
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A usuária parece viver em função dos estudos e da pressão acadêmica, muito parecido com a Lisa: ela fala o tempo todo de vestibular, Fuvest, Provão Paulista e desempenho, como em “VEM FUVEST VEM USP VEM TUDOOOO UHUUUL (acertei 2 questões difíceis de mat)” e “finalmente uma nota boa na redação fuvest😭”. Também demonstra ansiedade, sentimento de inadequação e vontade de mudar o mundo, o que combina muito com a fase mais sensível e idealista da Lisa, como em “eu só queria mudar o mundo sabe” e “a dor de ser mediana em absolutamente td em que me proponho a fazer é angustiante”. Ela mistura momentos de maturidade e autocrítica com humor ácido e surtos cômicos – típico da inteligência emocional meio caótica da Lisa adolescente – por exemplo em “está tudo bem em ser fdp as vezes contanto q eu reconheça q fui😋 ( reconheci e fui fdp dnv )”. Além disso, há um lado cultural/pop e sensível, comentando séries, música e dramas, como em “meu desvio de caráter é amar j drama bobo, toda vez q acho algum p assistir fico obcecada”, o que lembra a Lisa nerdzinha que se refugia em arte e cultura. No geral, é alguém intensa, preocupada com futuro, injustiças e desempenho acadêmico, mas ainda irônica e dramática – um retrato bem fiel da Lisa Simpson em versão vestibulanda brasileira.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam bastante de cansaço social, vontade de sumir e antipatia como defesa, por exemplo em “antipatia é definitivamente o melhor mecanismo de defesa p gente chata!” e “queria que todo mundo desaparecesse inclusive eu!”, além de não mostrar muita empolgação com grandes interações sociais fora do círculo próximo. A forma como refletem sobre si e o futuro é bem intuitiva (N): falam em querer mudar o mundo (“eu só queria mudar o mundo sabe”), em se sentir mediana em tudo (“a dor de ser mediana em absolutamente td em que me proponho a fazer é angustiante”) e em insegurança espiritual (“nunca me senti tão insegura espiritualmente como esse ano”), o que mostra foco em significado e sentido, não só em fatos concretos. A orientação é claramente Feeling (F): as decisões e desabafos vêm da emoção, como na ansiedade com vestibular e Prouni (“eu tenho mt medo real de toda essa vontade de chorar reprimida durante meses… me desestabilizar”, “ai to mt mal”) e na valorização de carinho por professores e amigas (“n fodo com vadia sonsa burra, por isso só tenho amigas fodas”, “Adriano vc é o melhor prof de biologia que eu ja tive, grata demaisssssss”). Apesar do drama, há muita organização e foco em metas (J): falam o tempo todo de metas de vestibular e planejamento de estudo, como em “a melhor sensação que eu tive como vestibulanda é acertar uma questão que eu definitivamente não chegaria nem perto de acertar no ano passado” e “tentar ir no villa lobos 1 vez na semana p estudR la, taoo bomm”, além de mantras de confirmação tipo “já deu certo já deu certo já deu certo”, o que indica necessidade de estrutura, apesar da procrastinação. No conjunto – profundidade emocional, idealismo (querer mudar o mundo, necessidade de fé), sensibilidade ao ambiente e certa reclusão – o perfil se encaixa melhor em INFP do que em outros tipos próximos como INFJ ou ISFP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Vestibulanda em tempo integral, futura publicitária nas horas vagas. Já errei brownie que virou bolo, mas sigo tentando mudar o mundo.– @rasppberries

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte porque a dona vive na montanha-russa emocional do vestibular, de “VEM FUVEST VEM USP VEM TUDOOOO UHUUUL” até o colapso de “lobotomia ja 💛💛💛”. O gin cítrico representa a lucidez ácida de quem olha a relação candidato/vaga e solta um “pra QUE eu fui ver essa porra de relação candidato vaga vai SE FUDER”. O licor com glitter é o lado vaidoso, dramático e pop culture de quem reassiste novelas, k-dramas e posta “rever satc cura muito”. O maracujá azedinho é a angústia de se sentir mediana em tudo, como em “a dor de ser mediana em absolutamente td em que me proponho a fazer é angustiante”, misturada com o desejo intenso de mudar o mundo de “eu só queria mudar o mundo sabe”. A espuma de café com chocolate é a madrugadinha de estudo e o cansaço existencial de “se o sisu soubesse o sono q eu to…”, adoçando um pouco o caos. A borda de sal rosa com açúcar queimado simboliza esse equilíbrio entre ser fofa e fdp assumida, como em “está tudo bem em ser fdp as vezes contanto q eu reconheça q fui😋 ( reconheci e fui fdp dnv )”, deixando o gole final agridoce, dramático e memorável.

Sua Casa de Hogwarts
A ambição dela em passar em vestibulares concorridos, entrar em universidade pública e “mudar o mundo” aponta fortemente para Slytherin: ela fala de forma muito clara sobre metas grandes e competitivas, como em “eu só queria mudar o mundo sabe” e no desespero com a classificação em “eu tava em 6 de 2 vagas agr aumentou p 11 de 2 Q MERDA MORRAMMMMMM”. Há também um traço forte de auto-preservação e dureza com os outros, como em “pfv entendam eu n fodo com vcs saiam de perto de mim” e “antipatia é definitivamente o melhor mecanismo de defesa p gente chata!”, o que lembra bem o instinto de Slytherin de escolher com cuidado com quem se envolve. Ela demonstra competitividade e foco estratégico ao acompanhar relação candidato/vaga e provas como Provão, Fuvest e Sisu, reclamando de injustiças estruturais, como em “façam isso p depois vcs perderem vaga p quem teve um auxílio significativo pra passar em uma faculdade pública...”. Embora trabalhe duro (algo que poderia sugerir Hufflepuff), o tom é muito menos sobre “trabalho por amor” e mais sobre “trabalho porque eu quero chegar lá custe o que custar”, como em “VEM FUVEST VEM USP VEM TUDOOOO UHUUUL (acertei 2 questões difíceis de mat)”. A combinação de ambição explícita, competitividade, visão crítica do sistema e um certo orgulho ácido ao se proteger dos outros encaixa bem melhor em Slytherin do que em qualquer outra casa.

Seu filme

Sua música
A música que mais combina com ela é The Scientist, especialmente pelo verso “nobody said it was easy”, que ela mesma ecoa em um tweet: “nobody said it was easy.”. Ao longo da timeline, ela mostra o peso da rotina de vestibulanda, misturando cansaço, frustração e esperança, como quando desabafa sobre o provão paulista e a FUVEST: “esse provão paulista é uma pegadinha de mau gosto mesmo hein” e “VEM FUVEST VEM USP VEM TUDOOOO UHUUUL (acertei 2 questões difíceis de mat)”. A letra de The Scientist gira em torno de tentar, errar, voltar atrás e continuar tentando, o que dialoga com esse ciclo de estudos, medo e persistência que aparece em tweets como “que eu passe esse ano, e que tudo melhore” e “já deu certo já deu certo já deu certo”. Além disso, ela frequentemente fala sobre inseguranças e vontade de sumir, como em “queria que todo mundo desaparecesse inclusive eu!”, reforçando a vibe melancólica e introspectiva da música. No meio disso tudo, há uma fé silenciosa de que as coisas vão se ajeitar, como em “o que tiver que ser será”, o que encaixa com o tom agridoce e esperançoso do refrão.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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