
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de consciência política, senso crítico e um pouco de "brigar na internet" deixa esse perfil muito próximo da Lisa Simpson. Ele fala abertamente de política e ideologia, como em "brigar na internet nunca afetou meu psicológico mas tão pensando que eu sou liberal e tem comunista me xingando pqp eu SOU comunista mano" e em "você acha que alunos de escolas particulares deveriam ser proibidos de fazer enem, eu acho que escolas particulares não deveriam existir pq não concordo com a educação ser mercadoria", o que lembra muito o engajamento social da Lisa. Ele também problematiza gênero e transfobia com argumentos estruturados, como em "parem de tratar trans como um ato político VOLUNTÁRIO" e "acusar qualquer pessoa de 'transfake' é idiotice", o que ecoa o jeito dela de sempre tentar educar os outros. Ao mesmo tempo, tem um lado emocional e meio dramático, tipo em "EU TENHO VÍCIO EM BRIGAR NA INTERNET EU NAO CONSIGO PARAR" e "eu sou imaturo pra porra pra minha idade socorro", que combina bem com a intensidade adolescente da Lisa. Por fim, ele é autoirônico e sensível, como em "pq q eu sou assim :c", o que reforça essa mistura de lucidez, militância e vulnerabilidade típica dela.

Seu tipo de personalidade MBTI
Ele se descreve como isolado e antissocial, preferindo o namorado e pouca interação social, como em “eu sou super isolado anti social e meu namorado é gringo, eu só falo com ele”, o que aponta fortemente para Introversão (I). Os tweets giram muito em torno de conceitos e estruturas (trans como ato político, definição de "transfake", queer, educação como mercadoria), por exemplo em “parem de tratar trans como um ato político VOLUNTÁRIO… ser trans nao é político de forma voluntária, uma pessoa trans ignorante ainda é trans.” e “voces tao ligados que o prefixo trans não é de transição e sim de 'outro' né?”, o que indica Intuição (N). Ele argumenta de forma analítica, lógica e muitas vezes dura, como em “é simplesmente bizarro como acham que um homem se submeteria a tudo que uma mulher trans passa pra ter benefício” e “acusar qualquer pessoa de 'transfake' é idiotice. você não sabe como a pessoa se sente…”, mostrando preferência por Thinking (T), ainda que defendendo questões emocionais. A desorganização brincalhona e o jeito impulsivo, como em “EU TENHO VÍCIO EM BRIGAR NA INTERNET EU NAO CONSIGO PARAR” e “a esse ponto eu vo começar a responder todo mundo igual aquela paneleira tonha do tiktok pq nem tem mais o que falar nessa porra”, sugerem um estilo mais caótico, adaptável e reativo, típico de Perceiving (P). O foco dele em debater ideias, questionar definições e cutucar contradições – em vez de organizar a vida ou seguir rotinas rígidas – combina bastante com o perfil INTP: intelectual, crítico, introvertido e espontâneo nas discussões online.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
vitor / allen, 18, comunista, briguento de timeline e namorado de gringo. misturo inglês com meus pais e passo o natal jogando visual novel gay.– @punchkito

Seu coquetel exclusivo
O Brigadeiro Therian Sour é forte e meio caótico, igual alguém que admite ter vício em brigar na internet (“EU TENHO VÍCIO EM BRIGAR NA INTERNET EU NAO CONSIGO PARAR”) e ainda aguenta discussão comunista na TL (“brigar na internet nunca afetou meu psicológico mas tão pensando que eu sou liberal e tem comunista me xingando pqp eu SOU comunista mano”). A cachaça envelhecida representa essa personalidade intensa, direta e com opinião forte sobre transfobia, gênero e política (“parem de tratar trans como um ato político VOLUNTÁRIO”). O licor de chocolate / brigadeiro é óbvio: é o lado doce, caseiro e carinhoso do cara que levanta pra fazer doce e quebra tabus domésticos (“eu sou um homem que levanta pra ir fazer brigadeiro estou quebrando muitos tabus”) e que quer passar o Natal jogando visual novels gays (“em 2 dias estou livre do trabalho pra passar o natal jogando visual novels gays”). O limão siciliano traz a acidez e o deboche de quem não poupa palavras pra chamar desinformação de desinformação (“desinformação da porra”) e não tem paciência pra lolicon (“tu olhar pra uma imagem de uma criança desenhada e se atrair por aquilo ja é bizarro pra mim procure ajuda”). O xarope de pimenta ou gengibre simboliza as opiniões picantes sobre transfobia, cirurgias e hipocrisia social (“quando uma pessoa trans faz cirurgia é mutilação, mas quando é uma mona enfiando agulha na cara [...] aí não é.”), enquanto a espuma de café com baunilha é o toque de cansaço irônico e fofura existencial de quem se acha imaturo, se pergunta “pq q eu sou assim :c” (“pq q eu sou assim :c”) e ainda mistura inglês com os pais sem querer por causa do namorado gringo (“eu sou super isolado anti social e meu namorado é gringo, eu só falo com ele [...] e é MUITO VERGONHOSO MEU DEUS”).

Sua Casa de Hogwarts
O traço mais forte do @punchkito é a coragem combativa e impulsiva de se posicionar, muito típico de Grifinória. Ele compra briga pública por questões espinhosas como transfobia e sexualidade, por exemplo quando enfrenta discursos transfóbicos e defende mulheres trans em tweets como “é simplesmente bizarro como acham que um homem se submeteria a tudo que uma mulher trans passa pra ter benefício…” e “'eu nao ficaria com uma mulher trans pq pau = homem e eu gosto de mulher (buceta)' isso é transfobia”. Ele mesmo admite um certo "heroísmo" briguento ao dizer “EU TENHO VÍCIO EM BRIGAR NA INTERNET EU NAO CONSIGO PARAR”, o que mostra impulsividade e disposição para o confronto em defesa do que acredita. Também não tem medo de bater de frente com a própria comunidade ou com aliados superficiais, como quando reclama de desinformação e interpretações erradas em debates políticos e de gênero, por exemplo em “desinformação da porra” e “parem de tratar trans como um ato político VOLUNTÁRIO…”. Embora haja sinais de reflexão e senso de justiça (que poderiam apontar para Corvinal ou Lufa-Lufa), o jeito intenso, dramático e combativo de se expor e enfrentar polêmicas encaixa muito mais no arquétipo corajoso, às vezes explosivo, da Grifinória.

Seu filme

Sua música
We’re All Gonna Die combina com o jeito irônico, caótico e ao mesmo tempo politizado do kito. A bio cheia de estética emotiva — “for the first time, my breath reflected in my eyes” — somada ao fato de ele viver brigando na internet (“EU TENHO VÍCIO EM BRIGAR NA INTERNET EU NAO CONSIGO PARAR”) passa muito a vibe de alguém que olha pro mundo com cinismo, mas ainda sente tudo intensamente. Ele é muito direto quando fala de transfobia e hipocrisia social (“é simplesmente bizarro como acham que um homem se submeteria a tudo que uma mulher trans passa pra ter benefício”, “quando uma pessoa trans faz cirurgia é mutilação, mas quando é uma mona enfiando agulha na cara [...] aí não é.”), o que combina com a letra debochada e crítica da música. A mistura de humor e desespero também aparece quando ele fala de ENEM e da própria vida (“cara, eu nunca estudei redação direito [...] tirei 880 e vocês falando coisa??”, “eu sou imaturo pra porra pra minha idade socorro”). E o jeito de tratar identidade de gênero e política com sarcasmo e cansaço (“parem de tratar trans como um ato político VOLUNTÁRIO”, “'lgb sem o t' isso isso isso isso vai embora [...] deixa a gente em paz”) encaixa direitinho com a energia “o mundo é um caos, então vou rir e xingar enquanto isso” da música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

Você gostou do seu Horóscopo?
Seu horóscopo tem 19 dias! Gere um melhor a partir dos seus tweets mais recentes, desbloqueie mais insights e use uma IA profissional mais inteligente!
punchkito
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
Seguidores inativos? Verifique os seus!
Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom