
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A vibe geral dele lembra o Moe Szyslak: ranzinza, autoirônico, solitário, mas ainda assim carinhoso com quem gosta. Ele mistura humor pesado com desabafo existencial, como em “quando foi que eu perdi meu brilho e como que eu consigo ele de volta” e “eu nao pertenço a lugar nenhum que sinistro”, bem no tom amargo-doce do Moe falando do próprio fracasso. Ao mesmo tempo, tem um certo caos emocional e amoroso, como em “mais do que um tempo solteiro, eu preciso de um tempo sozinho” e “to com saudade mas eh melhor assim”, que combinam com o barzinho vazio e os romances desandados do personagem. O humor é sempre meio desiludido, seja em “fudidocore desempregomaxxing” ou em “trabalhar de casa é bom mas a solidão tá me afetando muito já”, como o Moe reclamando da vida atrás do balcão. E, apesar de todo o cinismo, ainda rola afeto e lealdade em pequenos gestos, tipo “me sentindo amado de vdd hoje” ou o carinho pela mãe em “hoje minha mãe faria 63 anos”, o que lembra o lado sensível e carente que o Moe esconde atrás da grosseria.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora: falam muito de solidão, introspecção e sensação de não pertencer, como em “vou me fechar no quarto e só sair quando eu descobrir quem eu sou”, “trabalhar de casa é bom mas a solidão tá me afetando muito já” e “eu nao pertenço a lugar nenhum que sinistro”, o que aponta para I. A forma como refletem sobre si mesmo, relacionamentos e sentido da vida é bem abstrata e voltada a significado, mais do que a fatos concretos, como em “quando foi que eu perdi meu brilho e como que eu consigo ele de volta”, “como pode o tempo passar” e “nada disso vai importar daqui a seis meses quando o exercito estadunidense estiver ocupando o brasil”, sugerindo N. A ênfase constante em sentimentos, mágoas e empatia moral indica preferência por F: eles comentam dor emocional e carência de afeto em “to com saudade mas eh melhor assim”, “alguns de vcs nao tiveram amor dos pais and it shows” e “sera que algum dia o natal vai voltar a ser uma data feliz?”, além de trazer o tema da mãe e da ex em “ai quando vc for ocultar as fotos com a ex e ver um monte de foto da sua mae vc faz o L” e “minha psicologa acaba de traçar paralelos entre minha ex e minha mãe”. Quanto a P, eles parecem mais caóticos e espontâneos do que organizados: falam de “fogo no cu” e não conseguir ficar em casa em “to com fogo no cu nao consigo fica em casa nessa porra”, de ganhar a vida como autônomo sem muita estrutura em “sou autônomo (n dependo de ninguem😋) sou autônomo (só depende de mim😭)” e de maré de azar, procrastinação e vida meio desorganizada em “maré de azar slc” e “dia 3 sem internet em casa”. No geral, o retrato é de alguém introvertido, sensível, idealista, autocrítico e um pouco desregrado, combinando bem com o tipo INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
designer de setup gamer, fã do Juventude e de funk, já coloquei o celular no congelador e ainda tô tentando descobrir quem eu sou– @portovinis

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça envelhecida representa o gaúcho que vai em jogo do Ju, bar de esquina e shawarma, equilibrando amor pela quebrada com certa melancolia existencial, como em “fudidocore desempregomaxxing” e “eu nao pertenço a lugar nenhum que sinistro”. O licor de laranja com pimenta é o fogo interno do cabra inquieto que diz “to com fogo no cu nao consigo fica em casa nessa porra” e que mal cochila e perde rolê, mas segue tentando. O suco de limão siciliano traz a acidez dos dias em que ele solta pérola tipo “a pica das consequencias raramente vem lubrificada” e “acho q se eu ouvir mais uma palavra torta eu vou explodir”, mas ainda assim quer se reencontrar. O xarope de açúcar mascavo é a parte doce, nostálgica e sensível do cara que dobra camiseta como a ex ensinou e sente cheiro de chuva, como em “eu ainda dobro minhas camisetas do jeito que tu me ensinou” e “cheiro de chuvarada”. Por cima, a espuma de gengibre com alecrim é experimental e aromática, que nem o setup gamer e o gosto refinado em música, lembrando “EXPERIMENTAL DA SILVA” e “blame it on the boogie eh tipo a melhor musica ja escrita gravada e lancada”, fechando um drink forte, meio amargo, mas com um brilho que ele insiste em procurar, como em “quando foi que eu perdi meu brilho e como que eu consigo ele de volta”.

Sua Casa de Hogwarts
Ele demonstra um lado muito afetivo e leal às pessoas próximas, típico de Hufflepuff, como quando fala da mãe e mantém até hoje hábitos que ela ensinou: “eu ainda dobro minhas camisetas do jeito que tu me ensinou” e quando marca a data de aniversário dela com carinho: “hoje minha mãe faria 63 anos”. Há também uma sensibilidade grande em relação a se sentir incluído e amado, algo muito Hufflepuff: “tenho pavor de ter que implorar pra ser incluído” e “me sentindo amado de vdd hoje”. Ele valoriza conexões afetivas e pequenas gentilezas do cotidiano, como no elogio à atendente: “um abraço pra atendente querida do lelis shawarma” e no nervosismo de querer agradar nos presentes: “to com medo da beta nao gostar do presente dela”. Ao mesmo tempo, mostra uma ética de cuidado com os outros (e crítica à falta de empatia alheia), por exemplo em “alguns de vcs nao tiveram amor dos pais and it shows” e na frustração com agressividade nas redes: “a galera da resenha mais uma vez se provando ser composta de agressor e assinante de privacy”. A insegurança, o cansaço e o sentimento de estar deslocado aparecem com força em “eu nao pertenço a lugar nenhum que sinistro” e “quando foi que eu perdi meu brilho e como que eu consigo ele de volta”, mas o núcleo é de alguém trabalhador, sensível, que continua tentando, valorizando trabalho e rotina mesmo quando está mal: “eu amo meu trabalho” e “trabalhar de casa é bom mas a solidão tá me afetando muito já”. Esse conjunto de lealdade, sensibilidade, valorização de afeto e esforço silencioso encaixa muito melhor em Hufflepuff do que em casas focadas em bravura heroica, intelecto acima de tudo ou ambição.

Seu filme

Sua música
A música Bohemian Rhapsody combina drama, humor, existencialismo e caos emocional, o que encaixa muito com o jeito que @portovinis se expõe. Vários tweets mostram crise de identidade e solidão, como “vou me fechar no quarto e só sair quando eu descobrir quem eu sou” e “quando foi que eu perdi meu brilho e como que eu consigo ele de volta”, refletindo bem o tom de "nada realmente importa" do final da música. Ao mesmo tempo, ele é irônico e teatral, em posts como “a pica das consequencias raramente vem lubrificada” e “sou autônomo (n dependo de ninguem😋) sou autônomo (só depende de mim😭)”, que lembram o exagero dramático e quase operístico da canção. Há também dor afetiva e família atravessando tudo, como em “eu ainda dobro minhas camisetas do jeito que tu me ensinou” e “hoje minha mãe faria 63 anos”, ecoando a culpa e a melancolia do "mama, I just killed a man". No meio de tudo isso, ele ainda encontra alívio em música e cultura pop – por exemplo “blame it on the boogie eh tipo a melhor musica ja escrita gravada e lancada” –, o que combina com a mistura de tragédia e catarse musical que faz Bohemian Rhapsody ser tão marcante.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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portovinis
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