
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @rabessy lembra muito a Lisa Simpson porque é autoexigente, vive preocupada com estudos e sente que nunca está boa o suficiente, como quando diz “eu sou tão ruim em redação e em matemática que tô começando a aceitar que não vou pra faculdade” e “me odeio por ser burra em naturezas e matemática”. Assim como a Lisa, ela tem uma relação intensa com provas e vestibular, alternando esperança e frustração ao falar de Enem, simulados e Prouni, como em “espero q esse seja meu último Enem, e que eu não precise fazer essa merda nunca mais” e “1 dia: tenho chances 2 dia: não tenho chances”. Ela também mostra interesses “intelectuais” e de concentração, como xadrez e quebra-cabeça — “me sinto uma criança pedindo pra minha irmã jogar xadrez comigo” e “quero tanto comprar quebra cabeça de 1000 peças, mds quero muito” — bem a cara da Lisa nerd. Ao mesmo tempo, tem um lado sensível e dramático, chorando com filmes e séries (“chorei assistindo minha vida de abobrinha”) e reclamando do peso emocional da vida adolescente, o que combina com a forma como Lisa sente tudo de maneira profunda. Por fim, a frustração com o mundo adulto, burocracias e política, como em “tava vendo vídeos de um deputado e, mds, ele é tão burro” e “meu maior inimigo: banco do brasil”, reforça essa vibe de Lisa crítica, inteligente e cansada de lidar com a burrice alheia.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para dentro do que para fora: reclamam de interação social e valorizam ficar sozinhos, como em “odeio q depois de muita interação eu me sinto cansada, preciso ficar 1 mês sem falar com ninguém” e “eu sou viciada em faltar na escola 😭😭”, o que sugere I. As preocupações aparecem muito ligadas a sentimentos, expectativas de futuro e sentido pessoal (faculdade, profissão, vida adulta), e não tanto a discussões teóricas ou muito racionais, reforçando um foco em significados subjetivos alinhado a N, como em “não acredito que vou ter que fazer isso por mais 5 anos” e “Deus sabe de todas as coisas mesmo”. Eles valorizam fortemente emoções e autoestima, se chamando de “burra” e dramatizando a própria experiência, por exemplo em “me odeio por ser burra em naturezas e matemática” e “odeio que a minha pele não é normal [...] Eu quero me matar, não aguento mais gastar dinheiro com pele”, o que indica claramente F mais do que T. A relação com estudos e vida é cheia de oscilações, improviso e procrastinação, com pouca sensação de controle ou planejamento, como em “já até aceitei que vou ter que ficar mais um ano estudando” e “se eu for no Enem igual eu tô indo nesse simulado, só entro em psicologia como paciente mesmo”, muito mais típico de P do que de J. Somando introversão, foco em sentimentos internos, idealismo sobre futuro e jeito desorganizado, o tipo que melhor encaixa é INFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Estudante em crise existencial crônica, tentando entrar na faculdade, vencer a matemática e não cortar o cabelo de novo (sem sucesso).– @rabessy

Seu coquetel exclusivo
A base de cachaça mineira envelhecida é por causa da saga UFMG/ENEM e da vibe de quem já tá entrando na vida adulta na marra, tipo quando ela diz que “o terror daqueles que estão entrando na vida adulta: carteira de trabalho” “o terror daqueles que estão entrando na vida adulta: carteira de trabalho” e vive reclamando de escola e faculdade “não aguento mais escola, acaba plmds”. O xarope de paçoca representa a parte doce, viciada e confortável dela, que compra caixa de paçoca e vive à base disso no café da manhã “comprei uma caixa de paçoca e agr vivo a base de paçoca só pro café da manhã já foi uma”. O limão siciliano entra pra simbolizar o azedume cômico dela, que odeia calor, escola, app de banco e até quiosque sem cartão “não aceita cartão, feche logo esse quiosque” e vive no mood “bosta de escola” “bosta de escola”. A espuma de café gelado é a energia ansiosa, estudiosa e meio viciada que toma garrafa de café todo dia mesmo prometendo parar “todo dia eu falo que vou parar de tomar café e todo dia eu tomo uma garrafa, acho q me odeio”, perfeita pra alguém que chora de ódio por perder duas partidas de xadrez “perdi duas partidas no xadrez, e agora eu vou comprar um livro pq não aceito perder tô quase chorando de ódio”. Por fim, o bitter de camomila representa a tentativa de acalmar a ansiedade, a exaustão social e o drama de quem queria ficar um mês sem falar com ninguém “odeio q depois de muita interação eu me sinto cansada, preciso ficar 1 mês sem falar com ninguém” e que olha pra própria pele, faculdade e vida e pensa em repensar tudo “hj é 3 de fevereiro e eu to repensando minha escolha de profissão”.

Sua Casa de Hogwarts
Ela demonstra uma relação forte com estudo e conhecimento, mesmo sofrendo com pressão escolar. Fica claro o quanto o Enem e vestibular são centrais na vida dela em tweets como “espero q esse seja meu último Enem, e que eu não precise fazer essa merda nunca mais” e “já até aceitei que vou ter que ficar mais um ano estudando”, o que mostra que, apesar do sofrimento, ela continua insistindo. Ela se cobra muito intelectualmente, especialmente em áreas ‘difíceis’, como em “me odeio por ser burra em naturezas e matemática” e “mds sou muito ruim fazendo redação, não flui de jeito nenhum”, o que é bem típico de alguém que valoriza o próprio desempenho cognitivo. Também se vê curiosidade e engajamento mental em coisas diversas: ela lê bastante (“tô na página 163 de amor, teoricamente”), compra livro de xadrez quando perde (“perdi duas partidas no xadrez, e agora eu vou comprar um livro pq não aceito perder”) e maratona séries e filmes complexos como Coerência (“amei e me prendeu até o fim mesmo eu não entendendo merda nenhuma quase”). Há também um lado analítico e crítico do mundo, expresso em “eu acho que deveria ser obrigatório políticos estudarem história, pq não é possível” e nas reclamações bem articuladas sobre aplicativos, bancos e serviços. O conjunto de curiosidade intelectual, autocrítica acadêmica, interesse em aprender (xadrez, francês, livros) e reflexão sobre o mundo encaixa melhor em Ravenclaw do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música “Trajetória” combina muito com a fase da rafa, cheia de pressão com vestibular, escola e escolha de profissão, mas ainda tentando acreditar que vai dar certo. Ela vive falando de Enem, Prouni e faculdade, como em “mesmo sabendo q não vou jogar minha nota no Sisu, ainda me dá ansiedade pensar” e “eu sou tão ruim em redação e em matemática que tô começando a aceitar que não vou pra faculdade”, o que combina com o tom da música de reconhecer as dificuldades, mas seguir. Ao mesmo tempo, ela mantém uma certa fé/esperança, tipo em “Deus sabe de todas as coisas mesmo” e “espero q esse seja meu último Enem, e que eu não precise fazer essa merda nunca mais”, refletindo a luta diária de quem quer mudar de vida. O clima meio cansado e irritado com a rotina em “mds acaba escola plmds, encheção de saco” e “hj é 3 de fevereiro e eu to repensando minha escolha de profissão” encaixa com a ideia da música de vir ‘de baixo’ e tentar construir algo melhor. No fundo, ela se vê cheia de defeitos e dificuldades, como em “minha burrice tem que ser estudada”, mas a própria obsessão em estudar e se preocupar com o futuro mostra a mesma persistência e autocobrança que a letra traz sobre seguir na caminhada apesar de tudo.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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rabessy
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