, estagiário com saudade da Chapada. Uma vez fermentei refrigerante em casa e ele ficou com gosto de pão.– @pdalm_

Seu coquetel exclusivo
A base é cachaça baiana envelhecida, forte mas macia, porque ele é literalmente um jovem negro baiano que não se reconhece em nada que não seja isso: “não consigo me identificar com um filme se o personagem principal não for um jovem negro baiano do signo de aquário chamado pedro almeida”. Entra um xarope de camomila com leite, transformando aquele experimento duvidoso em algo sofisticado, inspirado na sua sinceridade derrotada porém engraçada: “tomei um copo de leite com camomila (sim, é nojento) e já estou na cama, foda se porra de grammy”. A tônica de gengibre e limão traz o lado ácido e opinativo que não poupa ninguém, de governo a influencer: “nojo desse governo semi hetero heterossexista queer ✂️⚔️✂️♂️⚣⚣⚣🤢🤢🤢” e “a pessoa que cai em golpe de telemarketing merece pra deixar de ser tão animalescamente burra”. O licor de lichia ou flor de sabugueiro representa o lado culto, pop e delicado que cita Joanna Newsom e Carly Rae com devoção: “joanna newsom sapokanikan” e “pq sabem que a carly rae jepsen ganharia todo ano e eles não querem ver ela vencer”. Finaliza com bitter de coentro, um toque polêmico e amado, exatamente como ele: “eu gosto mesmo é de comer com coentro”, e o ritmo geral do drink é forte porém preguiçosamente celestial, como a própria semana dele: “semaninha vagarosamente celestial, tropical e malemolente”.

Sua Casa de Hogwarts
Pedro demonstra um interesse forte por aprendizado, pesquisa e vida intelectual, algo muito característico da Corvinal. Ele fala com orgulho da produção acadêmica e pesquisa, como em “OFF: não quero contar vantagem antes da hora mas é bem provável que eu feche o ano (ou até mesmo esse semestre) com 2 trabalhos publicados” e em “um trabalho em que eu sou co autor foi aceito pra publicação + ganhei um vale presente de 100 reais numa promoção da coca cola”, o que mostra amor pelo conhecimento e realização intelectual. Há também curiosidade analítica sobre política, mídia e ciência, por exemplo quando questiona dados e narrativas: “esse negócio de 'médias nacionais de qi' é a estatística mais fake de todos os tempos” e “como é esse rolo da mubi com israel? eles financiam diretamente o idf mesmo? nunca entendi direito”. O humor dele é recheado de referências culturais e linguísticas, como em “os alemães tem uma palavra pra tudo” e “explicando eternidade para um alemão: imagine uma salsicha”, o que reforça uma mente criativa e espirituosa. Mesmo quando comenta o cotidiano, ele pensa de forma articulada e reflexiva, como em “vocês nunca tiveram contato com pesquisadores na vida de vcs and it shows”, demonstrando identificação com a comunidade acadêmica e com a lógica da investigação. No conjunto, o traço predominante não é coragem impulsiva (Grifinória), nem foco em poder pessoal (Sonserina), mas sim a valorização do estudo, da cultura e da análise crítica – marca registrada da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Good Intentions Paving Company, da Joanna Newsom, combina muito com eles pelo tom expansivo, meio épico e ao mesmo tempo íntimo, algo que aparece em tweets como “deep in the night shone a weak and miserly light where the monkey shouldered his lamp” e “com diamantes de gelo em cada fio de cabelo das pedras nasce um novelo que aos poucos se movimenta”. O tema de movimento e caminho, com um eu lírico meio cansado, meio irônico, lembra a rotina corrida e autoirônica de “fiz uma hora a mais no estágio, fui de la pro centro... e de casa pra juracy p correr um pouco”. Eles claramente gostam de letras elaboradas e poéticas, vide o amor declarado por Joanna Newsom em “joanna newsom sapokanikan” e referências a discos como “when the pawn hits the conflicts he thinks like a king”. A mistura de sensibilidade artística, humor ácido e certa melancolia baiana/tropical em “semaninha vagarosamente celestial, tropical e malemolente” casa bem com o clima da música, que é ao mesmo tempo contemplativa e irrequieta. Além disso, o fato de se definir meio em chave mística e ritualística na bio (“a linha da selva, gritando num ritual de som e tempo”) alinha muito com a aura quase mítica e simbólica que a canção carrega.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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