
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A @Rebel_babyfox lembra muito a Lisa Simpson: extremamente ligada a estudos, leituras e pesquisa, vive comentando sobre TCC, pós e bibliotecas, como quando diz que ama poder abordar algo de que gosta na pesquisa em “eu quando gosto de algo e posso abordar na minha pesquisa sou muito feliz” e reclama de instituições em “A causa da minha morte é as bibliotecas de Tupã”. Assim como a Lisa, ela é leitora voraz, vive cercada de livros em “A: Quantas malas de livros? Eu: sim” e monta drives com séries e filmes em “tô fazendo drive com série e filme q.gosto”. Também tem forte senso crítico e indignação política/social, por exemplo em “não entra na minha cabeça como podem ser tão burros e como posso ter até bolsomininhos de parente” e quando se preocupa com a qualidade dos futuros profissionais em “Essa matéria só me mostra q eu tenho medo dos profissionais q vão sair daqui”. Ao mesmo tempo, mostra sensibilidade, crises emocionais e sensação de ser deslocada, como em “Pra mim essa sensação de vazio é horrível” e “As vezes eu só queria ter o poder de dormir pra sempre e n ter q pensar ou sentir nd”, o que combina com o lado mais melancólico e introspectivo da Lisa. A mistura de inteligência, paixão por cultura pop (FNAF, Good Omens, séries gays), engajamento acadêmico e drama existencial coloca essa conta bem no território Lisa Simpson, versão brasileira, leitora de fanfic e amiga da Izzy.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem claramente mais para o lado introvertido (I) do que extrovertido: falam muito de ficar em casa lendo, vendo séries e fazendo pesquisa, reclamam de interações desconfortáveis com professoras e vizinhos, como em “Eu odeio esses momentos em q eu fico sozinha c o professor na sala pq eu nunca sei oq fazer e morro de vergonha aaaaaaaaaaaa”, e valorizam um círculo pequeno de pessoas importantes, como a Izzy, em “Ganhei um dinheiro extra e consegui realizar o sonho da Izzy 😭😭 eu tô feliz por ver ela feliz e só isso importa”. A preferência por intuição (N) aparece na paixão por ficção, metáforas e universos imaginários – Good Omens, FNAF, Staged, livros gays, fanfics e pesquisas literárias – além de reflexões mais abstratas sobre ditadura e família em “Não para de aparecer coisas sobre a ditadura pra mim e isso me faz pensar como minha família inteira gosta de falar q ela só foi ruim pra quem tava fazendo coisa errada”. A dominância de sentimento (F) é forte: suas decisões e desabafos giram em torno de emoções, empatia e mágoas, frequentemente se chamando de “burra” ou “lixo” e falando de vazio, dor e vontade de sumir, como em “Pra mim essa sensação de vazio é horrível [...] onde eu conseguia me sentir minimamente importante prós outros” e “Eu simplesmente não aguento mais, eu não aguento mais a dor, a humilhação e a montanha russa de sentimentos que eu tô passando”. No eixo J vs P, apesar de terem compromissos acadêmicos, o padrão é de procrastinação, improviso e sensação de caos – “Queria n deixar as coisas pra última hora [...] eu sempre fico ansiosa oq tá em cima da hora e vai me dando desespero só q eu n faço” e “Eu passando a noite acordada ontem fazendo uma atividade pra descobrir que fiz ela inteira errada e vou ter q refazer” – o que indica Perceiving (P). A combinação de forte vida interna, emocionalidade intensa, amor por ficção e fanworks, senso de idealismo ferido (política, profissão, bibliotecas, vizinhos) e tendência a se culpar e romantizar sentimentos se encaixa muito bem com um perfil INFP.

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Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Pesquisadora de letras, leitora de bruxas e viados, reclamando dos vizinhos barulhentos enquanto escrevo TCC e salvo sapinhos perdidos no quintal.– @Rebel_babyfox

Seu coquetel exclusivo
O Neon Vortex da Baby Fox é forte porque a vida acadêmica, vizinhos infernais e TCC não são pra drinks fraquinhos – é a cachaça encarando coisas tipo “Meu Jesus acaba logo essa merda Não passa resolver passar prova oral agora n libera e faz aguentar um GP claramente despreparado pra apresentar 🫠🫠🫠🫠 eu vou matar alguém” e “Eu só queria dormir até mais tarde e descansar; ; Agora vou passar o dia cansada e n ser útil”. O licor de amora traz o lado doce, dramático e fã de coisas gays, séries de conforto e Good Omens, como em “Eu vendo q metade das séries q amo é tudo de viado 🥴” e “A aula rolando e eu analisando livros gays na Amazon pq senti q a minha lista gay tá curta”. O suco de maracujá azedo-doce é a mistura de ansiedade e carinho, porque ela sofre, mas ao mesmo tempo é a amiga que realiza o sonho da Izzy em “Ganhei um dinheiro extra e consegui realizar o sonho da Izzy 😭😭 eu tô feliz por ver ela feliz e só isso importa” e chora com pesquisa ouvindo Jão em “Eu queria entender aonde eu achei q daria certo eu fazer minha pesquisa ouvindo Jão”. O xarope de gengibre picante representa o ódio justíssimo que move a gata, tipo “Gostaria de deixar aq anotado pra nunca mexerem comigo quando estou na base do ódio. Acabei de mudar um guarda roupa pesado sozinha de lugar movida pelo ódio” e os surtos com vizinhos em “Vontade de catar esses vizinhos de merda no soco pqp viu”. A espuma de limão com glitter neon é o caos colorido, meio dramático meio fofinho, da pessoa que pinta as unhas em cores neon e vive de fanfic, FNAF e TikTok com a Izzy, como em “Adoro como cores neon aparentemente são a minha personalidade toda” e “Adoro como todo dia eu e a Izzy nos mandámos vídeos iguais no tik Tok pq nossa personalidade pra.ele é igual”. No fim, é um drink experimental, intenso e meio dramático, igual a alguém que se define como “o espírito de uma Maria fedida num corpo de rola bosta” e ainda assim segue brilhando em neon no caos.

Sua Casa de Hogwarts
A conta respira curiosidade intelectual e amor por aprender, típico de Ravenclaw. Ela está claramente envolvida com pesquisa acadêmica e TCC, animada quando consegue encaixar temas que gosta, como em “eu quando gosto de algo e posso abordar na minha pesquisa sou muito feliz. Acabei de escrever um paragrafo grande sobre o cortiço...”, e também sofre escolhendo título de pesquisa em “Eu amo minha pesquisa, mas tá sendo foda ver qual título eu ainda n classifique; ;”. Vive cercada de livros e leitura, como mostra o humor de “A: Quantas malas de livros? Eu: sim” e o fato de fazer listas de livros gays na Amazon em plena aula em “A aula rolando e eu analisando livros gays na Amazon pq senti q a minha lista gay tá curta”. Ela também gosta de analisar obras e séries com profundidade, seja escrevendo sobre O Cortiço ou obcecada com tramas complexas em livros e séries, como em “O livro que eu tô lendo alugou um triplex na minha cabeça que odiooooooooooooo” e “Como pode uma série q basicamente é só sexo e drama ter me prendido tanto pq eu QR saber a continuação dos dramas...”. Além disso, há senso crítico forte e questionador – tanto sobre prática profissional e estudo, em “Essa matéria só me mostra q eu tenho medo dos profissionais q vão sair daqui e q vão ser um desrespeito a profissão”, quanto sobre política e história, em “Não para de aparecer coisas sobre a ditadura pra mim e isso me faz pensar como minha família inteira gosta de falar q ela só foi ruim pra quem tava fazendo coisa errada...”. Tudo isso aponta para alguém movida por entendimento, reflexão e organização mental (até drives de séries/filmes em “Eu acho tão fofo como tô dando utilidade prós meus 500 emails (tô fazendo drive com série e filme q.gosto...)”), características centrais de Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música Super, do Jão, combina bem com o jeito intenso, sensível e meio caótico da Rebel. Ela vive falando de se sentir burra ou um lixo, como em “Eu me odeio tanto, metade das merdas de hoje é culpa minha e eu me sinto horrível por isso” e “Ao mesmo tempo que sinto q quero e q eu ficaria MT feliz de fazer aquilo, parece q TD ao meu redor me mostra como eu sou burra e só deveria desistir. E sabe eu concordo”, o que dialoga com a autoimagem quebrada e emocional da letra. Ao mesmo tempo, ela demonstra muito amor pelas coisas que gosta, tipo pesquisa, livros e séries, como em “eu quando gosto de algo e posso abordar na minha pesquisa sou muito feliz.” e “Eu tô tão apaixonada no meu note todo cheio de figurinhas que me representam”, o que lembra o apego afetivo quase dramático do eu lírico de Super. Ela também menciona diretamente o Jão e como ouvir Super intensifica o choro: “ouvindo Jão (Eu já fico emotiva [...] ouvir Super junto tá me fazendo chorar por nada; ;)”, mostrando que a música já é um espelho do que sente. Toda essa mistura de humor ácido, dor, exagero afetivo e paixão pelas próprias referências faz Super parecer a trilha sonora perfeita pra ela.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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Rebel_babyfox
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