
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária lembra a Lisa Simpson porque é intelectual, politizada e vive problematizando o mundo ao redor com ironia, especialmente em temas de classe, ciência e política, como em “eu sou comunista desde q me entendo por gente e nunca mudei não tem essa de timeline política eu não sou uma vagabunda” e “as cotas trans precisam de um critério bem definido se o objetivo é atingir transexuais marginalizadas”. Assim como a Lisa, ela mistura seriedade teórica com humor ácido, por exemplo em “pfvr sejam materialistas e ateus isso tudo tá medieval. pedofilo está na porta ao lado.” e “com o argumento certo é possível defender qualquer coisa; nem argumentem! 🙄”. Ela também tem um lado claramente nerd/intelectual-tech, reclamando de IA e programação em “jesus a i.a nao presta pra nada tava aq programando uma lib medieval…” e “to c burnout de programação 😭😭😭😭😭 para por favor”, o que combina com o jeitão de Lisa de ser sempre a "aluna aplicada" cansada do resto do mundo. Além disso, a forma como observa e critica costumes cotidianos e de classe, como em “as técnicas de armazenamento de alimentos da classe baixa: panela tampada no fogão…” e “como q uma pessoa pode ser alternativa expondo tanto a propria imagem na internet se isso está mais proximo de um influenciador popular nesse mundo onde a conectividade se tornou um aspecto de dominação capitalista. desconfie”, é muito parecida com o olhar sociológico e crítico que a Lisa tem sobre Springfield. Mesmo quando fala de relacionamentos e sexo com certo cinismo, como em “Da pra determinar o caráter de alguém perguntando se a pessoa costuma ir em motel”, ainda é no tom de quem está analisando a sociedade de fora, característica forte da Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Os tweets sugerem alguém mais introvertido (I) do que extrovertido: apesar de sair, beber e ter dates, o tom geral é de observadora distante, irônica, analisando tudo de fora, como em “como q uma pessoa pode ser alternativa expondo tanto a propria imagem na internet se isso está mais proximo de um influenciador popular nesse mundo onde a conectividade se tornou um aspecto de dominação capitalista. desconfie”, que mostra desconforto com exposição e dinâmica social de massa. Há forte viés para intuição (N): ela vive de abstrações, metáforas e conceitos – fala de “produção desejante capturada neurotica antiprodução potente!!” em “que bando de homem castrado que tem medo do que acontece no próprio cerebro produção desejante capturada neurotica antiprodução potente!!” e ironiza ciência, política, classe, linguagem e internet de forma conceitual, não prática. A preferência por pensamento (T) aparece no sarcasmo frio e nas análises lógicas e cruéis de comportamento, por exemplo em “Da pra determinar o caráter de alguém perguntando se a pessoa costuma ir em motel” e em “com o argumento certo é possível defender qualquer coisa; nem argumentem! 🙄”, priorizando coerência e crítica à retórica, não harmonia emocional. No eixo J/P, ela soa claramente perceiving (P): odeia estrutura formal e carreira careta, brinca com burnout e improviso em programação em “to c burnout de programação 😭😭😭😭😭 para por favor” e ri do caos do dual boot em “dual boot com linux tem suas inconveniencias. às vezes tu tá lá como usuáriocliente se divertindo e recebe um jumpscare seja bem vindo ao seu EndeavourOs Uii que susto guris a gente só querendo jogar.”. O fascínio por sistemas, tecnologia e análise conceitual – como em “jesus a i.a nao presta pra nada tava aq programando uma lib medieval e perguntei se ela exportava xlsx ai ela INVENTOU uma classe e eu fui atras.” – aliado à ironia constante e ao distanciamento social combina bem com o perfil INTP: uma mente analítica, cética, teórica, que prefere observar, desconstruir e zoar as estruturas ao invés de se encaixar nelas.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Programadora comunista, criação de gatos e jogos bugados. Já sonhei fugindo da ICE com um beck no bolso — acordei e fui debugar código.– @pixscodelics

Seu coquetel exclusivo
Um drink forte, comunista desde que se entende por gente, começa com cachaça envelhecida pra representar a guria que diz “eu sou comunista desde q me entendo por gente e nunca mudei não tem essa de timeline política eu não sou uma vagabunda” e que encara o mundo com sarcasmo ácido. Entra o chimarrão gelado como coração gaúcho e energia de dev que reclama de dual boot e burnout, tipo quando fala “dual boot com linux tem suas inconveniencias... a gente só querendo jogar.”. O xarope de frutas vermelhas é doce mas meio artificial, igual a decepção com bebida trash “nao gostei da skol beats frutas vermelhas é exatamente oq vcs pensam que é xaropao !”, então aqui vira uma doçura irônica. As gotas de bitter de café trazem o amargor existencial de quem diz “tudo é uma grande brincadeira de mau gosto” e faz piada com a precariedade, de mucama a criadagem. Por cima, um spray de absinto representa os delírios oníricos, paranóia com ICE e macumba política, como em “sonhei que eu estava visitando os Estados Unidos e a ICE começou a atacar o bairro... eu queria fumalo” e “macumba para adoecer o filho primogenito de todo direitista”. O resultado é um sour experimental, meio doce, meio amargo, entre o girlblog on Java e o manifesto “isso esta no manifesto dark woke”, pra beber pensando em karma, gato agressivo e programação substituída por IA lixo.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra um senso de autopreservação e cálculo bem forte, até quando está sonhando: ao narrar um sonho em que a imigração americana ataca o bairro, se preocupa em não ser fichada como traficante ao mesmo tempo em que garante que o baseado continua inteiro para fumar depois, o que mostra uma mentalidade de risco e benefício muito pragmática “sonhei que eu estava visitando os Estados Unidos e a ICE começou a atacar o bairro. eu tava com um beck no meu bolso, então fiquei desesperada pra não ser pega e fichada como traficante. Ao mesmo tempo que eu corria eu m assegurava q o beck estava inteiro, pois eu queria fumalo .”. Há também uma agressividade política e desejo de poder punitivo dirigidos aos inimigos, como quando fala em punição quase mágica aos filhos de direitistas “macumba para adoecer o filho primogenito de todo direitista” e em como Stalin foi "injustiçado" ao sugerir que muita gente hoje mereceria menos ainda “aí a gente vê que stalin foi injustiçado: se lá em 1935 muitos não mereciam nada, imagina agora”. Ela exibe também um olhar cínico e instrumental sobre relações sociais e status, por exemplo ao definir que a mucama tem mais chance de comprar a alforria porque é questão de networking “a mucama da casa possui o dobro de chances de comprar a alforria. é sobre networking!” e ao resumir uma função de namorado como alguém que "lida com a criadagem" “uma função para namorado: lidar com a criadagem”. Mesmo quando fala de política ou trabalho, a tônica é de estratégia, conflito e dominação, como na ironia com quotas, inclusão e mercado de trabalho “vaga pcd não é só obrigação legal, também gera beneficios para a empresa. é melhor contratar um autista fake funcional normal ou um autista de verdade que não limpa a bunda?” e na forma como lê afetos e sexualidade sempre em chave de poder “das putas aos bêbados, tem muita gente querendo apanhar”. Há inteligência analítica e humor, sim, mas a combinação de cálculo, autopreservação, cinismo sobre hierarquias e desejo de poder simbólico sobre os outros é muito mais característica de uma Slytherin do que de qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
Uma música que combina bem com ela é Born This Way, da Lady Gaga, porque junta ironia pop, política, identidade e um certo caos divertido. Ela se define como comunista convicta em “eu sou comunista desde q me entendo por gente e nunca mudei não tem essa de timeline política eu não sou uma vagabunda”, critica a domesticação social e familiar em “Obedece a família mesmo depois de adulto: clone coberto de líquido amniótico que nasceu no mundo pra ser a continuidade da vontade de viver dos pais” e zomba da normalidade hetero em “das putas aos bêbados, tem muita gente querendo apanhar”. A letra de Gaga é sobre abraçar a própria aberração e corpo político, o que ecoa nas provocações dela sobre gênero e transexualidade em “as cotas trans precisam de um critério bem definido...” e em “filtro na foto e reconstituição cibernética usando i.a é transexualismo”. Além disso, o tom de deboche dela com cultura de massa e tecnologia em “ah que a programação vai ser substituída por i.a cliente comum: que delícia! arroz com ovo de mosca” combina com o exagero teatral e camp de Gaga, que sempre tratou tecnologia, fama e corpo como performance política. Born This Way é pop, política e performática na medida certa para alguém que fala de Mao, dark woke, femcel, comunismo e maconha no mesmo feed.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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