
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A melhor correspondência é a Lisa Simpson: uma pessoa muito consciente politicamente, intensa, ansiosa com o futuro e buscando um lugar no mundo. Assim como a Lisa, elx é explicitamente de esquerda e engajado, o que aparece no jeito de se descrever na bio como “esquerdista” e na preocupação com universidade pública e cotas, como em “to na vaga 3 de 1 das cotas trans da unifesp...”. A ansiedade acadêmica e o perfeccionismo lembram muito a Lisa surtando com provas e boletins: “caralho o vestibular esta me consumindo a sindrome do panico realmente não se cura sozinha” e “esperar resultado de sisu enem usp enem unesp provão paulita e prova de concurso está me matando”. Também há uma sensibilidade grande em relação à identidade e ao reconhecimento, semelhante às crises da Lisa sobre quem ela é, como em “me descobri trans pq... alguém me chamou de 'ele' na padaria e eu entrei em parafuso pq me senti reconhecido pela primeira vez”. Ao mesmo tempo, ele/elu é irônico, inteligente e cheio de tiradas ácidas sobre sociedade, família e cidade, algo muito Lisa Simpson em versão brasileira e mais debochada.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais extrovertidos (E) do que introvertidos: falam abertamente de vida social, dates e república, como em “meu sonho sempre foi morar numa república enquanto fumava muita maconha na faculdade” e se colocam no centro de situações engraçadas e dramáticas, por exemplo “demorei 24h p responde o maluco pq esqueci completamente e ele ainda quer muito conversar comigo there is no way”. A preferência por intuição (N) aparece no foco em possibilidades, futuro e identidade, como em “planos para 2026” e na reflexão sobre descoberta de gênero em “funny enough me descobri trans pq [...] alguém me chamou de 'ele' na padaria e eu entrei em parafuso pq me senti reconhecido pela primeira vez”, indo além de fatos concretos para significados pessoais. O eixo sentimento (F) se destaca pelo peso dado a emoções, relações e feridas pessoais: falam de ghosting em “papo reto sofri muito cada um dos 85 ghosting”, de se sentir um “bosta” por causa da nota no ENEM em “ja chega da nots no Enem to me sentindo um bosta” e de carência/afetos em vários tweets sobre namoro e rejeição. A forte percepção (P) aparece no tom caótico, improvisado e pouco estruturado da vida: lidam com insônia e vestibular de forma reativa em “caralho o vestibular esta me consumindo a sindrome do panico realmente não se cura sozinha”, fantasiam cenários (república, dates, maconha) sem falar em planejamento concreto, e demonstram impulsividade em “bebi igual um opala e to sóbrio ainda que vida maldita meu deus”. O jeito expansivo, autodepreciativo, caótico, muito emocional e centrado em possibilidades e conexões humanas combina bastante com o perfil ENFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Aprovado na Unifesp, fotógrafo que come batata perfeita e reclama do Enem. Vampiro palmeirense com insônia crônica e amor por república estudantil.– @PUNKNR0CK

Seu coquetel exclusivo
O Vampiro Emodrake Republicano é um drink forte e dramático, feito para alguém que comemora vitória com cachacinha do Palmeiras (“cachacinha do palmeiras p comemorar minha convocação”) e tem geladeira lotada de álcool, mas sem comida (“a geladeira de casa tem: vinho ✅ cerveja ✅ licor ✅ comida ❌🚫”). A cachaça envelhecida representa o lado palmeirense, festeiro e um pouco dramático, que grita com cachorro de madrugada e com vestibular (“caralho que porra de cachorro do inferno ta gritando...”, “caralho o vestibular esta me consumindo a sindrome do panico realmente não se cura sozinha”). O licor de café traz a insônia, o corre de vestibular e a necessidade de café para sobreviver (“acho que só assim p eu lembrar de tomar café”, “daqui a pouco essa insônia vai virar algo bem engraçado”). O xarope de frutas vermelhas é a parte emo/afetiva, cheia de ghosting, xereca 100% e sofrimento amoroso (“papo reto sofri muito cada um dos 85 ghosting”, “vou nem falar sobre os de letras pq fiquei de xereca 100%”). O limão siciliano garante a acidez irônica de quem xinga PDF passivo-agressivo e anúncio de Maverick podre (“vai se foder inep minha redaçao era 800 no minimo”, “NO SHIT SHERLOCK”). Por fim, a espuma de cerveja pilsen por cima é a camada social, leve e zoeira, que fotografa eventos, quer república em Guarulhos e transforma até a própria transição em piada carinhosa consigo mesmo (“como me sinto fotografando evento”, “busco republica out kitnet em guarulhos para unifesp”, “me descobri trans pq na época da pandemia...”).

Sua Casa de Hogwarts
Ele se mostra extremamente impulsivo, intenso e pouco preocupado em se polir para os outros, o que é muito característico da Gryffindor. A forma como comemora em caps lock, xingando e gritando em público por ter passado na federal — “EU PASSEIIIIII NA UNIVERSIDADE FEDERAL PORRA AAAAAAAAAAAAA” — revela esse lado dramático e destemido de se expor. Fala abertamente de temas pessoais e pesados como síndrome do pânico e desgaste com vestibular em tom direto e visceral, por exemplo em “caralho o vestibular esta me consumindo a sindrome do panico realmente não se cura sozinha”, o que mostra coragem emocional de se vulnerabilizar publicamente. Ele também assume conflitos e desabafos sem medo de confrontar, como em “nao sei pq essa retardada me contrata p fazer foto se vai me mandar um PDF passivo agressivo...” e “se eu te bloquear por favor não encha mais o meu saco”, sugerindo alguém que enfrenta situações de frente. Além disso, o orgulho identitário e político presente no bio (“⚧︎ Vampiro palmeirense, esquerdista, viado...”) combinado com relatos como “funny enough me descobri trans...” indica alguém que encara o mundo com coragem, mesmo quando isso o coloca em posição vulnerável — um traço bem típico de Gryffindor.

Seu filme

Sua música
A música Máscara da Pitty combina muito com a forma como elu fala de identidade, gênero e vulnerabilidade. Elu é assumidamente vampiro palmeirense, esquerdista e viado, vivendo essa mistura de deboche e crise existencial que a Pitty traduz bem, e ainda declara abertamente: “eu te amo pitty”. A letra sobre tirar a máscara e ser quem se é conversa direto com coisas como a descoberta de ser trans, quando conta: “me descobri trans [...] alguém me chamou de 'ele' na padaria e eu entrei em parafuso pq me senti reconhecido pela primeira vez”. Também encaixa com os desabafos de autoestima e exaustão, tipo “pq todo mundo se cansa de mim...” e “caralho o vestibular esta me consumindo a sindrome do panico realmente não se cura sozinha”. Entre crises, humor autodepreciativo e vontade de viver intensamente (república, maconha, faculdade), elu parece estar exatamente nesse lugar de se afirmar no mundo, que é o coração de Máscara.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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PUNKNR0CK
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