
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A combinação de estudo pesado, autocrítica e paixão por conhecimento lembra muito a Lisa. Ele é claramente nerd de exatas/química e se cobra bastante academicamente, como quando comenta sobre cálculo e bioquímica em tweets como “tava passando pelas minhas anotações de cálculo III e me assustei com o QUANTO eu estudei aquela matéria” e “como pode o imenso aqui tirar 5,3 na P2 e gabaritar a P3 de bioquímica”. Ao mesmo tempo, tem uma veia artística fortíssima, obcecado por piano, covers e teoria musical, vide “minha playlist de piano chegou a 1000 videos [...] 32k de músicas tocadas nos últimos 8 anos, surreal” e “tava inspirado hj e consegui gravar toda a bateria + metade do baixo do próximo cover”. Ele também demonstra certo idealismo intelectual e cansaço com a burrice alheia em coisas científicas, como em “hj em dia se eu vejo desinformação científica na internet [...] eu só passo reto todo mundo tem o direito de ser burro né”, algo muito Lisa. Por fim, a sensibilidade com obras de arte/anime e música, como em “madoka eh o ápice da criação humana e nada pode me dizer o contrário”, reforça essa mistura de racionalidade intensa com emocionalidade estética, que é exatamente o núcleo da Lisa Simpson.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais voltados para atividades solitárias do que para vida social intensa: passam férias estudando peças difíceis de piano, grindando osu! e jogando LoL, e até brincam com falta de vida social em posts tipo “oq estou fazendo de minha vida pra jogar soloq de sona as 2h da manhã.”, o que aponta para I. A forma como falam de música, matemática e ciência é bem analítica e orientada a padrões, por exemplo quando comenta progressões harmônicas em j‑pop em “a royal road por exemplo eh uma progressão de acordes usadas em tipo, metade do j pop”, o que combina muito com N (intuição voltada a padrões) e não tanto com foco só no concreto. A preferência por argumentos lógicos e um tom direto, às vezes até meio ácido – como em “hj em dia se eu vejo desinformação científica na internet (...), eu só passo reto todo mundo tem o direito de ser burro né” ou na crítica à fanbase de Babymetal em “como eu odeio a fanbase de babymetal, vsf. (...) hahahahahah......” – sugere fortemente T sobre F. Ao mesmo tempo, ele parece pouco estruturado e muito reativo ao momento: se vê procrastinando em “o problema de enrolar pra fazer as coisas eh q uma hora vc DE FATO tem q fazer.”, reclamando de gambiarra no PC em “tem tanta gambiarra de programa/configuração (...) que, se eu formatar, não vou fazer IDEIA de como botar pra funcionar de novo”, e estudando tudo em cima da hora em “como aprender física III em 4 dias, google pesquisar”, o que aponta para um estilo mais P do que J. Somando introspecção, foco em padrões/teoria, argumentação lógica e vida caótica/procrastinadora, o tipo que melhor encaixa é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Química UFRJ, pianista que vive quebrando tecla e clicando círculo em osu!. Já toquei 1.000 músicas e ainda penso em largar tudo pra viver de J‑metal.– @raphas_henrique

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é meio doce, meio amargo e cheio de energia, igual alguém que passa férias estudando Frieren no piano enquanto farma pp no osu e continua mestre no LoL. O shochu de ameixa traz a base alcoólica suave, japonesa e um pouco melancólica, como o fanboy de Babymetal/Roselia que chama Madoka de “ápice da criação humana” em “madoka eh o ápice da criação humana e nada pode me dizer o contrário.”. O licor de yuzu entra cítrico e brilhante, representando a empolgação quando ele fala de música e bandas tipo Roselia em “eu SEMPRE me surpeendo com a qualidade das músicas da roselia...” e quando descobre sons novos em “me sinto como aquela imagem do minerador descobrindo diamantes dps de escutar pela primeira vez uma banda de symphonic j metal MT boa.”. O cold brew de café é o combustível escuro das madrugadas de estudo e soloqueue, ecoando coisas como “oq estou fazendo de minha vida pra jogar soloq de sona as 2h da manhã.” e “acho que não fiz nenhuma aula de orgexp com mais de 3h de sono nesse semestre.”. Já o xarope de jasmim é a parte delicada e emotiva, o lado que se apaixona pelos detalhes de animação e trilha em “esses pequenos detalhe me pegam muito” e se impressiona com direção de arte em “tudo é muito cinematográfico, como se desse pra tirar um wallpaper de cada frame.”. Por fim, a espuma leve de gengibre dá um kick picante e moderno, lembrando o humor ácido de coisas como “hj em dia se eu vejo desinformação científica na internet [...] eu só passo reto todo mundo tem o direito de ser burro né” e a confiança gamer/músico de “VAI SEGURANDO ESSES CROSS SCREEN JUMPS”, servindo esse coquetel como um high BPM etílico: técnico, intenso e cheio de personalidade otaku-química-pianista.

Sua Casa de Hogwarts
O perfil do rapha gira muito em torno de estudo, teoria e aprofundamento técnico, o que é bem característico de Corvinal. Ele demonstra prazer em aprender coisas difíceis e em se aprofundar intelectualmente, como quando fala de teoria musical e progressões de acordes em J‑pop em “eh engraçado saber algo de teoria musical pq vc passa a entender e reconhecer padrões dentro de um gênero. a royal road por exemplo eh uma progressão de acordes usadas em tipo, metade do j pop” e quando comenta sobre cálculo e física, estudando pesado e até achando graça de conceitos mais abstratos em “tava passando pelas minhas anotações de cálculo III e me assustei com o QUANTO eu estudei aquela matéria” e “como aprender física III em 4 dias, google pesquisar”. Ele também valoriza excelência técnica e refinamento, seja em música ou jogos, como quando analisa estrutura e desenvolvimento musical em “snow halation, pra mim, eh a melhor música idol existente. todo o desenvolvimento da música (no quesito estrutura/melodia/harmonia) até chegar no refrão eh mt foda” ou quando fala de arranjos extremamente complexos no piano em “magica sonata 3rd movement, homura provavelmente a parte mais difícil desse arranjo, mesmo em 0.50x ainda tá saindo tudo torto... nunca q eu vou conseguir tocar na velocidade original, mt difícil controlar 2 vozes simultaneamente”. Além disso, há um perfeccionismo analítico e autocrítico muito forte, típico de alguém que valoriza o intelecto e a maestria: ele comenta ver muitos erros nas próprias peças a ponto de não querer postar nada em “esse tipo de comentário sempre me pega demais porque eu sempre vejo MUITOS erros nas peças que eu toco, ao ponto de não querer postar a maioria dos vídeos q gravo”. Mesmo quando fala de química, pesquisa e carreira acadêmica, aparece entusiasmo genuíno por ciência e investigação, como em “estou prestes a ingressar na área de pesquisa que eu sonho em trabalhar desde o médio tecnico, com uma pesquisadora brasileira de referência ENORME, e (quase) com a promessa de publicar um artigo”. Essa combinação de amor pelo estudo, valorização de conhecimento técnico e visão analítica sobre tudo que gosta se encaixa muito melhor em Corvinal do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música "Yuusha" combina perfeitamente com o jeito do rapha, unindo anime, intensidade emocional e virtuosismo técnico – exatamente o que ele valoriza. Ele mesmo mostra o quanto essa música virou marco pessoal ao dizer que não imaginava ter nível pra tocá-la e postar o resultado do estudo pesado em piano: “'é, eu tive sorte' ... dito isto: yuusha yoasobi (frieren OP 1)”. O tema de esforço contínuo e superação combina com a forma como ele lida com estudo e treino, seja em química, música ou jogos, como quando fala da evolução no osu e na faculdade: “tava passando pelas minhas anotações de cálculo III e me assustei com o QUANTO eu estudei aquela matéria.” e “wrapped do ano passado: voltei a jogar dps de anos parado, dupliquei pp da minha top play, e subi de 300k > 120k.”. Além disso, o apego dele à Frieren e a obras que misturam melancolia, épico e beleza técnica reforça essa escolha, como em “FINALMENTE FRIEREN VOLTOU” e “nenhuma música esse ano vai superar requiem for fate.”. Yuusha é, ao mesmo tempo, trilha da obra que ele ama, símbolo do progresso dele no piano e retrato da forma como ele encara desafios – por isso é a música que mais combina com ele.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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raphas_henrique
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