
Forças e Fraquezas

Seu personagem dos Simpsons
Apesar do humor caótico e autoirônico, o perfil lembra muito a Lisa Simpson: alguém sensível, crítico, intelectual e meio exausto do mundo. Várias queixas sobre faculdade, teoria e arte mostram uma veia acadêmica e autoconsciente, tipo em “como q o livro introdutorio pra focault eh mais longo q os livros do focault” e “tudo q um curso de artes mudo em mim foi fazer eu gostar de menos arte agr pq sou mais critico”, o que combina com o lado nerd e crítico da Lisa. Ao mesmo tempo, há um cansaço existencial, com humor depressivo e sensível, como em “odeio viver na condição humana” e “as vezes acho q dança eh a unica coisa da minha vida que faz sentido, entao nao posso morrer só por que eu tenho q dançar mais”, lembrando o jeito introspectivo e artístico dela (sax, jazz, ativismo). A mistura de militância, irritação com gente burra e senso crítico social aparece em tweets como “esse troço do 'brasil eh pros brasileiros' eh mais retorica patriotista nacionalista reformulada para esquerdistas acho um mico” e “acho mt brocha esse troço de ficar processando gente q a direita faz eh só uma amostra do seu ego fragil”, muito Lisa sendo a voz da razão frustrada. Mesmo nos momentos de caos afetivo, como “nunca mais fico com gente louca eu tenq ser o louco da relação e ponto”, ainda soa como alguém hiperconsciente das próprias emoções, o que também é bem Lisa crescendo e surtando em Springfield.

Seu tipo de personalidade MBTI
Eles parecem mais E do que I: falam de muitos rolês, crushes e interações sociais, como em “n aguento q sai da internacao antes do cara q eu tava pegando agr n tenho ninguem pra pegar” e “uma moça mt linda me elogio no metro hj fiquei feliz”, e reclamam de férias por tédio em “gente odeio ferias q tedio do cacete”, o que sugere energia voltada para o mundo externo. A preferência por N aparece no jeito metafórico/abstrato de falar e nas reflexões gerais, como “odeio viver na condição humana”, “queria pode ta em todo lugar ao mesmo tempo” e nos comentários críticos sobre política, arte e discurso em “esse troço do 'brasil eh pros brasileiros' eh mais retorica patriotista nacionalista reformulada para esquerdistas acho um mico”. A dimensão F sobressai na ênfase em sentimentos, empatia e relações, como em “as vezes acho q dança eh a unica coisa da minha vida que faz sentido, entao nao posso morrer só por que eu tenho q dançar mais”, na sensibilidade com uso do pronome em “entregador do ifood uso pronome neutro falando meu nome vo chora” e na forma como contextualizam saúde mental em “era bem obvio q o cara tava em crise maniaca... o pessoal fingir q a doença mental tem nada a ver com isso eh ignorancia”. Já o lado P aparece na espontaneidade, procrastinação e falta de estrutura: eles vivem mudando de ideia sobre apartamento em “adoro todo mes ter uma crise de me muda e ficar vizitando 10k ap só pra decidi q n tenho pico pra isso”, faltam aulas em “adoro n tar de ferias pra eu poder faltar todas as minhas aulas” e se embolam com prazos em “n posso dormir pq tenho q terminar um texto q n quero terminar ent n vo dormi nunca”. Some-se a isso o humor caótico, a autoironia e o tom de girlfailure em “girlfailure moment” e o amor por experiências intensas e afetivas em “se apaixona eh meio chato pq eu me apaixono por todo mundo q eu conheço”, e o conjunto encaixa bem no perfil ENFP: expansivo, emotivo, crítico, caótico, mas muito ligado a significado e conexões humanas.

Algumas cantadas para você

Seus 5 Emojis
Sua nova bio do Twitter
Artes, PUC, crises existenciais e um gato ansioso chamado Pingo. Já perdi um trabalho inteiro num crash e sigo aqui, teorizando e dançando.– @refletidonagua

Seu coquetel exclusivo
Esse drink é forte e um pouco caótico, tipo alguém que twitta “odeio viver na condição humana” e ao mesmo tempo diz que a única coisa que faz sentido é “dança eh a unica coisa da minha vida que faz sentido”. A cachaça envelhecida representa o lado intenso, dramático e brasileiro, que fala de internação, ressaca e crise existencial em público, como em “talvez eu deva só desisti de tudo matar meu vô pegar a herança dele”. O licor de café é a insônia acadêmica e a PUC infernal, ecoando “faculdade privada eh o inferno na terra” e “n posso dormir pq tenho q terminar um texto q n quero terminar”. A calda de maracujá azedinho é o humor ácido, reclamando de tudo, de curso de artes em “agr pq sou mais critico” até look da Shein em “meio q fodase”, mas ainda doce no fundo. A espuma de gengibre com glitter é a parte queer, performática e dramática, tipo ir de social na PUC de forma “subversiva queer” e gritar “AAAAAaaAAAAAAAQQQQaaaAaaa” na própria timeline. A pitada de sal defumado é o existencialismo fumante e meio autodestrutivo, sempre entre o prazer e o colapso, como em “quase gozo quando ouço o isqueiro e aquele som cintilante do cigarro queimando” e o momento de perceber que “meus dias de cigarro estao chegando ao fim”.

Sua Casa de Hogwarts
Luna demonstra um interesse constante por análise, reflexão e crítica, algo bem característico de Ravenclaw. Ela reclama de textos teóricos longos, mas está claramente engajada com filosofia e teoria, como em “como q o livro introdutorio pra focault eh mais longo q os livros do focault”, e percebe como a formação em artes alterou seu olhar crítico sobre o mundo em “tudo q um curso de artes mudo em mim foi fazer eu gostar de menos arte agr pq sou mais critico”. Também mostra um humor intelectualizado e observações metalinguísticas sobre cultura e mídia, como em “the last of us 2 eh tipo mean girls no apocalipse” e “n quero namorar ninguem q n seja o hugh grant em notting hill”. Há ainda uma postura de questionar discursos prontos e modas intelectuais, por exemplo em “to cansado de autoficção por favor criem algo original” e “esse troço do 'brasil eh pros brasileiros' eh mais retorica patriotista nacionalista reformulada para esquerdistas acho um mico”. Mesmo quando fala de internet e tecnologia, faz isso com distanciamento crítico, como em “gente n existe coisa mais patetica que as pessoas usando chat gpt como um diario”. Tudo isso compõe o retrato de alguém irônico, analítico e criativo, mais próximo de Ravenclaw do que das outras casas.

Seu filme

Sua música
A música Bury a Friend combina humor macabro, ansiedade e uma vibe meio sobrenatural que casa muito com o jeito caótico e existencial de luna. Eles falam de morte e autodestruição de forma meio irônica e dramática, como em “talvez eu deva só desisti de tudo matar meu vô pegar a herança dele e nunca mais sair da minha casa na minha vida” e “to preso no mesmo boss faz uma hora vo me mata”. Também têm um fascínio meio mórbido e performático, tipo “meio q quero experiencia ser enterrado vivo aonde consigo fazer isso?”, que lembra o clima de corpo/medo/estranho da música. O modo como luna fala de saúde mental e exaustão, por exemplo em “odeio viver na condição humana” e “n posso dormir pq tenho q terminar um texto q n quero terminar ent n vo dormi nunca”, encaixa muito na sensação de estar preso num ciclo sombrio típico da letra. E o humor ácido, tipo “gente n existe coisa mais patetica que as pessoas usando chat gpt como um diario”, combina com a ironia meio blasé que a Billie usa pra falar de coisas pesadas na música.

Seu destino de viagem no tempo

Seu videogame

Seu animal espiritual

Sua piada (não) engraçada

Seu superpoder

Seu melhor amigo fictício

Sua viagem dos sonhos

Sua carreira alternativa

Sua combinação com celebridade

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