
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson, mas numa versão adulta, deprimida e autodidata de internet. O usuário é muito introspectivo, vive um sentimento de não pertencimento e frustração existencial, o que lembra a angústia da Lisa quando sente que ninguém à volta a entende, como em “um sentimento de não pertencimento nunca visto antes” e “sem futuro do carai”. Ao mesmo tempo, ele tem forte conexão com arte e música, sempre comentando álbuns e faixas específicas, como em “album mais importante do soundcloud i miss the old Edward Skeletrix” e “masterpiece top 1 metal nacional”, algo muito Lisa: usar cultura e arte como refúgio emocional. Também há consciência e autoironia sobre a própria dor, como em “so de pensar que eu joguei um ano inteiro da minha vida no lixo 😂😂😂😂” e “nada pra ver nada pra fazer so resta suicidio”, ecoando a mistura de lucidez e desespero que a personagem demonstra em muitos episódios. Por fim, ele tenta se manter funcional no meio do caos — trabalho ruim, ansiedade, sessões com psicóloga — como em “# sessão com a psycho” e “quanto mais perto eu fico de sair desse mercado mais desesperado e maluco eu fico de AINDA estar lá”, o que reforça a combinação de sensibilidade, crise existencial e tentativa de se cuidar que é muito característica da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora: falam muito de solidão, cansaço social e querer ficar sozinho, como em “vai todo mundo tomar no cu saiam da cidade de frutal quero ficar sozinho” e “hj ver um filminho ne sozinho”, o que aponta para I em vez de E. A forma como misturam referências culturais, humor e sensação de vazio é bem abstrata e subjetiva, típica de N, por exemplo em “um sentimento de não pertencimento nunca visto antes” e na forma poética/dramática de falar: “Mil mortes e assombrações na vida”. A ênfase está muito mais nos sentimentos, na dor emocional e na empatia do que em lógica fria, como em “se fuder tbm nao tem um pra apoiar na vida”, “ansiedade da porra” e “se nem minha psicóloga me responde oq sobra”, indicando F ao invés de T. Quanto a P vs J, ele parece viver de forma caótica e pouco planejada, reagindo às situações, trocando de humor e foco (“quero ver filme quero jogar quero fazer musica… e ai nao faço nada” em este tweet, ou “kkkkkk nao sei se to ônibus certo”), o que é bem P. O apego à música, à estética alternativa (cloud rap, soundcloud, plunderphonics, vaporwave) e a dramaticidade existencial (“depressao morte” em este tweet, ou “que ano de merda que que eu fiz pra merecer isso”) encaixam bem no estereótipo de um INFP: introspectivo, sensível, criativo e um pouco auto-destrutivo, usando arte e humor como forma de processar o sofrimento.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Beatmaker em Frutal, pai de 4 anos, ex-sujeito de mercado. Já perdi um brinco por 2 anos, mas nunca perco um drop bom. s4nctuary & cloud rap.– @pedromorreu

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida entra pra representar a cabeça cheia, o peso dos anos e a brasilidade de alguém que fala em sair da “cidade de frutal” e solta um “vai todo mundo tomar no cu” com naturalidade (“vai todo mundo tomar no cu saiam da cidade de frutal quero ficar sozinho”). O licor de café bem amargo é a insônia, a ansiedade e o domingo à noite eterno (“sofrendo no domingo a noite”, “ansiedade da porra”), aquele trago que parece te deixar mais acordado do que deveria. O xarope de mel com sal é o carinho torto e melancólico de quem lança música de natal triste e ainda deseja feliz natal “a todes meus mutuais” (“s4nctuary holydays ll online em todas plataformas feliz natal a todes meus mutuais e ouça minha musica de natal”). O limão siciliano traz a acidez do humor dele, que oscila entre surtos e piada auto-depreciativa, tipo quando fala que só resta suicídio (“nada pra ver nada pra fazer so resta suicidio”) ou que jogou o ano inteiro no lixo (“so de pensar que eu joguei um ano inteiro da minha vida no lixo 😂😂😂😂”). Por cima, a espuma de maracujá com glitter é o lado artista-cloud-jersey-swagg que ainda brilha mesmo na bad, o cara que faz beat swag, funk esquecido e EP experimental no meio do caos (“nossa acabei de fazer um beat muuiito swag”, “funk do ano passado que eu ESQUECI de postar”, “vou lançar um ep com essas musicas”).

Sua Casa de Hogwarts
Ele transpira mente de artista obcecado por referências, o que puxa muito para Ravenclaw. Vive falando de música e garimpando som obscuro, tratando isso quase como estudo: elogia álbuns específicos como “album mais importante do soundcloud i miss the old Edward Skeletrix” em “album mais importante do soundcloud i miss the old Edward Skeletrix”, descobre “a nova promessa do cloud rap nacional” em “achei esse mlk no yt e é a nova promessa do cloud rap nacional” e cita coisas de nicho tipo Blank Banshee em “utilidade publica: blank banshee 0 no spotify, ate cair dnv”. Ele também é extremamente criativo e autoirônico com o próprio fazer artístico: declara “bitch eu faço plunderphonics” em “bitch eu faço plunderphonics”, comemora “acabei de fazer um beat muuiito swag” em “nossa acabei de fazer um beat muuiito swag” e fala em lançar EP com suas músicas em “vou lançar um ep com essas musicas”. A indecisão existencial dele também é muito cerebral, mais cabeça do que ação, como quando diz “quero ver filme quero jogar quero fazer musica quero escutar musica... e ai nao faço nada” em “quero ver filme quero jogar quero fazer musica quero escutar musica e eu nao consigo decidir com o que vou gastar meu tempo e ai nao faço nada”. Apesar do humor sombrio, o traço dominante não é ambição (Slytherin) nem coragem impulsiva (Gryffindor), e sim uma mente hipercriativa, cheia de referências e autoanálise – marca registrada de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música Ninguém Se Importa do Lô Borges combina bem com o clima de frustração, isolamento e melancolia que aparece o tempo todo na timeline do @pedromorreu. Ele vive falando de solidão e sensação de não-pertencimento, como em “um sentimento de não pertencimento nunca visto antes” e em momentos de total exaustão como “nada pra ver nada pra fazer so resta suicidio”. A vibe de fim de linha e desgaste emocional da música dialoga com desabafos como “que ano de merda que que eu fiz pra merecer isso” e “depressao morte”. Além disso, ele próprio mostra respeito e conexão com essa estética mineira/melancólica ao twittar “rip lo borges vai no caminho da luz”, o que reforça que a obra do Lô Borges faz parte do universo afetivo dele. A letra, que fala de se sentir esquecido e à margem, encaixa com o jeito que ele descreve a vida, o trabalho e até a família, como em “passar natal sozinho ou com a família nao sei qual vai ser mais solitario”.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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pedromorreu
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