
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de autoconsciência, humor ácido e interesse por temas sérios lembra muito a Lisa Simpson. Ele vive reclamando da burrice geral e corrige conceitos, como quando se irrita com confusões sobre ciência e instituições: “ate freud que deve ser a pessoa mais séria daí nao é ciência, tem gente q acha que só pq alguem que se chama sociologo ou antropologo e escreve qualquer merda é ciência” e “nao aguento ver gente na timeline achando q a receita federal ta pegando dados de movimentação bancarias pq quer fazer o trabalho que é do coaf e da policia federal...”. Ao mesmo tempo é dramático e existencialista, falando de suicídio e cansaço da vida com ironia: “minha vida ta tao deprimente, queria ter sidrome de estocolmo sei la, uma emoção saudável” e “queria passar o ano novo beijando ou cometendo suicídio, qual sera q vai ser”. Ele também mistura engajamento e cinismo político, como em “aposto e tenho quase certeza que foi o bolsonaro safado que finançou este surto manicomial quebrando tabu 2017 2018 so pra se eleger”, um traço bem Lisa de criticar tudo e todos. E, apesar do ranço geral, mostra um lado afetivo e carente, como em “todo carinho do mundo para mim é pouco”, que combina com a sensibilidade dela por trás da postura crítica.

Seu tipo de personalidade MBTI
A bio como "uso como diário, nao é pra mais de 4 pessoas lerem" e coisas como ele querer deletar geral do Instagram ("queria tirar todo mundo do meu insta e começar de novo mas dar trabalho") sugerem forte preferência por privacidade e círculo social pequeno, indicando I. Ele alterna desabafos pessoais com comentários analíticos sobre mundo, ciência e política, como quando fala da extinção K–Pg e sobrevivência de organismos frágeis ("nao pode mudar o ph ou temperatura da água e estes bichos morrem, mas me fascina que na extinção kpg ... estas porrinhas frageis tao por aqui ainda"), e quando critica conceitos pseudoacadêmicos ("ate freud ... nao é ciência, tem gente q acha que só pq alguem que se chama sociologo ou antropologo e escreve qualquer merda é ciência"), o que aponta para foco em padrões, teorias e explicações gerais (N). A forma como argumenta é crítica e lógica, muitas vezes dura ou sarcástica, como em "nao aguento ver gente na timeline achando q a receita federal ta pegando dados ... é literalmente o trabalho dela kkkkkkkkk" e "a culpa nao é do menino pq claramente vemos da onde veio a burrice", mostrando preferência por análise racional acima de agradar os outros (T). Ele é desorganizado, autoirônico e vive mudando de ideia (quer parar de beber, depois volta a fumar, vive reclamando de prazos que ele mesmo criou: "ja me desgracei de tanto trabalhar ... eu mesmo dei a ideia e eu mesmo prometi fazer"), o que é bem típico de um estilo mais flexível e improvisado (P). Somando o foco em ideias, humor ácido, autocrítica, curiosidade por temas técnicos (contabilidade, impostos, paleontologia) e pouca paciência para formalidades sociais, o encaixe mais coerente é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Contador na selva amazônica, cria de Santarém. Fala de imposto, dinossauro e drama amoroso. Uma vez quase larguei tudo pra virar soldador.– @pepalopato

Seu coquetel exclusivo
Cachaça envelhecida porque a vida dele é forte, bate direto e ele mesmo vive dizendo "bosta de vida" enquanto encara tudo na marra. O licor de cupuaçu vem da amazonia selvagem do @, um lado doce e exótico que aparece quando ele se encanta com bicho, tipo nos surtos de paleontologia e aquário, como em "meu deus q bichos burros... mas estas porrinhas frágeis tão por aqui ainda". O suco de limão-taiti traz a acidez das reclamações e surtos existenciais, como quando ele diz "to puto com tudo, quero brigar com todo mundo, desfazer em tudo e me matar no final". O xarope de rapadura representa a doçura torta e o cuidado escondido, tipo quando ele fala da mãe na estrada e da família, em coisas como "o mais longe q minha mae foi de casa foi belem... do nada hoje ela me apareceram na bolivia". O bitter de cacau fecha com um amarguinho obcecado e afetivo, igual à forma como ele fala dos homens que acha lindos e da carência explícita em "queria um peito masculino pra chupar e cansei de fingir q nao" e no clássico "peixe safado so quer comer no pelo".

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um interesse intelectual e analítico muito forte: se importa com detalhes científicos e históricos, como quando comenta sobre fósseis e nomes de dinossauros em “paleontologo de longe nao é um bicho que sabe dar nomes, ainda vou fazer ainda meu top 10 mental dos piores nomes que ja deram, mas de cabeça, 'metriacanthosaurus', reptil com espinhas moderadas(?)...” e quando se fascina com animais sobrevivendo à extinção em “meu deus q bichos burros... mas me fascina que na extinção kpg ... estas porrinhas frageis tao por aqui ainda”. Ele também gosta de discutir conceitos e estruturas, como ciência, lei, imposto e instituições, por exemplo em “ate freud que deve ser a pessoa mais séria daí nao é ciência, tem gente q acha que só pq alguem que se chama sociologo ou antropologo e escreve qualquer merda é ciência” e em “nao aguento ver gente na timeline achando q a receita federal ta pegando dados de movimentação bancarias pq quer fazer o trabalho que é do coaf e da policia federal...”. Além disso, ele mostra autocrítica e reflexão constante sobre si mesmo e o mundo, como em “nao queria me autodiagnosticar mas tem algo terrivelmente errada comigo” e “fico mal que normalizamos sermos grossos com as pessoas e sem educação”, o que é bem característico de alguém que pensa demais e observa padrões. Há traços de Hufflepuff (trabalho duro e senso de justiça) quando fala de contabilidade, prazos e malha fiscal em “ja me desgracei de tanto trabalhar este final de ano...” e “so gosto de trabalhar com imposto pq gosto de falar de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro”, mas o que domina é a curiosidade, o humor intelectualizado e a necessidade de entender como as coisas funcionam. O tom ácido, cheio de ironia e referências (como em “sempre fui imune em se importar com gente falando de esporte, política e religião pra no final sentir aflição com coisas como aranha é inseto”) também é muito típico de Ravenclaw: ele prefere discutir conceitos e detalhes do que se engajar em bravatas heroicas (Grifinória) ou puramente em ambição e auto-preservação (Sonserina).

Seu filme

Sua música
A música Céu Azul combina bem com o jeito melancólico, irônico e resiliente do @pepalopato. Ele oscila entre humor ácido e um sentimento de exaustão com a vida, como quando diz “bosta de vida”, “nao aguento mais cometer os mesmos erros” e “minha vida ta tao deprimente, queria ter sidrome de estocolmo sei la, uma emoção saudável”, o que ecoa os versos de quem está cansado, mas continua. Ao mesmo tempo, ele mantém um senso de humor e autoironia mesmo na dor, como em “fiquei tao ocupado hoje que nao deu nem tempo de ter depressão” e “oi gente ja voltei do vale da sombra da morte, volto so mes q vem agora”, bem no espírito de tentar ver um "céu azul" no meio do caos. A música fala de seguir em frente apesar dos tropeços e dos pensamentos pesados, algo que aparece quando ele admite “queria passar o ano novo beijando ou cometendo suicídio, qual sera q vai ser”, mas segue fazendo piada, trabalhando, cuidando de estágio e de família. Essa mistura de dor, lucidez, humor e vontade de continuar faz Céu Azul representar bem o clima geral da timeline dele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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