
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária lembra muito a Lisa Simpson: é claramente estudiosa, crítica e ansiosa com o futuro acadêmico, falando de notas e provas como em “eu do nada com 9 na média de bacteriologia” e “me prometeram q a prova ia ser fácil e agr q mandaram ela kkkkkk tomei no meu cu”. Assim como a Lisa, ela é muito ligada a livros, cultura e análise política, comentando leituras e autores em “ler os primeiros dois terço de ‘a deusa em chamas’ é doloroso…” e criticando mídia e governo em “essa bosta do jornal usando um crime em sp para criticar o governo federal…”. Há um senso forte de justiça social e incômodo com machismo e violência, como em “pior do que bater nos próprios filhos, é só fazer isso quando eles são crianças…” e “perceba q são sempre os menininhos q ficam atentando no ônibus”, algo muito Lisa. Ao mesmo tempo, ela é sensível, ansiosa e autoirônica, falando de lítio, rivotril e crises existenciais em “as pessoas falam pra eu ser menos ansiosa mas ninguém quer me pagar um rivotril” e “quero me entupir d lítio”. Por fim, o jeito intenso, cheio de referências culturais (Taylor Swift, R.F. Kuang, filmes cult) e a sensação de não se encaixar direito na família e no mundo universitário reforçam ainda mais o paralelo com a Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles aparentam ser mais introvertidos (I): reclamam de festas universitárias e interação social, como em “q ódio da fauna nunca mais vou em uma festa universitária” e “eu nunca mais fico com um homem”, e desabafam bastante sobre a própria vida interior, ansiedade e crises existenciais, por exemplo em “queria jantar e recebi crise existencial”. A preferência por Intuição (N) aparece no foco em interpretações, metáforas e temas abstratos de livros e filmes, como em “the rise and fall of ziggy stardust and the spiders from mars parece um filme do wes anderson” e nas leituras políticas e sociais, por exemplo em “a propaganda antes de eu começar a assistir jogos vorazes foi do governo federal sobre a ‘operação’ no rio… q irônica a vida”. Eles claramente valorizam sentimentos, empatia e indignação moral, o que indica Feeling (F): demonstram forte reação a injustiças e violência em “pior do que bater nos próprios filhos, é só fazer isso quando eles são crianças… esses pais são covardes” e se comovem com ficção em “ai q dó/raiva do adam indo sozinho pro tribunal contra o pai agressor dele”. O lado Perceiving (P) surge na espontaneidade caótica e no senso de vida meio desorganizada, como em “me prometeram q a prova ia ser fácil e agr q mandaram ela kkkkkk tomei no meu cu” e “atualizando todas minhas contas de uma vez pq nn tenho nada pra fazer”, além dos impulsos dramáticos do tipo “EU QUERO ME DEGOLAR”. Somando introspecção intensa, foco em significado e análise de mídia, forte reação emocional e um estilo mais caótico do que estruturado, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis

Sua nova bio do Twitter
biomed usp, leitora compulsiva e crítica de personagens problemáticos. já chorei em filme do mickey e em prova de química geral.– @princessofvere

Seu coquetel exclusivo
Um coquetel forte, ácido e doce na mesma dose, igual aos surtos acadêmicos e existenciais de quem solta um “EU QUERO ME DEGOLAR” e um “quero me entupir d lítio”, mas ainda tá tirando 9 em bacteriologia. A cachaça envelhecida representa o lado brasileiro, universitário e um pouco calejado de quem encara bandejão, provão paulista e circular da USP reclamando de “cidade amaldiçoada podre do caralho nn aguento mais são paulo vsf”. O licor de amora traz o drama romântico e literário, pra combinar com as referências emocionadas de Taylor Swift, como em “so this is me swallowing me pride, standing in front of you…” e o caos afetivo de livros tipo R.F. Kuang e Príncipe Cativo. O chá gelado de manga com canela e laranja é homenagem direta ao momento aconchego de “tomei um chá de manga com canela e laranja mt bom”, mostrando que nem tudo é sofrimento; às vezes dá pra respirar. O suco de limão tahiti garante a acidez necessária pra quem fala sem dó de família, governo e homens, como em “minorias ofendidas pela minha família até agr…” e “eu nunca mais fico com um homem”. Por fim, a espuma leve de água tônica por cima é o toque amargo-irônico, aquele humor auto‑destrutivo mas sofisticado que aparece quando ela diz “me prometeram q a prova ia ser fácil e agr q mandaram ela kkkkkk tomei no meu cu” e segue rindo pra não chorar, sempre entre um livro e um colapso.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil da @princessofvere gira fortemente em torno de livros, análise de personagens e referências literárias, o que é bem típico de Corvinal. Ela comenta com profundidade sobre tramas e tem posicionamentos claros, como em “ler os primeiros dois terço de “a deusa em chamas” é doloroso pq particularmente nn gosto de ler batalhas e é cansativo. o último terço é doloroso pq tenho dó das personagens, do sofrimento em geral da história de nikan e speer e sinto MT raiva de histeria acima d tudo” e “sobre querida konbini: tenho dó da existência triste da keiko e mt raiva de homens como o shihara”, mostrando análise emocional e social das obras. Ela demonstra curiosidade intelectual e espanto genuíno com conhecimento histórico/científico em “NN ACREDITO Q A ADA LOVELACE É FILHA DO LORD BYRON!!!😱😱😱😱” e até repara em referências literárias em memes, como em “aquele “meme” de tem pães? nães é uma referência a Grande Sertão: Veredas??!!!”. Também associa álbuns, filmes e livros de forma comparativa e criativa, como em “the rise and fall of ziggy stardust and the spiders from mars parece um filme do wes anderson” e nas várias citações em inglês de letras e obras, o que mostra repertório cultural amplo e uso criativo de referências. Apesar de haver traços de revolta, humor ácido e algum auto-sacrifício típico de outras casas, o eixo central da personalidade pública dela é a reflexão, o estudo (USP, biomedicina) e a análise crítica de mídia e literatura, o que encaixa melhor em Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A canção this is me trying combina muito com a forma como ela lida com sofrimento emocional, cansaço e, ao mesmo tempo, segue tentando estudar, viver e sentir. Ela fala abertamente sobre exaustão e desejo de desaparecer em vários momentos, como em “EU QUERO ME DEGOLAR” e “quero me entupir d lítio”, o que ecoa o tom de autocrítica e desespero silencioso da música. Ao mesmo tempo, segue tocando a vida acadêmica, celebrando notas e conquistas, por exemplo em “eu do nada com 9 na média de bacteriologia” e na empolgação com a USP em “falta um mês pra primeira chamada da usp”, como alguém que está sempre "tentando" apesar da mente caótica. Ela também demonstra muita autoconsciência e culpa em relacionamentos e afetos, algo que aparece nos trechos de Taylor que ela mesma cita, como “so this is me swallowing me pride, standing in front of you saying i’m sorry for that night”, que dialoga diretamente com o clima da música. Juntando o humor ácido, o gosto por narrativas trágicas (Babel, R.F. Kuang, The Poppy War, Amiga Genial) e o drama íntimo, this is me trying parece o resumo perfeito dessa mistura de caos, vulnerabilidade e esforço constante.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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princessofvere
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