
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Ela parece mais a Lisa Simpson: sensível, autoirônica, cheia de crises existenciais, mas também observadora e crítica com o mundo. Vive falando de cansaço, tristeza e sensação de coitada, como em “como faz pra sair da coitadolandia faz uma semana inteira q não me sinto nada além de uma COITADA” e “as vezes o peso de ter sido meio sozinha e me virado a vida toda é mt tristenão ia ser ruim ter amparo uma vez na vida”, o que lembra o lado mais melancólico e solitário da Lisa. Ao mesmo tempo, ela é toda certinha com estudos e culpa acadêmica, reclamando de prova e faculdade em “toda vez q eu não vou na aula minha cabeça se recusa a aceitar q teve aula do mesmo jeito ai eu vou estudar e fico q matéria é essa q ngm nunca deu” e “desisti da faculdade essa semana de forma jamais vista”, bem no estilo Lisa entrando em colapso por causa da escola. Ela também tem um lado crítico e observador do cotidiano, como em “acho mt engraçado q toda vez q to andando na ufmg e escuto alguém conversando [...] o uso massivo do concreto das universidades públicas vocês são atores todos” e “na vdd acho q as pessoas desaprenderam a ir no cinema de um modo geral”, o que combina com a visão intelectualizada da Lisa sobre tudo. E, igual à Lisa, ela busca pequenos confortos e afeto em comida e rotinas fofas, como mostram os vários tweets de café da tarde e almoço, por exemplo “lanche da tarde amassei 3 mexericas inteiras sozinha” e “bom dia tarde brunch twt (vcs não fazem ideia do quanto isso ta gostoso”.

Seu tipo de personalidade MBTI
Pelos tweets, ela parece claramente mais introvertida (I) do que extrovertida: fala muito de ficar em casa, estudar, comer sozinha e do próprio mundo interno, como em "como faz pra sair da coitadolandia faz uma semana inteira q não me sinto nada além de uma COITADA" e "as vezes o peso de ter sido meio sozinha e me virado a vida toda é mt triste não ia ser ruim ter amparo uma vez na vida", mostrando foco em sentimentos e recolhimento mais do que em socializar em grandes grupos. A preferência por intuição (N) aparece no tom imaginativo e metafórico, como em "o biscoito também deus está em todas as coisas" e "as vezes deus está nos detalhes", além de reflexões sobre arte e cinema como em "a arte está morrendo" e "na vdd acho q as pessoas desaprenderam a ir no cinema de um modo geral", indo além do concreto. Ela é claramente feeling (F): reage tudo pela lente emocional, falando de se odiar, tristeza, raiva e carência em tweets como "me odeio", "gripada menstruada depressiva pessoas se mataram por menos" e "liguei pro meu pai ele não me atendeu logo em seguida postou foto passeio em família com minhas irmãs the other woman 💔", priorizando sentimentos e relações em vez de lógica fria. O lado perceiving (P) aparece na procrastinação, falta de rotina e improviso constante: ela reclama de não estudar e largar a faculdade em "tentando decidir oq eu estudo hj mas meio q não quero estudar nd", "toda vez q eu não vou na aula minha cabeça se recusa a aceitar q teve aula do mesmo jeito" e "desisti da faculdade essa semana de forma jamais vista", além de decisões espontâneas como pedir fast food porque "merece" em "pedi um bk pq mereço". Esse conjunto de introspecção emocional, imaginação forte, sensibilidade intensa e vida meio caótica combina bem com INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
lana, bh • sobrevive a provas, pane no Uber e panela de pressão • uma vez almocei meia melancia e chamei de equilíbrio emocional– @ponyofanumero1

Seu coquetel exclusivo
O Coitadolandia Spritz de Uva sem Semente é um drink meio dramático, meio debochado, igual a pessoa que almoça uma caixa inteira de uva e ainda ri disso: “almoço uma caixa inteira de uva sem semente”. A base é de espumante brut, porque a vida dela é tipo pressão de panela: borbulha, dá medo, mas segue em frente na marra (“uso a panela de pressao fingindo q nao morro de medo”). O licor de laranja entra pelo lado caótico-irônico, aquele humor ácido de quem diz “como faz pra sair da coitadolandia faz uma semana inteira q não me sinto nada além de uma COITADA” e ainda transforma em piada. O xarope de camomila é o desejo de paz que nunca chega, um carinho líquido pra quem vive tuitando “queria paz queria sossego” e “não quero acordar amanhã”. O twist de limão queimado representa o leve ranço constante, aquele amarguinho de “uktimamente todas as minhas respostas são ódio não aguento mais as situações” e do clássico surto carinhoso “ai meu deus que raiva queria q você tomasse no meio desse seucu”. No fim, é um drink leve, espumante e meio melancólico: perfeito pra alguém que diz “não tem uma batalha q eu consiga vencer” mas continua comprando mangá, fazendo bolo de banana e sobrevivendo à base de café da tarde.

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte dela é a resistência cotidiana e o senso de esforço, bem típico de Hufflepuff. Ela vive falando de estudo e faculdade, mesmo exausta ou desmotivada, como em “tentando decidir oq eu estudo hj mas meio q não quero estudar nd” e “toda vez q eu não vou na aula minha cabeça se recusa a aceitar q teve aula do mesmo jeito ai eu vou estudar e fico q matéria é essa q ngm nunca deu”, o que mostra que, apesar da procrastinação, ela se cobra e quer fazer as coisas direito. Também há muito cuidado com as pequenas rotinas e com quem está à volta, como em “fiz bolo de banana pro café da tarde sou mt boazuda” e “oi café da tarde twt (com a sofia a gente macetou meia melancia”, que revelam um jeito caloroso, de partilha e conforto. Ela reconhece o próprio cansaço e vulnerabilidade, mas continua indo, como em “parece q o dia não tem horas suficientes vou ter q ta me matando” e “como faz pra sair da coitadolandia faz uma semana inteira q não me sinto nada além de uma COITADA”, o que é bem a cara da perseverança meio sofrida dos lufanos. Embora tenha momentos de irritação e ironia, o foco em comida, rotina, estudar e pequenos gestos de cuidado indica muito mais uma Hufflepuff cansada do capitalismo do que qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A vibe geral dela mistura humor autodepreciativo, cansaço, solidão e intensidade emocional, o que combina muito com a dramaticidade melancólica de Blame da Mitski. Ela vive entre estar exausta e ainda assim tentando dar conta de tudo, como em “parece q o dia não tem horas suficientes vou ter q ta me matando” e “desisti da faculdade essa semana de forma jamais vista”, que ecoam o sentimento de estar sempre em débito consigo mesma e com o mundo. A autocrítica constante aparece em “não canso de errar”, “como faz pra sair da coitadolandia faz uma semana inteira q não me sinto nada além de uma COITADA” e “me odeio”, muito próxima da forma como a música trabalha culpa e autoacusação. Ao mesmo tempo, ela encontra pequenos refugios em comida, cultura pop e cinema, como em “cinema nacional me faz feliz demais” e “hora do aomosso a mais feliz do dia”, o que lembra o contraste entre dor interna e pequenos momentos de alívio presentes na estética da Mitski. O tom de "sempre tentando, sempre falhando um pouco" em “n tem uma batalha q eu consiga vencer” captura bem a mesma energia vulnerável, cansada e intensa que atravessa Blame.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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