
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A vibe do perfil lembra muito a Lisa Simpson: inteligente, irônica, politizada e meio cansada do mundo. Ele é professor concursado, vive pensando em educação e sistema (“apenas o ministério da falta de educação pra deixar professores ansiosos...” “apenas o ministério da falta de educação pra deixar professores ansiosos pra nota uma prova...”), o que combina com a Lisa sendo a nerd consciente da escola. Ao mesmo tempo, ele tem crises existenciais e depressivas, usando humor ácido pra lidar com isso (“fui assistir abbott elementary que é a única coisa que tem curado minha depressão ultimamente...” e “se vocês soubessem o que aconteceu hoje vocês se suicidavam junto comigo”), muito semelhante à maneira como a Lisa alterna entre idealismo e desilusão. A postura crítica com cultura pop e política (“gosto muito dos filmes do aranofsky mas... o cara é genuinamente burro” e “como eu disse taylor swift e nicki minaj são a mesma pessoa...”) ecoa o lado intelectual, snob e militante da Lisa. E apesar do cinismo, ainda tem um lado afetuoso e fofo com a gata (“queria poder dar banho na gata besta todo santo dia...”), lembrando a vulnerabilidade emocional que a Lisa tenta esconder atrás da racionalidade.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais para o lado introvertido: falam muito de curtir férias sozinho, dormir pelado, ficar em casa vendo filme ou série e usando Twitter como espaço de desabafo, em vez de descrever uma vida hiper-social; exemplos como “acabei de acordar peladinho da silva nessa posição amo estar de ferias veyr” e o cuidado em separar vida pessoal de trabalho em “tomo todo cuidado do mundo pros alunos não acharem meu instagram” sugerem que ele valoriza bastante a própria privacidade. No eixo S–N, ele mostra forte viés para intuição (N): adora analisar mídia, estruturas narrativas e linguagem, como em “o cinema respira adaptações desde sua origem, muitos dos melhores filmes já feitos são adaptações… pros estudos de linguagem”, e vive fazendo leituras meta sobre séries, fandoms e fenômenos culturais, em vez de focar só nos fatos concretos. Na dimensão T–F, o tom é bem Thinking (T): ele prioriza coerência e crítica, chama diretor de “genuinamente burro” em “gosto muito dos filmes do aranofsky mas… dá pra ver que o cara é genuinamente burro”, “fã de doja cat… tem de bosta e tem de merda” em este tweet e faz análises duras de roteiros/diálogos, mesmo que isso desagrade. No eixo J–P, ele soa bem Judging (J): é concursado, fala de boletins de avaliação, calendário escolar, aumento de salário, PND/INEP, reclama de organização institucional (“apenas o ministério da falta de educação pra deixar professores ansiosos pra nota… pois que enfiem o pnd nesse cu arrombado de vocês do inep”) e demonstra necessidade de estrutura (alarmes, provas, metas). A ironia constante, a visão estratégica sobre indústria cultural e educação, o perfeccionismo crítico com séries/filmes (“a pior parte dessa temporada de stranger things são os diálogos meu deus…”) e o jeito meio misantrópico organizado combinam muito com o estereótipo de INTJ: analítico, crítico, focado em sistemas e pouco paciente com burrice e desorganização.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Professor de inglês concursado, sobrevivente de escola de idiomas. Já assustei turma com Akinator e quase fui acusado de feitiçaria.– @pikashupme

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida forte representa o professor concursado, resistente e cansado, que ainda assim aparece na confraternização da escola e no after com as professoras, rindo do caos ao redor “estou num after com professoras do trabalho 30+ é isso estou oficialmente velho”. O licor de café é o lado amargo, irônico e meio rancoroso com trabalho, governo e burocracia, tipo quando ele desabafa sobre INEP, PND e holerite “eu quero o inss cassems todos atrás das grades” e “pois que enfiem o pnd nesse cu arrombado de vocês do inep”. O xarope de frutas vermelhas traz a paixão dramática, as choradeiras na twoco e a intensidade afetiva com amigos, ex e boys perdidos no Uber “shorei na twoco de novo” e “tava flertando com um cara muito gostoso na twoco hoje”. O suco de limão siciliano é a acidez das opiniões pop sobre música, cinema e séries, sempre com um toque de deboche acadêmico “todo mundo criticando atuação roteiro personagens mas disparado a pior parte dessa temporada de stranger things são os diálogos”. Por cima, a espuma leve de baunilha é o carinho pela gata besta, pelos alunos e pelos pequenos prazeres (dinheiro, férias, dormir peladinho), adoçando o drink como o lado fofinho que aparece no meio do caos “queria poder dar banho na gata besta todo santo dia ela fica tão dengosa manhosa uwu babygirl” e “tão bom estar de férias tão bom estar concursado tão bom estar vivo”.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte da personalidade dele é claramente intelectual e analítico, com foco em linguagem, mídia e narrativas – marca registrada de Corvinal. Ele fala de análise fílmica de forma meta e autoirônica, mostrando que pensa criticamente sobre obras e sobre o próprio ato de analisá‑las, como em “eu me sinto assim fazendo análise fílmica em artigos” e no fio em que defende teoricamente a importância de adaptações no cinema, em “o cinema respira adaptações desde sua origem...”. Também demonstra forte consciência e vocabulário acadêmico sobre linguagem e estudos de mídia, o que vai além de mero consumo de cultura pop. Seu humor é muito baseado em referências culturais e comparações inteligentes – chamando uma entrevista de algo que "parece uma entrevista da philomena cunk" em “parece uma entrevista da philomena cunk”, e falando de Abbott Elementary como escapismo e depressão em “fui assistir abbott elementary que é a única coisa que tem curado minha depressão...”, o que mostra leitura mais profunda de entretenimento. Além disso, ele é professor concursado, reflete sobre sua prática docente e sobre truques didáticos em “pessoal sejam sinceros vocês acham que eu enquanto professor estou fazendo mal em não ensinar truques de nutella pros meus alunos”, reforçando a imagem de alguém centrado em conhecimento e método. Há doses de ambição e auto-preservação, mas o eixo principal da identidade dele gira em torno de análise, referências cult e reflexão crítica – bem mais Corvinal do que qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música thank u, next combina com o jeito do @pikashupme de transformar frustração em piada e crescimento pessoal, sem perder a acidez. Eles falam de exs e situações afetivas com humor e autoironia, como em “tava flertando com um cara muito gostoso na twoco hoje porém ele não deixou claro o suficiente que estava interessado até o momento em que eu estava entrando no uber e agora ele existe apenas em minha memória” e “a raquel me lembrando no meio do role que eu não consigo manter relacionamentos duradouros”. Ao mesmo tempo, mostram uma vibe de seguir em frente e focar em si, seja na carreira de professor concursado em “tão bom estar de férias tão bom estar concursado tão bom estar vivo” ou celebrando pequenos wins como o aumento de salário em “apenas a noticia de que mês que vem tem aumento de salário foi capaz de melhorar meu humor eu amo tanto dinheiro sabe”. A referência direta à Ariana Grande em “dá vontade ner @arianagrande” ainda reforça o encaixe: pop dramático, irônico, sentimental e um pouco venenoso, exatamente como o tom geral da conta.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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pikashupme
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