
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil lembra muito a Lisa Simpson: intelectual, irônica, hipersensível e politizada. Há reflexão literária e filosófica intensa, como quando fala de Mishima e identidade em “o lance do mishima, mais que mera preocupação estética capaz de ser atrelada a uma ou outra ideologia, diz respeito ao problema fundamental da identidade, centralizado na pergunta — quem sou eu?” e relaciona isso a Nelson Rodrigues em “lembro de esbarrar nessa frase do nelson rodrigues e pensar, nossa, calma, perai, talvez a experiência humana seja mesmo, ainda q de forma torta e limitada, universal!”. Ela também demonstra forte consciência política e indignação moral, como em “gente do que vocês tao falando vocês viram que o estado de israel matou mil crianças e mulheres só essa semana” e nas piadas com mandar currículo para grupos armados em “a mandar meu currículo pras forças armadas do irã” e “to achando que a boa é mandar currículo pro hamas”. Ao mesmo tempo, há um lado dramático, neurastênico e autoirônico — típico da Lisa adolescente — em “vivendo um drama de viúva assombroso” e “vida ta meio o filme 'va e veja'”. Por fim, o amor pelos bichos e o apego ao gato aparecem em “faz quatro dias que a minha personalidade é constrangida e reorganizada pela existência de um gatinho” e “teca, gatinha, antes seus olhos eram grandes e redondos... msm assim sei que voce gosta de mim”, o que também combina muito com a sensibilidade da Lisa pelos animais.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente introvertidos (I): falam muito de vida interior, exaustão social e sensação de perseguição em ambientes de trabalho, como em “chegamos ao fim de mais um dia horrivel de trabalho e eu não sei se faz sentido pra mim dizer tchau a todos voces de novo como a oficializar mais um intervalo no tempo em que passamos todos ‘juntos’ nesse escritório” e “i'm the most annoying person in this semi roof space”, sempre com um olhar distanciado, quase de observadora. Há forte preferência por Intuição (N): ela abstrai e filosofa sobre linguagem, identidade e estética, como em “o ‘meio’ das coisas é sempre a parte mais difícil e mais importante de abstrair” e em suas reflexões sobre Mishima em “o lance do mishima, mais que mera preocupação estética [...] diz respeito ao problema fundamental da identidade, centralizado na pergunta — quem sou eu?”, mostrando foco em significados e temas existenciais, não em fatos práticos. A ênfase em valores pessoais, empatia e sofrimento torna-a claramente Feeling (F): ela se posiciona afetivamente sobre política e violência (“gente do que vocês tao falando vocês viram que o estado de israel matou mil crianças e mulheres só essa semana”) e dramatiza emoções próprias de modo lírico, como em “vivendo um drama de viúva assombroso” e “não sei se consigo viver sem ele”. Por fim, a relação caótica com rotina, alimentação e corpo, a autoironia e o jeito impulsivo de lidar com trabalho e projetos sugerem Perceiving (P), como em “hoje acordei, tomei cafe, comi 15 bombons, e nada mais.”, “entrando em abstinência de diversao e felicidade” e na resistência a estruturas rígidas, inclusive ao falar de homens e de "perder a narrativa" em “evito falar mal de homem porque é como se ao fazer isso, eu mordesse a isca, perdendo o jogo, a atenção, o tempo. perdendo, sobretudo, o que tenho de mais importante: a narrativa.”. Somando introspecção intensa, linguagem poética, foco em identidade, valores e sofrimento, e um estilo de vida pouco estruturado, o tipo que mais se encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Escrevo, reclamo de homem, penso Mishima no ônibus e alimento um gato adolescente hostil. Uma vez comi 15 bombons no café da manhã e chamei de pesquisa.– @pterodatilos

Seu coquetel exclusivo
Um gin seco, levemente amargo, representa o cinismo delicado de quem diz estar vivendo um “drama de viúva assombroso” e que a vida tá meio o filme “'vá e veja'”, mas segue funcionando. O licor de flor de sabugueiro entra como a camada fofa‑afetiva de quem escreve sobre o gato adolescente com olhos semicerrados em “teca, gatinha, antes seus olhos eram grandes…” e confessa que talvez tenha um namorado mas o cérebro felino conclui que ele não existe mais em “talvez eu tenha um namorado…”. O limão siciliano traz a acidez irônica das reclamações sobre trabalho em “chegamos ao fim de mais um dia horrivel de trabalho…” e sobre homens em “homens são criaturas terríveis, sim, isso a gente já sabe”. O xarope de mel com pimenta é o doce que queima, como quem come “15 bombons” em “hoje acordei, tomei cafe, comi 15 bombons, e nada mais.” mas também manda currículo pro “hamas” ou para “as forças armadas do irã” meio de brincadeira, meio de desespero. O bitter de chocolate fecha com uma nota intensa e obsessiva, lembrando a voz analítica que fala de Mishima em “o lance do mishima, mais que mera preocupação estética…” e de Michael Mann em “michael mann, romântico irremediável.”, como se cada gole fosse um mini‑ensaio sobre identidade, desastre e desejo.

Sua Casa de Hogwarts
A timeline dela gira em torno de leitura, cinema e reflexão teórica, o que é muito típico de Ravenclaw. Ela demonstra interesse analítico por autores e ideias, como quando disse que estava no aeroporto tentando ler Murnane, comentando com ironia que já estava na página 57 e ele ainda não tinha começado a escrever (“no aeroporto tentando ler gerald murnane ja estou na 57° página e o cara ainda não começou a escrever”), e quando elabora uma leitura bem articulada de Mishima e identidade (“o lance do mishima, mais que mera preocupação estética (...) diz respeito ao problema fundamental da identidade, centralizado na pergunta — quem sou eu?”; “autoconsciente e irônico, mishima escreve a partir da certeza de q há mundos dos quais jamais fara parte. (...) ele é, sobretudo, voyeurístico e trágico.”). Ela também pensa sobre linguagem e o que ela pode ou não fazer (“ir entendendo o que a linguagem pode ou não fazer”) e comenta cinema com um olhar ensaístico, como nos tweets sobre Michael Mann (“as cenas de 'sexo' do michael mann são quase sempre desconfortáveis. (...) o elemento ~erótico aparece em quase todas as outras coisas, entre frestas, como um segredo estético, uma atmosfera.”; “michael mann, romântico irremediável.”). Mesmo quando fala de coisas banais, há sempre uma camada de observação espirituosa e metalinguística, como quando ironiza o título de Kingdom of the Planet of the Apes (“‘kingdom of the planet of the apes’ parece um título traduzido do português e sem a ajuda do google pelo aluno mais burrinho da sua turma de tradução”) ou quando discute estrutura de meio e narrativa (“o ‘meio’ das coisas é sempre a parte mais difícil e mais importante de abstrair”). Ela mostra sensibilidade política e moral, mas sempre filtrada por reflexão e linguagem – como ao chamar atenção para a violência em Gaza de forma seca e consciente (“gente do que vocês tao falando vocês viram que o estado de israel matou mil crianças e mulheres só essa semana”) – o que reforça um perfil mental, analítico e autoirônico muito mais próximo de Ravenclaw do que de qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A melhor música para a @pterodatilos é This Charming Man, do The Smiths, porque combina ironia melancólica, humor autodepreciativo e um certo encanto tragicômico com o mundo. Ela brinca constantemente com a própria desgraça cotidiana, como em “hoje acordei, tomei cafe, comi 15 bombons, e nada mais.” e “entrando em abstinência de diversao e felicidade”, o que conversa muito com a mistura de tédio, tristeza e charme que o Morrissey encena na música. O tom dela é neurastênico e espirituoso, assumindo o drama com humor, como em “vida ta meio o filme 'va e veja'” e “oh well if it isn’t the consequences of my own actions”. Ao mesmo tempo, há uma sensibilidade afetiva forte, visível em “talvez eu tenha um namorado, é verdade, mas meu cérebro é como o dos gatos…” e no carinho pelos gatos em “teca, gatinha, antes seus olhos eram grandes e redondos…”, que combina com a vulnerabilidade romântica típica da banda. E a mistura de referências cult (Mishima, Michael Mann, Nelson Rodrigues) com um olhar meio deslocado do próprio lugar no mundo, como em “autoconsciente e irônico, mishima escreve a partir da certeza de q há mundos dos quais jamais fara parte.”, ecoa diretamente o estranhamento elegante e outsider de This Charming Man.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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pterodatilos
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