
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
O perfil do @QuebrandoOTabu lembra muito a Lisa Simpson: curioso, politizado e sempre explicando o mundo a partir de contexto histórico e social. Assim como a Lisa, a conta traz discussões sobre injustiça, gênero e raça, como quando fala de diagnósticos inventados para justificar racismo em “Já imaginou inventarem transtornos mentais só pra justificar racismo? Pois isso aconteceu, e foi tratado como ciência.” e de racismo obstétrico em “Você sabe o que é racismo obstétrico?”. A defesa de direitos reprodutivos e das meninas aparece em “Na última década, o Brasil registrou mais de 200 mil partos em crianças de até 14 anos.”, refletindo a postura ética e combativa da Lisa. O perfil também valoriza educação e conhecimento crítico, como em “Paulo Freire escreveu: 'A educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo.’”. Além disso, a mistura de cultura pop com debates sérios, como em “Fomos ao maior evento de cultura pop do mundo levar uma dúvida que sempre aparece nos debates online.”, combina com o jeito da Lisa de usar música, livros e mídia para discutir política e ética.

Seu tipo de personalidade MBTI
O perfil do @QuebrandoOTabu é claramente voltado para o coletivo, debate público e interação com audiência, o que aponta para Extroversão (E): quase todos os tweets convidam à conversa e relatos, como em “Queremos ouvir relatos diretos e reais: o que as mães gostariam que os homens soubessem sobre maternidade…” e “Comenta aqui o que te faz ter orgulho de ser brasileiro!”. O conteúdo privilegia reflexões amplas, estruturas sociais e narrativas culturais, em vez de detalhes concretos do dia a dia, o que é típico de Intuição (N), como em “A magreza extrema nunca foi só estética — ela sempre falou sobre poder, acesso e privilégio.” e “Cada país tem uma forma única de se comunicar, mas o jeitinho brasileiro de dizer qualquer coisa é especial.”. A forma de argumentar é centrada em empatia, dignidade e impacto humano, priorizando valores e emoções sobre lógica fria, o que indica Feeling (F); isso aparece em posts como “Quando somamos racismo + machismo + desigualdade social, essa vulnerabilidade aumenta ainda mais.” e “Menos comparação, mais inspiração.”. Já o tom organizado, didático e orientado a mudança social concreta sugere Julging (J): há muitos fios explicativos, citações de pesquisas e enquadramento pedagógico, como em “No carrossel falamos um pouco sobre o que está por trás da troca de nome após o casamento…” e “Como o crescimento dos grupos armados se relaciona com a queda no acesso à educação?”. O conjunto aponta para um tipo que mobiliza pessoas, educa sobre injustiças e tenta organizar o debate público em torno de valores coletivos – combinação muito alinhada com o perfil ENFJ.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Histórias que cutucam o senso comum. Da fofoca ao feminicídio, do BBB ao clima. Uma vez, um fio nosso virou DR em grupo de família inteira.– @QuebrandoOTabu

Seu coquetel exclusivo
A cachaça envelhecida representa a mistura de história, política e Brasil profundo que atravessa o perfil, tipo quando falam de padrões de beleza e poder em “A magreza extrema nunca foi só estética — ela sempre falou sobre poder, acesso e privilégio.” e de figuras como Maria Quitéria em “Maria Quitéria foi a primeira mulher a fazer parte das Forças Armadas do Brasil…”. O xarope de açaí amazônico traz o orgulho dos ícones nacionais e das regionalidades, bem na vibe de “Caipirinha, açaí, SUS, Zé Gotinha, chuveiro elétrico…são vários os ícones nacionais que nos fazem ter orgulho de ser brasileiro!” e do açaí raiz do Norte em “O açaí consumido no Norte do país é bem diferente daquele conhecido no Sudeste…”. O suco de limão siciliano dá a acidez necessária pra falar de temas espinhosos como violência, racismo e feminicídio, lembrando fios como “O Brasil segue sendo um país perigoso para mulheres.”. Já o bitter de cacau simboliza o tom agridoce de quem mistura denúncia com cultura pop, como nas análises de séries e filmes em “Se o público se vê nas histórias, ele assiste às histórias!”. Por fim, a espuma de água de coco com pitada de sal é o cuidado com saúde mental, rede de apoio e afeto em meio ao caos das redes, na linha de “Quem seria de você sem a sua rede de apoio?” e do olhar crítico sobre nosso vício de feed em “Já reparou que estamos em piloto automático?”.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil da @QuebrandoOTabu se organiza em torno de informação, análise crítica e curiosidade sobre o mundo, o que é muito característico da Corvinal. Em vários posts, eles partem de dados e pesquisas para discutir temas complexos, como quando explicam a relação entre m4c0nh4 e psicose citando estudo da Nature Mental Health em “Um novo estudo publicado pela Nature Mental Health mostrou que apenas 0,5% dos consumidores de Cann4bis (...) podem sofrer um episódio psicótico” ou quando abordam o relatório do National Institute of Justice em “O relatório 'Is Cann4bis a Gateway Drug?' (...) concluiu que”. Há uma preocupação constante em contextualizar historicamente e teoricamente os assuntos, como ao discutir Paulo Freire em “'A educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas transformam o mundo.' Mas basta uma volta pelas redes sociais para ver que o discurso de desvalorização do diploma tem crescido” e ao expor a história de leis usadas para perseguir pessoas trans em “Você sabia que já foi crime se vestir 'fora do padrão de gênero'? As antigas Leis de Máscaras e a Regra dos Três Artigos foram usadas por décadas para perseguir pessoas trans”. O fio sobre mudança de padrões de beleza e economia mostra uma leitura estruturada da sociedade em “A magreza extrema nunca foi só estética — ela sempre falou sobre poder, acesso e privilégio. Esse vídeo mostra como os padrões de beleza mudam conforme a economia, a política e a desigualdade”. Além disso, o perfil constantemente instiga o público a pensar e questionar, como em “Racismo estrutural, crime de injúria racial, política de cotas… informação é fundamental no combate ao racismo. Fomos pras ruas (...) entender o quanto as pessoas conhecem sobre as políticas e leis”, reforçando o foco em conhecimento, reflexão crítica e aprendizado — marcas clássicas da Corvinal.

Seu filme

Sua música
A música Gente, de Caetano Veloso, combina com o @QuebrandoOTabu porque fala sobre pessoas em toda a sua complexidade, algo que o perfil faz o tempo todo ao discutir maternidade, raça, gênero, corpo, saúde mental e política. Eles falam de vulnerabilidade e limites nas relações, como em “Dizer ‘sim’ para tudo pode até parecer uma boa forma de evitar conflitos... mas, a longo prazo, a falta de limites pode gerar desgaste.”, reforçando a humanidade de quem sofre por não conseguir dizer não. A conta também traz protagonismo para pessoas LGBTs+ e trans, como em “Você sabia que um dos heróis da Revolução Mexicana era um homem trans?”, mostrando que todas as identidades fazem parte desse coletivo chamado "gente". Ao discutir racismo, desigualdade e violência, como em “O Brasil segue sendo um país perigoso para mulheres... Esses números fazem parte de um padrão que começa muito antes do crime ser cometido.”, o perfil ecoa o verso da música que lembra que não existe vida fora do tecido social. E quando celebra o orgulho de ser brasileiro em “Fala sério, é bom demais ser brasileiro! [...] Nos conta nos comentários o que mais te dá orgulho em ser brasileiro.”, dialoga diretamente com o olhar afetivo e crítico que Caetano tem sobre o povo nas suas canções.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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QuebrandoOTabu
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