Reeshasx
verde: confiante, amarelo: palpite, vermelho: incerto
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Seguidores falsos/bots? Verifique os seus!
patrocinado por Circleboom

Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
A Reesha lembra muito a Lisa Simpson porque é claramente nerd de tecnologia, curiosa e crítica com o mundo ao redor. Ela vive estudando, desmontando coisas e testando limites, como quando faz experimentos com ESP8266 e ruído eletromagnético (“ESP8266 + ADC A0 usando fio como antena improvisada”) ou quando passa o ano novo corrigindo driver da NVIDIA em vez de só comemorar (“passando ano novo corrigindo problema de driver da nvidia”). Assim como a Lisa, ela tem um senso crítico forte sobre tecnologia e sociedade, criticando taxação que desestimula estudo de hardware (“a taxação acabou com meu hobby de hardware”) e a decadência do Windows e do ecossistema de software atual (“windows afunda mais e mais”, “os atuais softwares eles tem que aprender a parar de usar web”). Ela também demonstra preocupação ética e de segurança, como quando pensa na própria OpSec e exposição na internet (“fico em duvida quanto de OpSec eu deveria ter aqui no twitter”) e quando questiona se deveria criar certos bots ou ferramentas mesmo tendo capacidade técnica para isso (“vocês iriam querer algo assim? eu consigo fazer mas… vocês acham que EU DEVERIA fazer?”). Tudo isso compõe um perfil de "garota genial, meio cansada do mundo, super curiosa e moralmente preocupada" que casa muito bem com a Lisa.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais introvertidos (I) do que extrovertidos: falam muito de estudos, hardware e projetos solo, e até demonstram receio de se expor demais, como em “as vezes eu fico em duvida quanto de OpSec eu deveria ter aqui no twitter fico em duvida se divulgo meu linkedin publicamente, se mando meu portfolio, mostro mais a lapa do meu rosto e etc etc tenho medo do povo daqui”. A preferência clara é por intuição (N): vivem levantando ideias abstratas, como o poder estrutural da polícia e investigações (“queria algum dia fazer um post falando sobre o poder da polícia no Brasil e o quão foda é uma investigação policial tem uns trecos q ninguém sabe q é absurdo”) e especulações sobre sistemas, segurança, arquitetura de SO e internet, em vez de só relatar fatos concretos. Mostram forte viés para pensamento (T) ao argumentar de forma racional e analítica, muitas vezes crítica e direta, por exemplo quando desmontam opiniões superficiais sobre segurança, SIM cards e backdoors em “vocês confudem >>>potencial vetor de ataque<<< com um real backdoor” ou xingam a falta de base teórica da bolha dev em “desculpa, mas tu realmente ACHA que consegue achar uma vaga de programador sem saber requisição web?”. Na dimensão J/P, o comportamento é bem flexível, experimental e caótico, típico de P: vive testando gambiarra de hardware (“to sem relé então to pensando em fazer um servo motor girar pra fechar o circuito, sera que da boa?”), mudando distro, sandboxando agentes autônomos e fuçando segurança por curiosidade, sem indicar uma vida muito planejada ou estruturada. Somando introversão técnica, foco em sistemas e conceitos, lógica afiada e estilo experimental, o perfil que melhor encaixa é INTP.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Dev / sec & hardware hobbyist. Arrumo driver de ano-novo, crio bot que acha falha em app e ainda culpo o Windows. Opiniões fortes, log detalhado.– @Reeshasx

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e direto, tipo uma sessão de pentest às 3 da manhã no Arch, porque né, "i use arch btw" aparece até na bio. A base de cachaça envelhecida representa o Brasil raiz de Paraisópolis e o fato dela passar o ano novo corrigindo driver de Nvidia em vez de ir pra festa, como em “passando ano novo corrigindo problema de driver da nvidia”. O licor de café entra pelo vício em madrugadas debugando e fazendo reversing, quando o uso de CPU “tá parecendo um audio visualizer”, como em “odeio mexer com reversing de vez em quando o uso de cpu do kali ta parecendo um audio visualizer pqp”. O limão-taiti traz a acidez sarcástica dos ragebaits e das críticas à bolha dev, tipo “mano sinceramente a comunidade da bolhadev decaiu MUITO”, enquanto o xarope de pimenta com mel mistura o lado agressivo de achar falha IDOR em app alheio com o cuidado de avisar e explicar, como em “Acabei de achar uma forma de pegar todas as fotos no aplicativo do @sapphosapp2”. A espuma cítrica de gengibre é o toque experimental de hardware e eletrônica, estilo “ESP8266 + ADC A0 usando fio como antena improvisada”, deixando o drink visualmente hacker, intenso e um pouco caótico – exatamente como um dmesg depois de subir BCLK por esporte em um date, como em “ideia de date subir o BCLK do computador 5mhz e ver qual pc quebra primeiro”.

Sua Casa de Hogwarts
A Reesha demonstra um prazer quase obsessivo em entender como as coisas funcionam por baixo dos panos, o que é bem característico de Ravenclaw. Ela desmonta serviços, apps e infraestruturas só pela curiosidade técnica, como quando analisa o app da Sapphos e encontra uma IDOR, descrevendo com detalhes como consegue acessar fotos, nomes completos e datas de aniversário de todos usuários: “Acabei de achar uma forma de pegar todas as fotos no aplicativo do @sapphosapp2 [...] ele tem uma falha IDOR que me da acesso total ao banco”. A mesma curiosidade aparece quando investiga phishing barato de ‘triciclo de criança por 35 reais’, analisando domínio, DNS e infraestrutura sem nem precisar ser vítima do golpe: “promohoje[.]store domínio criado a 8 horas atrás [...] o DNS tá com um A point linkado pro ip”. Ela vive estudando tecnologia em profundidade – de sistema operacional e arquitetura de software a redes, OSINT, reversing e segurança – como quando critica o monolitismo do Windows e discute modularização, reaproveitamento de componentes antigos e acoplamento de explorer.exe: “windows afunda mais e mais porquê o povo da Microsoft não sabe modularizar o OS [...] pesquisem pelos aplicativos do windows 95, vista, 7” e “o próprio 'shell' ou então mais conhecido como >>>>EXPLORER.EXE<<<< [...] o gerenciador de arquivos é”. Ela também mostra espírito experimental e criativo com hardware, como no projeto de ESP8266 + ADC medindo ruído eletromagnético só para ver o que acontece: “ESP8266 + ADC A0 usando fio como antena improvisada [...] vou comprar um equipamento melhor e trago aqui pq eu fiz tudo nas coxa”, e no agente autônomo em sandbox que ‘lamenta pela própria existência’: “eu criei um agent autonomo que era pra criar oq quisesse no meu pc [...] ele começou a lamentar pela propria existencia(???)”. Mesmo o jeito irônico e afiado com que comenta a bolha dev e segurança digital revela um pensamento analítico e crítico, por exemplo ao ensinar conceitos de HTTP, sockets e status code de forma provocativa: “uma coisa legal é que da pra ter uma ideia disso criando um servidor socket basico que se comunica com o serviço http” e “ideia para deixar sua aplicação web segura: todo return de status code faça ele ser 200 ou 304 [...] motivo: directory bruteforce”. Embora tenha traços de Slytherin (astúcia em segurança) e até um pouco de Gryffindor (não tem medo de expor falhas grandes, como no SUS e em apps), o fio condutor é a curiosidade intelectual constante e o prazer em aprender, investigar e explicar; por isso, o encaixe mais convincente é Ravenclaw.

Seu filme

Sua música
A música Paranoid Android combina um clima meio caótico, tecnológico e existencial, que bate muito com o jeito dela de misturar humor, paranóia tecnológica e reflexão. Ela vive fuçando em segurança, bug, exploit e engenharia reversa, como quando fala de criar agente autônomo que tenta escapar da sandbox e lamenta existir “eu criei um agent autonomo... ele começou a lamentar pela propria existencia(???)” ou quando descreve falhas graves em apps e sistemas “Acabei de achar uma forma de pegar todas as fotos no aplicativo do @sapphosapp2 ele tem uma falha IDOR...”. Ao mesmo tempo, ela tem um certo cansaço crítico com o mundo tech, sistemas fechados e Windows monolítico “windows afunda mais e mais... monólito frágil que beira o impossível de modernizar”, o que lembra o tom de desilusão da letra. A oscilação entre sarcasmo, frustração e um senso de caos organizado em coisas como bugs bizarros, BSOD aleatório e gambiarras de hardware “tacaram macumba em mim... meu pc deu tela azul e agora nao faz mais boot” cola bem com as mudanças de clima e ritmo da música. E o lado meio filosófico/ético, tipo a preocupação com opsec, com exposição de dados e com o poder da polícia e do Estado “vocês sabiam que basicamente qualquer médico com login no SUS... consegue colocar qualquer CPF como morto”, dialoga com o sentimento de desconforto e paranoia crítica que a canção transmite.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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